VITÓRIA
Pesquisar
Close this search box.

Fraude no INSS

Fraude no INSS: Advogado pede a prisão preventiva de Lulinha

Publicados

BRASIL

Filho do presidente Lula é investigações por ligações com o Careca do INSS e, supostamente, poderia fugir para a Espanha

O advogado Jeffrey Chiquini afirmou, nesta semana, que protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, no âmbito das investigações sobre fraudes no INSS. O requerimento foi direcionado ao ministro André Mendonça, relator do caso.

Em vídeo divulgado nas redes, Chiquini declarou:

Acabei de pedir a prisão preventiva do Lulinha. O pedido acaba de ser protocolado para o André Mendonça. Todo mundo sabe que o Lulinha, está atolado até o pescoço nessa fraude do INSS, diariamente são escândalos envolvendo o seu nome como a mesada do Careca do INSS.

Segundo Chiquini, a solicitação se baseia no risco de o investigado deixar o país e não se colocar à disposição da Justiça. Em 2025, o filho do presidente Lula ficou na Espanha e, agora, deve deixar o Brasil novamente”.

Por isso, o advogado apresentou o pedido, pois por ter residência no exterior, Lulinha pode não ser responsabilizado e preso no país, caso seja acusado e julgado.

Leia Também:  STF julgará descriminação do aborto no plenário presencial

Ele também afirmou que há “indícios sólidos” de envolvimento de Lulinha no caso e que o pedido deve ser analisado pelo Ministério Público.

A investigação da Polícia Federal apura supostas ligações de Lulinha com um esquema de fraudes em descontos associativos do INSS. Relatórios mencionam conversas e depoimentos que citam uma possível “mesada” de R$ 300 mil, além de suspeitas sobre negócios ligados à cannabis medicinal.

Apesar dos indícios citados nos autos, a própria PF registrou que, até o momento, não há provas diretas da participação de Lulinha nos crimes investigados.

———————————————————————

  • Informações Estadão – Conteúdo
  • Foto Destacada: Reprodução / mídias sociais
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Banco Master: pedidos de CPI para acompanhar investigações avançam no Congresso

Publicados

em

Entre os assinantes do pedido está o senador Fabiano Contarato (PT-ES), presidente da CPI do Crime Organizado no Senado. Segundo ele, o escândalo é de “gravidade sem precedentes”

Por Wal Lima* – Brasília / DF

O escândalo do Banco Master deu engrenagem para que vários parlamentares assinassem o pedido de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar o caso e acompanhar os desdobramentos junto às investigações da Polícia Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU). A solicitação de CPMI no Congresso foi feita por meio de uma ação conjunta das deputadas Heloisa Helena (Rede-RJ) e Fernanda Melchionna (PSol-RS).

Entre os assinantes do pedido está o senador Fabiano Contarato (PT-ES), presidente da CPI do Crime Organizado no Senado, que deu apoio ao documento nesta quinta-feira (15/1) e afirmou que o escândalo é de “gravidade sem precedentes”. Ele defende uma investigação profunda, técnica e independente por parte do Congresso Nacional.

“À medida em que as apurações avançam, nos deparamos com indícios cada vez mais contundentes de um esquema complexo, munido de tentáculos que já teriam alcançado as mais altas estruturas estatais, políticas e financeiras”, declarou Contarato. “O Parlamento não pode se omitir diante desses fatos”.

Autora do pedido, Heloisa Helena chegou se pronunciar nas redes sociais. Disse que “a petição pública de apoio ao Requerimento da CPMI do Banco Master já foi assinada por vários parlamentares”, mas não chegou a citar o número de senadores e deputados que estão apoiando a medida.

Leia Também:  Regras para ciclomotores começam a valer nesta quinta; saiba mais

Paralelamente ao pedido, na Câmara, o deputado e ex-governador do DF, Rodrigo Rollemberg, disse que já alcançou o número necessário para a criação de uma CPI na Casa Baixa. 

“Alcançamos o número necessário de assinaturas para a criação da CPI do Banco Master, que também vai investigar as operações bilionárias envolvendo o BRB. […] Estão sob apuração operações que somam cerca de R$ 12,2 bilhões, envolvendo carteiras de crédito de qualidade duvidosa e possíveis ativos sem lastro, que colocaram em risco recursos públicos do Distrito Federal”, disse o deputado. Segundo ele, cabe agora ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), dar segmento na tramitação da proposta.

“O Brasil precisa de respostas, o dinheiro público precisa ser protegido e a verdade precisa vir à tona”, finalizou o parlamentar.

————————————–

*Correio Braziliense – Conteúdo

*Foto Destacada: Reprodução / Internet

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GERAL

POLÍTICA & GOVERNO

CIDADES

TURISMO

MAIS LIDAS DA SEMANA