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Esporte / Tênis

Vondrousova vence Jabeur e é campeã de Wimbledon

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A tenista tcheca Marketa Vondrousova, número 42 do mundo, se sagrou campeã do torneio de Wimbledon neste sábado (15), ao derrotar na final a tunisiana Ons Jabeur (6ª).

Vontrousova fechou o jogo em 2 sets a 0, com um duplo 6-4, em uma hora e 20 minutos.

Com o título, a tcheca entrará no Top 10 do ranking da WTA na próxima segunda-feira, na décima posição. Até então, sua melhor classificação era o 14º posto, alcançado em 2019, ano em que foi finalista em Roland Garros.

Além disso, ela se torna a primeira jogadora a ser campeã do tradicional torneio sem ser cabeça de chave.

Na final deste sábado, Jabeur começou melhor e conseguiu uma quebra logo na primeira oportunidade para abrir 2-0, mas não conseguiu manter a vantagem.

Quando vencia por 4-2, perdeu quatro games consecutivos cometendo muitos erros não forçados e deixou o primeiro set escapar.

O segundo set começou com Vondrousova quebrando o serviço da tunisiana, que, com o apoio do público, se recuperou e virou o placar para 3-1.

Mantendo-se fria, a tcheca reequilibrou as ações e, quando o set estava empatado em 4-4, conseguiu uma quebra crucial para sacar para o jogo no game seguinte.

Vondrousova, de 24 anos, só tinha vencido dois jogos na grama em sua carreira antes de chegar a Wimbledon nesta temporada, após se recuperar de duas cirurgias no punho.

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“O tênis é uma loucura”, disse visivelmente emocionada, lembrando que há um ano estava com o braço engessado se recuperando de lesão.

“Estas duas semanas foram cansativas, mas foi incrível e estou muito orgulhosa”, afirmou a tcheca, antes de agradecer a sua equipe e a seu marido pelo apoio para conseguir esta vitória na véspera de seu primeiro aniversário de casamento.

“Ons, você é uma inspiração para todas nós, espero que você ganhe um dia. Você é uma pessoa incrível e está fazendo um trabalho incrível”, disse Vondrousova sobre sua adversária na final.

Por sua vez, Jabeur, de 28 anos, perde sua segunda final consecutiva no torneio londrino e sofre sua terceira derrota em uma decisão de Grand Slam, depois de ter ficado com o vice-campeonato do US Open no ano passado.

“Isto é muito, muito duro”, reconheceu a tunisiana. “Acho que é a derrota mais dolorosa da minha carreira”, afirmou em lágrimas a tenista, que buscava ser a primeira mulher árabe e africana a ser campeã em Wimbledon.

“Hoje vai ser um dia difícil para mim, mas não vou desistir e voltarei mais forte”, afirmou Jabeur.

Em 2022, ela foi derrotada na final pela cazaque Elena Rybakina, a quem eliminou este ano nas quartas de final.

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Informações sobre as tenistas

Markéta Vondrousová

Era a 42ª colocada no ranking mundial de simples da WTA. A tcheca perdeu apenas dois sets nas seis partidas que disputou em Wimbledon até o momento, antes dessa partida final em que acabou vencendo.

Na semifinal, superou a ucraniana Elina Svitolina com um duplo 6/3. Antes desta edição, a melhor marca da tenista no torneio era uma discreta segunda rodada, em 2021.  Em Grand Slams, foi sua segunda final, a primeira foi em 2019, em Roland Garros.

Ons Jabeur

Por sua vez, chegou em uma final de Grand Slam pela terceira vez na sua carreira. Em 2022, a tunisiana esteve nas decisões de Wimbledon e US Open, ficando com o vice-campeonato em ambas. Sexta colocada no ranking, a tenista derrotou a vice-líder mundial, Aryna Sabalenka, na semifinal, por 2 sets a 1, de virada.

Nesta final de hoje, era favorita pelo seu histórico no tênis. Assim como no futebol e demais esportes, todos podem ganhar e perder. Hoje Ons Jabeur perdeu mais uma final. Surpreendentemente.

* Com informações de agências internacionais / Fotos: Adrian Dennis – Sebastien Bozon

 

 

 

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ESPORTES

Trio capixaba conquista ouro na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica

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Atletas disputaram em Assunção, no Paraguai, com nota 22,500 na prova de três bolas e garantiram o primeiro lugar pela Seleção Brasileira

Por Isadora Favoreto Braga* | Vitória (ES)

As ginastas capixabas Agatha Cuel MonteiroSophia Louback e Luiza Traspadini conquistaram a medalha de ouro para o Brasil na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026, disputada em Assunção, no Paraguai.

Representando a seleção brasileira na categoria trio adulto, elas somaram 22,500 pontos na série de três bolas e garantiram o primeiro lugar na competição nesta sexta-feira (3).

O Brasil terminou a disputa com vantagem sobre as demais seleções. O Chile ficou com a medalha de prata, ao alcançar 17,800 pontos, enquanto a Argentina conquistou o bronze com 16,950.

Classificação veio após seletiva nacional

As três atletas conquistaram a vaga na equipe brasileira após aprovação na seletiva promovida pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

As ginastas treinam pelo Instituto Capixaba Esportivo (Incesp) e também participam do programa Campeões de Futuro, desenvolvido pela Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport), voltado à formação e ao alto rendimento esportivo.

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Preparação teve cerca de um mês

De acordo com a equipe, o trio realizou aproximadamente um mês de preparação conjunta antes da competição internacional.

O trabalho técnico é desenvolvido pelas treinadoras Gizela BatistaAngela Tardini Luisa Gimenes. Durante a Copa Sul-Americana, em Assunção, Luisa Gimenes acompanhou a delegação brasileira e esteve ao lado das atletas durante as apresentações.

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  • Folha Vitória – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Assessoria
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