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Acidente Aéreo

“Mayday, mayday, mayday”: piloto declarou emergência para torre antes de avião cair em SC

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Acidente Aéreo

Aeronave caiu na praia de Navegantes, na tarde desta segunda-feira (6)

Por Katriani dos Santos* | Santa Catarina (SC)

A comunicação entre o piloto do avião que caiu na praia de Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina, revela os momentos de tensão que antecederam o acidente na tarde desta segunda-feira (6). Após declarar “Mayday”, o sinal internacional de emergência, o comandante informou problemas na aeronave, recebeu prioridade para pouso no aeroporto da cidade e, minutos depois, comunicou que faria um pouso forçado na faixa de areia.

'Mayday, mayday, mayday': piloto declarou emergência para torre antes de avião cair em Navegantes

O piloto informou ao controle de tráfego aéreo que enfrentava um problema no motor esquerdo da aeronave e solicitou prioridade para pousar no Aeroporto de Navegantes.

Diante da emergência, o controlador autorizou imediatamente a aproximação e passou a reorganizar o tráfego aéreo na região. Outras aeronaves que se preparavam para pousar receberam instruções para interromper a aproximação e permanecer em espera, enquanto o controlador informou pelo rádio que havia uma “aeronave em emergência” com prioridade para aterrissagem.

Piloto declarou emergência para torre antes de avião cair em Navegantes

Pouco depois, o piloto foi transferido para a frequência da torre de Navegantes e voltou a declarar a situação de emergência. Durante a comunicação, recebeu informações sobre as condições do vento, a pista em uso e orientações para a aproximação.

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Com prioridade para pouso, o comandante informou que faria a aproximação pela região do litoral. A torre de Navegantes autorizou o procedimento, orientou sobre as condições do vento e alertou para a presença do Morro da Galheta, obstáculo localizado nas proximidades da cabeceira da pista.

A torre também solicitou dados como o número de pessoas a bordo, a autonomia de combustível e a existência de material perigoso na aeronave, procedimentos padrão adotados para preparar as equipes de resposta em solo.g Time 0:00

O avião que caiu em Navegantes pertencia à empresa Srlumi Srlumi Participações, de Curitiba. Com destino à Curitiba, no Paraná, a aeronave caiu na Meia Praia.

O avião é um Piper PA-31T Cheyenne, com matrícula PT-ODR, que havia decolado do Aeroporto Costa Esmeralda, em Porto Belo, e seguia para o Aeroporto de Bacacheri, em Curitiba (PR). O acidente ocorreu por volta das 15h, em uma área de restinga na região da Meia Praia, nas proximidades do Aeroporto Internacional de Navegantes.

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Dois homens foram resgatados com vida e levados em estado grave aos hospitais de Navegantes e Marieta Konder Bornhausen.

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  • Informações do portal ND+, de Santa Catarina – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais

 

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Acidente Aéreo

Avião de pequeno porte cai e deixa piloto e pesquisadora alemã mortos em Campo Grande

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Por Thais Libni  e Geisy Games*  | Mato Grosso do Sul (MS)

Um avião caiu na manhã desta sexta-feira (3), nas proximidades do Aeroporto Santa Maria, na saída para Três Lagoas, em Campo Grande. O Corpo de Bombeiros confirmou a queda e as mortes do piloto Henrique Martin e da pesquisadora alemã Lydia Möcklinghoff.

Segundo as primeiras informações da corporação, o avião saiu do aeroporto e tentou pousar em uma pista privada. A aeronave tinha como destino o Pantanal de Mato Grosso do Sul. A suspeita inicial é de que o piloto tenha procurado uma alternativa devido à baixa visibilidade provocada pela neblina que atingiu Campo Grande na manhã desta sexta-feira (3).

As circunstâncias da queda serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). O acidente ocorreu por volta das 6h30.

Conforme apurado pelo g1, carros de socorro ficaram atolados na estrada de terra que dava acesso ao local do acidente. A aeronave pertence à empresa Amapil Táxi Aéreo. Em nota, o empreendimento lamentou as mortes e se colocou à disposição para prestar esclarecimentos à investigação. (Leia a nota na íntegra mais abaixo).

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Pessoas que trabalham em um hangar da pista privada relataram ter ouvido uma explosão pouco antes da confirmação da queda da aeronave.

O avião caiu em uma área próxima ao condomínio Terras do Golfe. Duas equipes do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local, além de uma unidade de resgate e uma viatura de combate a incêndio.

Condições da aeronave

O avião que caiu é um EMB-810D, modelo bimotor a pistão de pequeno porte fabricado pela Neiva em 1983. A aeronave é homologada para transportar até seis passageiros, além do piloto, totalizando sete assentos, e tem peso máximo de decolagem de 2.155 quilos.

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o modelo é certificado na categoria “Normal”, destinada a operações da aviação geral e executiva, e está configurado para operações previstas no RBAC 135, regulamento que disciplina serviços como o táxi-aéreo e outros tipos de transporte aéreo não regular.

O que disse a empresa?

“A AMAPIL Táxi Aéreo Ltda. confirma, com profundo pesar, o acidente ocorrido na manhã desta sexta-feira, 3 de julho de 2026, envolvendo uma de suas aeronaves, que resultou no falecimento do piloto e de uma passageira. Neste momento de imensa tristeza, a empresa manifesta sua solidariedade e as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e pessoas próximas das vítimas, colocando-se à disposição para prestar todo o apoio necessário.

Toda a equipe da AMAPIL está profundamente consternada com o ocorrido. Há mais de 52 anos atuando na aviação civil, a empresa sempre conduziu suas operações com absoluto compromisso com a segurança, a manutenção de suas aeronaves e o rigor técnico exigido pela atividade. Desde os primeiros momentos, a AMAPIL vem colaborando integralmente com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) e com as demais autoridades competentes, fornecendo todas as informações e o suporte necessários para a apuração dos fatos.

As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelos órgãos responsáveis. Em respeito às famílias das vítimas e à investigação em curso, a empresa não se manifestará sobre aspectos técnicos ou circunstâncias do acidente até a conclusão dos trabalhos oficiais. A AMAPIL reafirma seu compromisso com a transparência, com a segurança operacional e com o respeito às vítimas e seus familiares”.


  • Informações G1 – Conteúdo
  • Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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