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Copa Sul-Americana

Fluminense vence o América de Cali e abre vantagem na Sul-Americana

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Esportes / Futebol

Tricolor aproveitou falhas defensivas para vencer na Colômbia e sair na frente por vaga nas quartas de final.

Cali / Colômbia  

Fluminense abriu vantagem rumo às quartas de final da Sul-Americana. O Tricolor aproveitou os erros defensivos do América de Cali (COL) e venceu por 2 a 1, nesta terça-feira (12), no Estádio Olímpico Pascual Guerrero. Candelo (contra) e Canobbio balançaram as redes ainda no primeiro tempo do confronto. Barrios, nos últimos minutos da etapa final, diminuiu a desvantagem no placar. 

Com o resultado, a equipe comandada por Renato Gaúcho poderá empatar para avançar de fase. O duelo de volta será na semana que vem, terça-feira (19), às 21h30 (de Brasília), no Maracanã. Em caso de igualdade no agregado, a definição será nos pênaltis. O time que se classificar terá pela frente Central Córdoba ou Lanús, ambos da Argentina.  

O jogo

Kevin Serna em ação pelo Fluminense diante do América de Cali - Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

Com o apoio da torcida, o América de Cali teve maior ímpeto nos minutos iniciais. Navarro teve boa chance na pequena área, mas furou. Pouco depois, Ramos recebeu em profundidade e, quase na linha de fundo, chutou com perigo para fora. Aos 7 minutos, porém, a zaga colombiana deu um presente ao Tricolor.

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Samuel Xavier cobrou falta na direção de Serna e Candelo. O defensor ganhou por cima, mas, ao tentar recuar para Soto, mandou contra a própria meta. O goleiro havia saído para buscar a bola. O lance deu um banho de água fria no time da casa, que caiu de produção. Aos 14, Canobbio ampliou. O uruguaio ganhou de Pestaña – que falhou pelo alto – e acertou uma bonita finalização para fazer o segundo.

Desde então, a partida esfriou e nada aconteceu até o fim do primeiro tempo. Os mandantes tiveram a posse, tentaram assustar, mas erraram vários passes e não conseguiram. Fábio passou praticamente ileso. Do outro lado, confortáveis, os visitantes administraram a vantagem e buscaram os contra-ataques.

Na volta do intervalo, Everaldo teve ótima oportunidade de cabeça. Porém, sozinho, mandou para fora. Em seguida, o América de Cali respondeu em chute de Jan Lucumí. O atacante, inclusive, foi quem obrigou Fábio a trabalhar pela primeira vez em batida firme da entrada da área.

Para manter o controle do confronto, Renato Gaúcho chamou Bernal e Lucho Acosta – este último para fazer sua estreia. A dupla entrou nos lugares de Martinelli e Lima, respectivamente. Na sequência, Canobbio acertou o travessão.

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Cano, Guga e Thiago Santos também foram acionados (saíram Everaldo, Canobbio e Hércules). Os colombianos pressionaram na reta final e, aos 43, Barrios aproveitou cruzamento na área para diminuir a vantagem do Fluminense antes do apito do árbitro. 

Outros Resultados

Sul-Americana:

Independiente del Valle 1 x Mushuc Runa

Libertadores:

Fortaleza 0 x 0 Vélez Sarsfield

Atlético Nacional 0 x 0 São Paulo

Peñarol 1 x 0 Racing

 

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* Informações de O Dia – Conteúdo

* Fotos: crédito – Marcelo Gonçalves / Fluminense FC

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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