Campeonato Carioca
Flu vence o Rezende e o Vasco e Madureira não saíram do zero
ESPORTES
Fluminense e Rezende: 2 a 0
Dos quatro grandes do Rio, o que tinha estreia mais aguardada certamente era o Fluminense. Por ser o único a usar os titulares já na largada, por ser o atual campeão carioca e, claro, pela expectativa em torno de como será a segunda temporada seguida com Fernando Diniz. E foi um começo promissor. Claro que não teve uma exibição de gala, mas a vitória por 2 a 0 sobre o Resende, em Volta Redonda, ofereceu pitadas de um bom futebol e ainda matou a saudade da torcida com festa.
O calor e a falta de ritmo pesaram. Mas foi possível ver momentos em que o estilo de jogo que convenceu em 2022 apareceu: toques de bola com aproximação, inversões bem executadas, valorização da posse de bola, os bons passes de Paulo Henrique Ganso e, claro, gol de Germán Cano.
Na verdade, a arbitragem considerou contra o primeiro gol da partida, aos 19 da etapa inicial. Mas, para a torcida, foi do argentino. Ele cabeceou ótimo levantamento feito por Jhon Arias, a bola desviou na zaga adversária e enganou o goleiro.
O colombiano também fez boa partida. Principalmente no primeiro tempo. Apareceu pela direita e pela esquerda, mostrou visão de jogo e deu bons passes.
Na etapa final, o time sentiu o cansaço e a saída de Ganso. E chegou a passar um sufoco do Resende, que obrigou Fábio a fazer boas defesas. Mas a medida que as substituições foram feitas, o fôlego foi renovado e o time retomou o controle.
Diniz optou por iniciar a partida com jogadores que já estavam no grupo no ano passado. Os reforços só entraram no segundo tempo. E o destaque ficou com Keno, que apareceu muito bem pela direita. Primeiro, ele quase marcou com uma cobrança de falta em que pôs efeito na bola e acertou a trave.
Quase no fim, aos 41, carregou a marcação consigo e acionou Alan, que infiltrou na área e caiu na saída do goleiro. O árbitro entendeu que houve pênalti, e o atacante não desperdiçou a cobrança.
Já sem a pressão da estreia, o Fluminense voltará a campo na terça, contra o Nova Iguaçu, no Maracanã. A ver como estará Ganso até lá, já que o meia saiu com dor nas costas. E também se a atuação de Keno convencerá Diniz a promovê-lo a titular.
Vasco e Madureira: Zero a Zero
Em noite de homenagens ao ídolo máximo Roberto Dinamite, o Vasco não saiu do 0 a 0 com o Madureira na estreia do Campeonato Carioca. Jogando com uma equipe alternativa em São Januário lotado, o cruz-maltino ensaiou momentos criativos, mas pecou na conclusão.

O elenco principal do Vasco está nos Estados Unidos, onde fará amistosos com River Plate e Inter de Miami, ficando de fora das primeiras rodadas do estadual. Neste sábado, quem comandou a equipe foi Emilio Faro, auxiliar técnico.
Homenagens
Os cerca de 20 mil torcedores que estiveram no Caldeirão participaram de bonitas homenagens ao ídolo, que morreu vítima de um câncer no último dia 8, aos 68 anos. Sem um camisa 10 relacionado entre titulares ou reserva, a camisa que já foi de Dinamite ficou reservada para um gesto especial.
O capitão Matheus Barbosa e a neta de Dinamite colocaram a camisa, que levava imagem especial do ídolo, no centro do gramado, antes da roda entre os jogadores para o minuto de silêncio.
Nos 10 minutos de jogo, a partida foi paralisada para aplausos da torcida. Nas arquibancadas, se via um bandeirão em homenagem a Roberto.

- Informações Extra / Fotos: Reprodução – Extra
ESPORTES
Trio capixaba conquista ouro na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica
Atletas disputaram em Assunção, no Paraguai, com nota 22,500 na prova de três bolas e garantiram o primeiro lugar pela Seleção Brasileira
Por Isadora Favoreto Braga* | Vitória (ES)
As ginastas capixabas Agatha Cuel Monteiro, Sophia Louback e Luiza Traspadini conquistaram a medalha de ouro para o Brasil na Copa Sul-Americana de Ginástica Rítmica 2026, disputada em Assunção, no Paraguai.
Representando a seleção brasileira na categoria trio adulto, elas somaram 22,500 pontos na série de três bolas e garantiram o primeiro lugar na competição nesta sexta-feira (3).
O Brasil terminou a disputa com vantagem sobre as demais seleções. O Chile ficou com a medalha de prata, ao alcançar 17,800 pontos, enquanto a Argentina conquistou o bronze com 16,950.
Classificação veio após seletiva nacional
As três atletas conquistaram a vaga na equipe brasileira após aprovação na seletiva promovida pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).
As ginastas treinam pelo Instituto Capixaba Esportivo (Incesp) e também participam do programa Campeões de Futuro, desenvolvido pela Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport), voltado à formação e ao alto rendimento esportivo.
Preparação teve cerca de um mês
De acordo com a equipe, o trio realizou aproximadamente um mês de preparação conjunta antes da competição internacional.
O trabalho técnico é desenvolvido pelas treinadoras Gizela Batista, Angela Tardini e Luisa Gimenes. Durante a Copa Sul-Americana, em Assunção, Luisa Gimenes acompanhou a delegação brasileira e esteve ao lado das atletas durante as apresentações.
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- Folha Vitória – Conteúdo
- Foto destaque: Divulgação / Assessoria
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