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Governo recebe da Vale projeto de ferrovia para o Sul do ES

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O projeto básico da Ferrovia Kennedy apresenta um trecho que conectará os municípios de Anchieta e Presidente Kennedy, e detalha os 92,8 km de extensão

O projeto básico da Ferrovia Kennedy foi entregue pela Vale ao governo do Espírito Santo na última quarta-feira (03). O primeiro trecho da ferrovia federal EF-118 conectará os municípios de Anchieta e Presidente Kennedy, que ficam no sul do estado.

O projeto detalha os 92,8 km de extensão da ferrovia, que será interligada à malha ferroviária federal.

Segundo o vice-presidente executivo de Assuntos Corporativos e Institucionais da Vale, Alexandre D’Ambrósio, o objetivo da doação do projeto é fortalecer a região sul capixaba.

“Nosso objetivo é colaborar com o desenvolvimento da infraestrutura da região Sul. Por isso, estamos doando o projeto básico e repassando os recursos para os estudos socioambientais da Ferrovia Kennedy. Esses estudos permitirão a busca por parceiros para viabilizar a implantação do projeto”, disse Alexandre.

A nova ferrovia prevê a ligação entre os municípios de Anchieta, Piúma, Iconha, Rio Novo do Sul, Itapemirim e Presidente Kennedy.

Segundo o vice-governador e secretário de Desenvolvimento do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, os investimentos que acontecerão em sequência serão importantes para o desenvolvimento social e econômico da região.

“Com esse projeto e os estudos ambientais que foram contratados hoje, estamos equipados e organizados para que os investimentos possam acontecer na sequência, contribuindo muito para o desenvolvimento econômico e social do Sul do Espírito Santo”, destacou Ricardo Ferraço.

Ao longo do traçado, está prevista a construção de dez pontes ferroviárias e sete viadutos ferroviários, projetados para superar desafios geográficos. Um investimento de R$ 3,5 milhões também está sendo feito para a realização de estudos socioambientais do projeto.

Estudo socioambiental

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A consultoria especializada Econservation Estudos e Projetos Ambientais será a responsável pelos estudos básicos socioambientais para o licenciamento da Ferrovia Kennedy.

O projeto básico da Ferrovia Kennedy apresenta um trecho que conectará os municípios de Anchieta e Presidente Kennedy, e detalha os 92,8 km de extensão

O projeto básico da Ferrovia Kennedy foi entregue pela Vale ao governo do Espírito Santo na última quarta-feira (03). O primeiro trecho da ferrovia federal EF-118 conectará os municípios de Anchieta e Presidente Kennedy, que ficam no sul do estado.

O projeto detalha os 92,8 km de extensão da ferrovia, que será interligada à malha ferroviária federal.

Segundo o vice-presidente executivo de Assuntos Corporativos e Institucionais da Vale, Alexandre D’Ambrósio, o objetivo da doação do projeto é fortalecer a região sul capixaba.

“Nosso objetivo é colaborar com o desenvolvimento da infraestrutura da região Sul. Por isso, estamos doando o projeto básico e repassando os recursos para os estudos socioambientais da Ferrovia Kennedy. Esses estudos permitirão a busca por parceiros para viabilizar a implantação do projeto”, disse Alexandre.

A nova ferrovia prevê a ligação entre os municípios de Anchieta, Piúma, Iconha, Rio Novo do Sul, Itapemirim e Presidente Kennedy.

Segundo o vice-governador e secretário de Desenvolvimento do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, os investimentos que acontecerão em sequência serão importantes para o desenvolvimento social e econômico da região.

“Com esse projeto e os estudos ambientais que foram contratados hoje, estamos equipados e organizados para que os investimentos possam acontecer na sequência, contribuindo muito para o desenvolvimento econômico e social do Sul do Espírito Santo”, destacou Ricardo Ferraço.

Ao longo do traçado, está prevista a construção de dez pontes ferroviárias e sete viadutos ferroviários, projetados para superar desafios geográficos. Um investimento de R$ 3,5 milhões também está sendo feito para a realização de estudos socioambientais do projeto.

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Estudo socioambiental

A consultoria especializada Econservation Estudos e Projetos Ambientais será a responsável pelos estudos básicos socioambientais para o licenciamento da Ferrovia Kennedy.

A assinatura do contrato foi firmada durante a entrega do projeto. A contratação da empresa foi realizada pelo ES em Ação, por meio de acordo de cooperação técnica com o governo do Estado.

“Este projeto ferroviário não apenas impulsionará a geração de emprego e renda local, mas também aprimorará a logística do Estado, tornando o mercado capixaba e brasileiro mais competitivo. A colaboração entre essas entidades é um passo crucial para um futuro mais próspero e integrado”, disse Fernando Saliba, diretor de Gestão Pública do ES em Ação.

Durante o período, um grupo de trabalho formado pelas empresas participantes e o Governo do Estado, representados institucionalmente pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento (Sedes) e tecnicamente pelo Departamento de Edificações e de Rodovias do Espírito Santo (DER), acompanharão o projeto e farão análises técnicas.

A realização e entrega dos estudos ambientais básicos pela consultoria terá o prazo de dois anos. Ao final, a análise técnica ambiental será doada ao Governo do Estado.

Ramal Anchieta

Em outra frente, o Ramal Anchieta segue em desenvolvimento. O projeto é uma extensão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), entre Santa Leopoldina e Anchieta.

O projeto está sob análise do Ministério dos Transportes e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para confirmação como investimento adicional, conforme previsto no 3º Termo Aditivo ao Contrato da Concessão da EFVM.

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* Fonte: Vale / Governo do Estado (Vice-Governadoria) / FV

* Foto:

 

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Economia

Nascida com investimento de R$ 360, Borana quer faturar R$ 32 milhões em 2026

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Marca beachwear de São Mateus ganhou mercado externo, cinco lojas físicas e 150 funcionários partindo de um investimento inicial de R$ 360

Por João Flávio Figueiredo* | Vitória – ES

A marca de beachwear Borana, fundada em São Mateus, no norte do Espírito Santo, projeta faturamento superior a R$ 32 milhões em 2026. No ano passado, a empresa registrou R$ 28 milhões em receita com uma produção anual em torno de 360 mil peças. A marca conta com uma fábrica, cinco lojas físicas no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo e emprega 150 pessoas.

O número é resultado de uma jornada forjada na escassez, com capital próprio e sem investidor externo. Em 2010, a família começou a produzir biquínis sob medida para a filha, que estudava em Vitória. 

Empresário Jorge Aguiar recebeu a medalha Mérito Empreendedor, honraria da Findes / Foto: Divulgação

“O produto circulou entre amigas, os pedidos cresceram e, em seis meses, a marca começou a receber um volume relevante de encomendas. Eu tocava flauta na noite para fazer renda e juntei R$ 360 para comprar alguns metros de tecido”, lembra Jorge Aguiar, sócio-fundador da Borana.

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A empresa tocada pela família Aguiar. O criativo fica a cargo de Patiara, filha do casal Inânia, esposa de Jorge, cuida da produção. Moreno, o filho, completa o quadro societário.

O salto de visibilidade veio em 2016, quando a Borana foi selecionada para participar de um desfile do São Paulo Fashion Week. A marca ganhou o desfile solo na semana de moda de Macau e ganhou popularidade ao ter uma peça usada pela cantora Anitta em 2020.

Hoje, 70% da produção é realizada na fábrica própria em São Mateus, que emprega 108 funcionários. Os 30% restantes são distribuídos por uma rede de aproximadamente 50 costureiras independentes que trabalham de casa, concentradas principalmente na Grande Vitória.

No exterior, a Borana exporta para a Europa, Estados Unidos, América Latina e Ásia. O mercado externo representa, na média, 10% do faturamento, mas Aguiar considera a presença internacional estratégica para o posicionamento da marca no Brasil. 

“Quando você fala que está exportando para esses países, valoriza o produto internamente”, afirmou. “Mas sempre valorizamos a nossa origem em vez de buscar as tendências estrangeiras. Tornamos o produto local uma referência no Brasil e no mundo”.

Para sustentar o crescimento, a Borana fez recentemente um investimento de R$ 1,3 milhão em uma sala de corte automatizada. A aquisição busca aumentar a velocidade e a precisão do processo de corte, que antes era feito manualmente. 

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O próximo passo em análise é a adoção de um modelo de franquias, embora Aguiar considere que a empresa ainda precisa aumentar a produtividade para adotar esse modelo.

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  • O autor assina a coluna Folha Business – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Borana
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