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Um Jogaço!!!

Botafogo vence o Palmeiras e se isola na liderança do Brasileirão

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Esportes / Futebol

Glorioso contou com brilho de Tiquinho Soares que marcou o único gol na segunda etapa

Goiânia / GO

No reencontro após o histórico jogo da última edição, que terminou com uma virada épica, desta vez o Botafogo não titubeou e garantiu os três pontos no Estádio Nilton Santos contra o Palmeiras. Na noite desta quarta-feira (17), pela 17ª rodada do Brasileirão, Tiquinho Soares (foto destaque) marcou o único gol da vitória por 1 a 0, que isolou a equipe de Artur Jorge na liderança.

Com o resultado, o Glorioso ficou com 36 pontos, contra 33 do adversário paulista. O próximo compromisso será no sábado (20), contra o Internacional, às 18h30, novamente no Rio e Janeiro.

O jogo

O clima no Nilton Santos foi o esperado para uma partida deste tamanho – a principal do primeiro turno do Brasileirão. Em campo, na primeira etapa, muito equilíbrio e um interessante conflito de ideias de dois treinadores portugueses em contextos bem diferentes.

Tiquinho Soares não balançavas as redes desde o dia 21 de abril

Tiquinho fez o único gol que deu a vitória ao Botafogo

De um lado, a organização e paciência de Artur Jorge, marca deste Botafogo que está nas primeiras posições. Do outro, a frieza armada por Abel Ferreira para o contragolpe perfeito e muita disposição. As chances claras foram poucas, uma de cada lado: John salvou o Botafogo cara a cara com Flaco López, e Júnior Santos deu trabalho para Weverton em jogada de fora da área.
Confiança para jogar

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O Botafogo voltou com tudo para a segunda etapa. Logo nos primeiros minutos, Júnior Santos saiu sozinho, mas não conseguiu tirar de Weverton, que fez grande defesa. Aos 10, o Alvinegro deu o primeiro golpe. Luiz Henrique recebeu lançamento e partiu para cima de Murilo, passando com facilidade. O camisa sete rolou para trás e Tiquinho Soares apareceu para, de canhota, empurrar para o gol.

Outro personagem interessante do Botafogo no segundo tempo foi o goleiro John. Em dois lances, o camisa 12 fez grandes intervenções em finalizações de Piquerez e Flaco, pela segunda vez. Partida segura do arqueiro alvinegro, um dos protagonistas da vitória em casa.

Por circunstâncias de jogo, Artur Jorge promoveu entradas de meio-campistas de proteção e organização, como Danilo Barbosa e Tchê Tchê, além da estreia do centroavante Igor Jesus, um dos reforços da janela de meio de ano. O Palmeiras foi para cima, ganhou campo, mas exagerou nos cruzamentos. Segura, a defesa alvinegra cortou tudo e confirmou a vitória ao apito final e Anderson Daronco.

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Outros Resultados do Brasileirão Série A

Atlético-GO 0 x 1 Vasco

São Paulo 1 x 0 Grêmio

Fortaleza 3 x 1 Vitória

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* Informações O Dia

* Fotos: Vitor Silva / Botafogo

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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