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Grávida é esfaqueada e pula de segundo andar para não morrer

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Aconteceu na cidade de Rio das Ostras, na Região dos Lagos. O agressor está preso e a mulher no hospital, fora de perigo

Rio de Janeiro

Mesmo com uma medida protetiva expedida pela Justiça que impedia aproximação de seu ex-companheiro, uma mulher no quarto mês de gestação teve a casa que morava invadida, na madrugada desta quinta-feira, em Rio das Ostras, na Região dos Lagos. O homem, de 37 anos, que não aceitava o fim de um relacionamento, chutou a barriga da vítima e a atacou com golpes de faca. Para não morrer, ela se jogou pela janela do segundo andar e caiu em cima de um brinquedo inflável, que estava numa residência do andar inferior.

PMs do serviço de patrulha da Lei Maria da Penha, lotados no 32ºBPM (Macaé), foram até o local, e com apoio de outros policiais, resgataram a vítima e prenderam o agressor. A mulher foi levada para o Hospital Pronto Socorro de Rio das Ostras onde foi medicada e não corre o risco de morrer. De acorco com o delegado Ronaldo Andrade Cavalcante, o agressor foi autuado em flagrante na 128ºDP (Rio das Ostras).

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“Eles tiveram um relacionamento de três anos. A vítima foi esfaqueada em várias partes do corpo e só não morreu porque pulou a janela. Em seguida, rolou pelo telhado até cair num brinquedo inflável, o que amorteceu a queda. Ele foi preso em flagrante por feminicídio tentado, aborto tentado, já que chutou a barriga da vítima que está grávida, e também por descumprimento de medidas protetivas”, explicou o delegado Ronaldo Andrade Cavalcante, da 128ªDP.

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Depois de ser autuado em flagrante, o homem foi levado para um presídio em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. A previsão é a de que ele seja submetido a uma audiência de custódia nesta sexta-feira. Na ocasião, um juiz decidirá se o homem permanecerá preso ou se poderá responder pelos crimes em liberdade.

  • Informações PMRO / Foto: Reprodução

 

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Filhos conseguem interdição do ex-presidente FHC na Justiça

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Decisão reconhece incapacidade para determinados atos após agravamento do Alzheimer

A Justiça de São Paulo concedeu uma liminar a um dos filhos de Fernando Henrique Cardoso, de 94 anos, nesta quarta-feira (15), para interditar o ex-presidente. O caso tramita em segredo de justiça.

Na prática, FHC foi considerado incapaz de tomar certas decisões por conta própria. Segundo o processo, o filho Paulo Henrique Cardoso ficará como curador provisório do ex-presidente. Ele já cuidava de assuntos financeiros e cotidianos por decisão do próprio pai. A 2ª Vara da Família e Sucessões proferiu a determinação.

A medida contou com o apoio das filhas de FHC, Luciana e Beatriz. O pedido de interdição ocorreu em razão do agravamento do estado de saúde de Fernando Henrique, que possui um quadro avançado de Alzheimer.

A desembargadora Ana Lúcia Goldman, que assinou a liminar, deu 15 dias para que a companheira de FHC, Patrícia Kundrát, com quem ele vive em união estável desde 2024, dê o aval. O filho do ex-presidente é representado no processo pelos advogados Caetano Berenguer, Fabiano Robalinho e Henrique Ávila, do Bermudes Advogados.

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Fernando Henrique Cardoso, que também é membro da Academia Brasileira de Letras, governou o Brasil de 1995 a 2003, após ganhar destaque com o sucesso do Plano Real.

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  • Informações de O Dia – Conteúdo
  • Foto Destaque; Reprodução / Redes Sociais
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