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Combate à Dengue / Conscientização

Escolas de Educação Infantil estimulam crianças com ações de sensibilização e combate à dengue

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CIDADES

Aracruz – ES

A dengue tem levado aos postos de saúde centenas de pessoas acometidas dessa doença. A prevenção através do conhecimento das ações para evitar a propagação dessa anomalia, tem sido a preocupação das escolas de educação infantil do município de Aracruz.

Profissionais da educação que trabalham nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI’S) Cinderela, bairro Guanabara, Crescer, Fátima vêm promovendo junto às crianças ações de sensibilização e combate à dengue. São iniciativas por meio de uma proposta “lúdica e brincante”, as crianças dessas unidades de ensino, estão sendo estimuladas a cuidarem da sua escola, do seu bairro e de suas residências.

 “A proposta surgiu em parceria com o Programa Saúde na Escola (PSE), que sugeriu uma ação educativa, e a equipe, percebendo a importância, prontamente aderiu ao movimento. O país vive uma epidemia dessa doença, com muitos casos em todas regiões, e com a comunidade do bairro onde fica nossa escola não é diferente. Por isso estamos intensificando essa luta”, destacou a diretora Daniele Dettogni Piol.

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Acompanhadas por seus professores, as crianças estão realizando atividade de campo, observando o entorno da escola, percebendo possíveis focos de reprodução para o mosquito. Além de todo um trabalho em sala de aula, elas são orientadas e estimuladas a se envolverem com seus familiares nos cuidados para combater o mosquito da dengue. Produziram placas com dizeres de conscientização, que levaram para suas casas, afim de compartilhar com a família suas aprendizagens. 

Na sexta-feira (8), elas apreciaram um teatro dos professores, trabalhando o tema de forma lúdica. “Já na próxima semana, estarão produzindo uma carta coletiva, destinada à empresa de limpeza urbana do município, S.A Ambiental, para que possam ser provocadas a fazerem a retirada dos entulhos acumulados”, lembrou Daniele.

Já no CMEI Crescer, a professora Núbia do Grupo 4 desenvolveu atividades como roda de conversa com informações, nome científico, reprodução do mosquito, cuidados, sintomas, além de confecção de cartazes com orientações e cuidados, faixa ” xô dengue”, boliche, pega-pega e passeio pela escola procurando focos de dengue.

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A importância dessas ações, servem, como inspiração e convite, as demais escolas e comunidades do município para aderirem a essa iniciativa desses CMEI’S.

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* Com informações PMA – Foto: Renato Lana de Faria

 

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CIDADES

Trânsito caótico no centro de São Mateus

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Desorganização e desrespeito ficam ainda mais evidentes aos sábados, devido à intensa movimentação do comércio

Por Paulo Roberto Borges*

O trânsito no centro da cidade de São Mateus tem se tornado um verdadeiro teste de paciência para motoristas e pedestres. A falta de respeito às regras é evidente: locais de estacionamento não são observados, veículos que atuam como aplicativos concorrem de forma irregular com os taxistas ao permanecerem parados aguardando chamadas, e não se vê a presença de viaturas da Guarda de Trânsito para coibir esses abusos.

De acordo com informações repassadas à reportagem, o município não conta com plataformas oficiais de transporte por aplicativo. O serviço prestado atualmente ocorre por meio de grupos informais, que funcionam de maneira semelhante aos aplicativos tradicionais. Segundo denúncias, os valores cobrados são aleatórios, sem critérios claros ou tabelas definidas, como ocorre em plataformas regulamentadas como Uber e 99.

Para os taxistas, a situação configura concorrência desleal. Os veículos que atuam como “aplicativos” na cidade estacionam em locais indevidos, inclusive ocupando espaços reservados aos táxis.

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Em frente ao Centro Comercial, na Avenida José Tozze, por exemplo, as vagas de estacionamento são frequentemente ocupadas por esses veículos, sendo liberadas apenas quando surge alguma solicitação de corrida.

Além disso, motoristas que desejam estacionar para realizar compras enfrentam dificuldades para encontrar vagas disponíveis. Há ainda casos em que até mesmo uma emissora de rádio utiliza cones para delimitar espaço, impedindo que as vagas públicas sejam usadas pela população.

Procurada para se manifestar sobre o assunto, a municipalidade não respondeu até o fechamento desta matéria, uma vez que cabe a Prefeitura fiscalizar essas demandas.

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  • Com a colaboração do correspondente Pablo Sena

 

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