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Banestes oferece microcrédito com taxas especiais para empreendedoras capixabas

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A linha de Microcrédito Empreendedorismo Juntas operada pelo Banestes por meio do Programa Nossocrédito estará com condições especiais até o final do mês de abril, em comemoração ao mês da mulher, lembrado em março. Neste período, as empreendedoras terão acesso ao crédito com taxa única pré-fixada em 1,19% ao mês, com até 6 meses de carência e prazo total de até 36 meses.

O objetivo da ação é incentivar o protagonismo das empreendedoras capixabas e fomentar a economia local. São ofertadas duas linhas de microcrédito: o Microcrédito Empreendedorismo Juntas – Pessoa Física (PF) e o Microcrédito Empreendedorismo Juntas – Pessoa Jurídica (PJ).

As linhas oferecem limite máximo de contratação de R$ 21 mil para negócios formais ou informais, além de carência de até seis meses. Somente em 2025, já foram concedidos mais de R$ 3,7 milhões para empreendedoras capixabas.

As interessadas em contratar o microcrédito deverão enviar a solicitação de forma on-line, acessando o Painel Nossocrédito, por meio do link: https://nossocredito-aderes.web.app . Em seguida, deverão preencher alguns dados pessoais e sobre o empreendimento, e registrar a solicitação. Após o registro, o agente de crédito responsável entrará em contato com a cliente para dar prosseguimento à proposta.

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Programa de microcrédito é referência nacional

O Banestes é o agente financeiro exclusivo do Programa Nossocrédito, fruto da parceria entre o Banestes e o Governo do Estado do Espírito Santo, por meio da Aderes, o SEBRAE e as 78 prefeituras municipais. O Programa Nossocrédito completa 22 anos em 2025 e é reconhecido como um dos principais projetos de inclusão social, geração de emprego e renda e desenvolvimento para os municípios capixabas e para o Estado. É considerado um programa de referência em âmbito nacional, se destacando como case de sucesso em várias ocasiões.

Até o final do mês de fevereiro de 2025, o Nossocrédito já efetivou mais de 180 mil operações de microcrédito, atendendo mais de 90 mil empreendedores formais e informais. Desde o seu início, o programa já concedeu aproximadamente R$ 1,1 bilhão em operações de microcrédito. Somente nos dois primeiros meses de 2025 (janeiro e fevereiro), já foram concedidos mais de R$ 8,2 milhões nas linhas de microcrédito operadas pelo Banestes.

Confira as opções de microcrédito do Programa Nossocrédito, via Banestes:

Microcrédito Capital de Giro (PF e PJ):

  • Microcrédito Empreendedorismo PF – Limite de até R$ 15.000,00, taxa a partir de 1,59%, parcelamento de até 30 meses com até 3 meses de carência.
  • Microcrédito Empreendedorismo PJ – Limite de até R$ 21.000,00, taxa a partir de 1,39%, parcelamento de até 36 meses com até 6 meses de carência.
  • Microcrédito Juntas (PF e PJ) – programa exclusivo para mulheres empreendedoras (taxa promocional mês das mulheres): limite de até R$ 21.000,00, taxa pré-fixada a 1,19%, parcelamento de até 36 meses com até 6 meses de carência;
  • Microcrédito Juventude Empreendedora (PF e PJ) – destinado para jovens empreendedores que concluíram cursos de qualificação de entidades parceiras: limite de até R$ 5.000,00, taxa pré-fixada a 1,19%, parcelamento de até 24 meses com até 6 meses de carência.
  • Microcrédito Qualificar ES (PF e PJ) – destinado aos empreendedores que realizam cursos de capacitação e formação técnica do Qualificar ES: limite de até R$ 10.000,00, taxa pré-fixada a 1,15%, parcelamento de até 30 meses com até 3 meses de carência.
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* Fonte: Banestes / Assessoria de Comunicação do Banestes – Rafaella Rodrigues
* Foto/destaque: Divulgação / Banestes

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Escala 5×2 ameaça pequenos negócios no interior do ES

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Pesquisa aponta risco de aumento de custos, dificuldade para manter atendimento e falta de mão de obra qualificada

Aumento de custos operacionais, dificuldade para reorganizar equipes e escassez de mão de obra qualificada, especialmente em negócios ligados ao comércio, serviços e turismo estão listados como os principais impactos da possível adoção da escala de trabalho 5×2 em municípios capixabas. Um estudo realizado com 30 empresários e gestores de Marataízes e cidades vizinhas, apontou a situação.

O levantamento, realizado em abril deste ano, foi conduzido pelo Administrador Allan Junio da Silva Vieira, representante institucional do Conselho Regional de Administração do Espírito Santo (CRA-ES) na Região Litoral Sul. Segundo ele, “a escala 5×2 não pode ser analisada apenas como uma questão trabalhista. Ela acaba expondo gargalos históricos de gestão, tecnologia e qualificação profissional que já existiam nas empresas do interior”, afirma.

Conhecida como a “Pérola Capixaba” e também como a capital estadual do abacaxi, Marataízes é um dos principais polos turísticos e agrícolas do litoral sul do Espírito Santo. Com economia fortemente baseada em atividades presenciais e atendimento direto ao público, o município representa um retrato dos desafios enfrentados por pequenas e médias empresas diante das mudanças nas relações de trabalho.

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Segundo Allan Vieira, o debate sobre a escala 5×2 vai além da redução da jornada semanal. O levantamento identificou diferenças significativas entre empresas mais modernas e negócios ainda dependentes de operações manuais. Enquanto organizações com maior uso de tecnologia enxergam oportunidades de ganho de produtividade e modernização, empresas tradicionais demonstram preocupação com a manutenção dos turnos de atendimento e a sustentabilidade financeira das operações.

De acordo com o estudo, muitos empresários estimam aumento operacional próximo de 20% em setores com atendimento direto ao público caso não haja investimento em automação e reorganização de processos internos. “O principal medo não é apenas a folha salarial. Muitos gestores relatam preocupação em conseguir manter o atendimento funcionando em cidades onde ainda existe forte dependência do trabalho operacional e pouca oferta de mão de obra qualificada”, explica Allan Vieira.

A pesquisa também aponta diferenças de percepção entre os perfis empresariais analisados. Enquanto empresas maiores concentram preocupações em competitividade e produtividade, pequenos empreendedores demonstram receio imediato relacionado à sobrevivência financeira e à capacidade de adaptação.

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Para o Administrador Allan Vieira, o cenário reforça a necessidade de modernização da gestão no interior capixaba. “Tecnologia e gestão deixaram de ser diferenciais e passaram a ser fatores de sobrevivência. Empresas que já utilizam automação e ferramentas digitais conseguem absorver melhor mudanças na jornada de trabalho”, destaca.

Apesar dos desafios, o estudo também identifica oportunidades. Entre elas, a possibilidade de atração de profissionais de grandes centros urbanos em busca de qualidade de vida e a melhoria do ambiente organizacional nas empresas que conseguirem investir em inovação e produtividade. “A escala 5×2 pode se transformar em uma vantagem competitiva para o interior do Espírito Santo, mas isso depende diretamente da capacidade das empresas de modernizar processos e investir em produtividade”, conclui o representante institucional do CRA-ES.

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  • Matéria reproduzida do JN – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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