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Brasileirão 2025

Com autoridade, Vasco supera o São Paulo fora de casa pelo Brasileiro

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Esportes / Futebol

Cruz-Maltino fez bom jogo, dominou e conquistou sua primeira vitória longe do Rio na competição

São Paulo / SP

Sem sofrimento, o Vasco dominou o São Paulo e conquistou sua primeira vitória fora de casa no Campeonato Brasileiro: 3 a 1, no Morumbis. O Cruz-Maltino controlou o jogo, especialmente na etapa inicial, e somou três pontos importantes nesta quinta-feira (12). Os gols foram de Rayan, Nuno Moreira e Vegetti. Ryan Francisco diminuiu para os mandantes no último minuto.  

Com o resultado, o time comandado por Fernando Diniz chegou aos 13 pontos, saiu da zona de rebaixamento e saltou para a 13ª posição na tabela. Agora, devido à disputa do Mundial de Clubes, o Gigante da Colina só entrará em campo em julho, contra o Botafogo, dia 15, pela 13ª rodada da competição nacional. 

O jogo

O São Paulo teve o domínio das ações iniciais e assustou logo cedo com Luciano, em chute de fora da área. Na sequência, Lucas Ferreira foi quem bateu para defesa de Léo Jardim. No entanto, o time da casa parou por aí. O Vasco, então, começou a ter a posse, trocou passes e controlou a etapa no Morumbis.

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Aos 25 minutos, Hugo Moura tocou para Paulo Henrique, que arriscou um calcanhar e viu a bola chegar aos pés de Rayan. O garoto arrancou da intermediária, fez boa jogada e finalizou rasteiro para estufar a rede e abrir o placar.

A tônica do jogo seguiu a mesma após o gol, com a equipe de Zubeldía sofrendo bastante para criar. Aos 39, o Cruz-Maltino ampliou: Rayan pressionou, roubou de Enzo Díaz dentro da área e chutou para defesa de Rafael. No rebote, Nuno Moreira, com força, mandou para dentro. Pouco depois, Rayan – sempre ele – entrou cara a cara e bateu, mas parou no goleiro.

Apesar das três mexidas no intervalo, o Tricolor Paulista não conseguiu levar perigo à meta dos cariocas no começo do segundo tempo. O time de Diniz, em bloco baixo e com a vantagem, deu mais espaço para os mandantes, que não souberam aproveitar. Faltou repertório na fase ofensiva.

E em novo erro do setor defensivo, aos 23, veio o terceiro. Paulo Henrique recuperou e cruzou para Vegetti que, de primeira, finalizou no contra pé de Rafael para marcar. Uma das melhores chances do São Paulo veio com Lucas Freitas: o zagueiro do Vasco recuou com perigo para Léo Jardim, que precisou jogar para escanteio para a bola não entrar.

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Puma Rodríguez substituiu Paulo Henrique, desgastado. Adson, Mateus Carvalho, Alex Teixeira e Loide Augusto também foram acionados – saíram Coutinho, Tchê Tchê, Vegetti e Nuno Moreira, respectivamente. O Cruz-Maltino, que administrava o resultado, ainda viu Ryan Francisco fazer um belo gol, aos 47.

Outros resultados do Brasileirão Série A

Bragantino 0 x 3 Bahia

Vitória 0 x 0 Cruzeiro

Fortaleza 2 x 3 Santos

Grêmio 1 x 1 Corinthians

Atlético-MG 2 x 0 Internacional

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* Informações O Dia – Conteúdo

* Foto/Destaque: Rayan celebra gol / Crédito: Matheus Lima – Vasco

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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