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Cariacica é o único do Espírito Santo entre os 8 municípios do País com a maior variação positiva em investimento
Economia
Cariacica – ES
Segundo o Instituto Trata Brasil, para o indicador de atendimento total de esgoto, a variação em Cariacica foi de 2,54 pontos percentuais, e para o tratamento de esgoto, foi de 3,21 pontos percentuais. “Quando colocamos Deus em 1º lugar e adotamos a inclusão das pessoas nas ações das políticas públicas, independentemente de sua opção política e religiosa, e ainda se tem a ajuda de gestores como o governador Renato Casagrande e o vice Ricardo Ferraço, a cidade se desenvolve. E Cariacica é um dos municípios que mais crescem e se desenvolvem no Espírito Santo”, agradece o prefeito Euclério Sampaio
Cariacica é o único dos 78 municípios do Espírito Santo que está entre os oito do Brasil com a maior variação positiva em investimento no saneamento básico. A informação consta da 18ª edição do Ranking do Saneamento com foco nos 100 municípios mais populosos do País, publicado pelo Instituto Trata Brasil (ITB), em parceria com GO Associados.

A Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan) levou Vila Velha e Cariacica a ocuparem posições de destaque entre os municípios brasileiros com maior investimento per capita no ranking do saneamento.
No caso da melhoria da posição de Cariacica, se deve também à parceria feita entre o prefeito Euclério Sampaio (MDB), o governador Renato Casagrande (PSB) e o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), por meio da Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan).
Segundo o Trata Brasil, a subseção referente às Grandes Variações no Ranking de 2026 apresenta os municípios que variaram mais de 10 posições, de forma positiva ou negativa, entre o Ranking de 2025 (SINISA, 2023) e o Ranking de 2026 (SINISA, 2024). Os municípios com maior variação positiva são: Teresina, Guarulhos (SP), Betim (MG), São José dos Pinhais (PR), Juiz de Fora (MG), São José dos Campos (SP), Joinville (SC) e Cariacica.
A Cesan investiu mais de R$ 43 milhões em Cariacica somente no ano de 2025 para ampliação e melhoria dos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento do esgoto. O estudo destaca que São José dos Campos, Joinville e Cariacica subiram 11 posições no Ranking de 2026. As melhoras observadas no caso de Cariacica devem-se, em grande medida, aos indicadores de atendimento de esgoto e de perdas.

Segundo o Trata Brasil, para o indicador de atendimento total de esgoto, a variação em Cariacica foi de 2,54 pontos percentuais, e para o tratamento de esgoto, foi de 3,21 pontos percentuais. Para as perdas na distribuição, houve melhora de 2,36 pontos percentuais, e para o indicador de perdas por ligação, houve expressiva melhora de 52,18 pontos percentuais.
Uma das ações marcantes da Cesan e do Governo do Estado em Cariacica foi a inauguração – n dia 13 de janeiro de 2026 – das novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) de Flexal e Bandeirantes. As duas entregas representam um avanço significativo para o saneamento básico do município, elevando para 80% a cobertura de esgotamento sanitário e ampliando a qualidade dos serviços prestados à população.
A ETE Bandeirantes aumentou sua capacidade em 50 litros por segundo, elevando o volume total de tratamento para 300 litros por segundo. Com investimento de aproximadamente R$ 32 milhões, a obra fortalece o sistema de esgotamento sanitário da região, garantindo maior eficiência no tratamento dos efluentes e possibilitando a ampliação do atendimento aos moradores.
Já a ETE Flexal II foi concebida com foco em inovação, eficiência operacional e sustentabilidade ambiental. Com capacidade máxima de 90 litros por segundo e investimento estimado em R$ 47 milhões, a nova unidade contribui para a redução de impactos ambientais, melhora as condições sanitárias das áreas atendidas e reforça o compromisso da Cesan com o desenvolvimento sustentável de Cariacica.

“Temos em Cariacica diversas obras de saneamento feitas pela Cesan e o Governo do Estado. Quando colocamos Deus em primeiro lugar e adotamos a inclusão das pessoas nas ações das políticas públicas, independentemente de sua opção política e religiosa, e ainda se tem a ajuda de gestores como o governador Renato Casagrande e o vice Ricardo Ferraço, a cidade se desenvolve. E hoje Cariacica é um dos municípios que mais crescem e se desenvolvem no Espírito Santo”, agradeceu Euclério Sampaio.
O estudo é realizado anualmente pelo Instituto Trata Brasil. Nesta edição foi composto pela análise de três dimensões do saneamento básico nos 100 maiores municípios brasileiros em número de habitantes: “Nível de Atendimento”, “Melhoria do Atendimento” e “Nível de Eficiência”.
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- Prefeitura de Cariacica / Comunicação – Conteúdo
- Foto Destaque: Divulgação / PMC
Economia
Escala 5×2 ameaça pequenos negócios no interior do ES
Pesquisa aponta risco de aumento de custos, dificuldade para manter atendimento e falta de mão de obra qualificada
Aumento de custos operacionais, dificuldade para reorganizar equipes e escassez de mão de obra qualificada, especialmente em negócios ligados ao comércio, serviços e turismo estão listados como os principais impactos da possível adoção da escala de trabalho 5×2 em municípios capixabas. Um estudo realizado com 30 empresários e gestores de Marataízes e cidades vizinhas, apontou a situação.
O levantamento, realizado em abril deste ano, foi conduzido pelo Administrador Allan Junio da Silva Vieira, representante institucional do Conselho Regional de Administração do Espírito Santo (CRA-ES) na Região Litoral Sul. Segundo ele, “a escala 5×2 não pode ser analisada apenas como uma questão trabalhista. Ela acaba expondo gargalos históricos de gestão, tecnologia e qualificação profissional que já existiam nas empresas do interior”, afirma.
Conhecida como a “Pérola Capixaba” e também como a capital estadual do abacaxi, Marataízes é um dos principais polos turísticos e agrícolas do litoral sul do Espírito Santo. Com economia fortemente baseada em atividades presenciais e atendimento direto ao público, o município representa um retrato dos desafios enfrentados por pequenas e médias empresas diante das mudanças nas relações de trabalho.
Segundo Allan Vieira, o debate sobre a escala 5×2 vai além da redução da jornada semanal. O levantamento identificou diferenças significativas entre empresas mais modernas e negócios ainda dependentes de operações manuais. Enquanto organizações com maior uso de tecnologia enxergam oportunidades de ganho de produtividade e modernização, empresas tradicionais demonstram preocupação com a manutenção dos turnos de atendimento e a sustentabilidade financeira das operações.
De acordo com o estudo, muitos empresários estimam aumento operacional próximo de 20% em setores com atendimento direto ao público caso não haja investimento em automação e reorganização de processos internos. “O principal medo não é apenas a folha salarial. Muitos gestores relatam preocupação em conseguir manter o atendimento funcionando em cidades onde ainda existe forte dependência do trabalho operacional e pouca oferta de mão de obra qualificada”, explica Allan Vieira.
A pesquisa também aponta diferenças de percepção entre os perfis empresariais analisados. Enquanto empresas maiores concentram preocupações em competitividade e produtividade, pequenos empreendedores demonstram receio imediato relacionado à sobrevivência financeira e à capacidade de adaptação.
Para o Administrador Allan Vieira, o cenário reforça a necessidade de modernização da gestão no interior capixaba. “Tecnologia e gestão deixaram de ser diferenciais e passaram a ser fatores de sobrevivência. Empresas que já utilizam automação e ferramentas digitais conseguem absorver melhor mudanças na jornada de trabalho”, destaca.
Apesar dos desafios, o estudo também identifica oportunidades. Entre elas, a possibilidade de atração de profissionais de grandes centros urbanos em busca de qualidade de vida e a melhoria do ambiente organizacional nas empresas que conseguirem investir em inovação e produtividade. “A escala 5×2 pode se transformar em uma vantagem competitiva para o interior do Espírito Santo, mas isso depende diretamente da capacidade das empresas de modernizar processos e investir em produtividade”, conclui o representante institucional do CRA-ES.
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- Matéria reproduzida do JN – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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