Tentaram puxar o tapete
Caroline de Toni deixa o PL após perder espaço na corrida pelo Senado em SC
Política Nacional
Parlamentar teria recusado proposta para compor chapa ao lado de Jorginho Mello (PL) na disputa pelo governo do Estado de Santa Catarina
Por Vivian Leal* – Florianópolis / SC
A deputada federal, Caroline de Toni (PL), comunicou a saída da sigla ao presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto, na tarde desta quarta-feira (4).
A decisão ocorre em meio à disputa com o ex-vereador Carlos Bolsonaro, pela candidatura ao Senado Federal por Santa Catarina.
Neste ano, o estado elegerá dois, dos três senadores aos quais tem direito. Esperidião Amin (PP), Gilson Marques (NOVO) e Décio Lima (PT) também devem se juntar à disputa eleitoral.
Caroline De Toni recusa vice em chapa com Jorginho Mello

Uma expoente da direita de Santa Catarina, Caroline de Toni deve deixar o PL pelo Novo / Foto: Warley Cabral / NDTV
Conforme publicado pelo portal Metrópoles, o presidente do PL ofereceu o posto de vice-governadora em uma chapa com Jorginho Mello (PL) — que busca reeleição — à Caroline de Toni, para que ela desistisse da candidatura ao Senado Federal, mas a deputada federal recusou a proposta.
Valdemar teria argumentado que precisa de uma das vagas para apoiar a candidatura de Esperidião Amin (PP), que tentará a reeleição como senador. A outra vaga na disputa será ocupada pelo filho “02” do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos (PL).
À reportagem do ND Mais, a assessoria de imprensa da parlamentar confirmou a saída do partido, mas refutou falar sobre o destino da deputada. A tendência é que Caroline de Toni se junte a Gilson Marques no NOVO.
Michelle anuncia apoio à Caroline de Toni
Mais cedo, nesta quarta-feira (4), a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, usou as redes sociais para manifestar apoio à deputada federal catarinense, Caroline de Toni (PL).
Em uma publicação nos stories do Instagram, Michelle uniu duas fotos da deputada federal catarinense: uma ao lado de Jair Bolsonaro (PL) e outra de mãos dadas com Michelle. Entre as duas fotos, Michelle escreveu “estaremos com você”, e marcou Caroline de Toni.
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- ND Mais – Conteúdo
- Foto Destaque: Crédito – Kayo Magalhães/ND Mais
Política Nacional
Deputado capixaba é o autor do projeto que cria regras para bicicletas elétricas que exige cadastro e capacete
Proposta também define idade mínima para condução desses veículos
Brasília (DF)
O Projeto de Lei 4920/25 estabelece normas gerais para a circulação de bicicletas elétricas e motorizadas em todo o país. O texto define idade mínima para condutores, torna obrigatório o uso de capacete e cria um cadastro nacional para esses veículos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
O objetivo da medida, de autoria do deputado Dr. Victor Linhalis (Pode-ES), é padronizar as regras de trânsito e aumentar a segurança, diante do crescimento do uso desses equipamentos nas cidades.
O deputado argumenta que o aumento de acidentes com bicicletas elétricas tem gerado graves consequências para a saúde pública, citando o crescimento de traumatismos cranianos.
“O crescimento exponencial do uso de bicicletas elétricas e motorizadas, embora represente um avanço bem-vindo na mobilidade urbana sustentável, trouxe consigo um aumento expressivo no número de acidentes”, afirmou Linhalis. Ele destaca ainda que a exigência do capacete é “medida indispensável para a proteção da vida”.
Idade mínima
Pelo texto, a condução de bicicletas elétricas e motorizadas só será permitida para maiores de 15 anos. O uso de capacete certificado pelo Inmetro, com viseira ou óculos de proteção, será obrigatório tanto para quem pilota quanto para o passageiro.
As bicicletas deverão ter equipamentos obrigatórios, como campainha, iluminação dianteira (branca) e traseira (vermelha) e refletores laterais. O projeto proíbe expressamente o uso de celular ou fones de ouvido durante a condução.
Limites de velocidade
A proposta define limites específicos de velocidade para garantir a segurança de pedestres e ciclistas:
- 6 km/h em áreas de circulação de pedestres e calçadas (permitido apenas onde não houver ciclovia);
- 25 km/h em ciclovias e ciclofaixas;
- 32 km/h em outras vias urbanas (mediante autorização).
Combate à adulteração
O projeto proíbe a modificação da potência ou da velocidade máxima original das bicicletas. Quem for flagrado com veículo adulterado sofrerá multa e apreensão da bicicleta. Oficinas e lojas que realizarem esse serviço poderão ser interditadas e pagar multa em dobro.
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O texto cria o Cadastro Nacional de Bicicletas Elétricas (CNBE), que será gratuito e vinculado ao CPF ou CNPJ do proprietário. As bicicletas deverão ter um QR Code para facilitar a fiscalização e a identificação em casos de roubo ou furto.
Empresas de entrega
As empresas de aplicativos de entrega que utilizem esses veículos deverão treinar seus entregadores sobre segurança viária e exigir o cumprimento da lei. O descumprimento pode levar à suspensão das atividades da empresa.
Próximos passos
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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- Fonte: Agência Câmara de Notícias
- Foto Destaque: Crédito – Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
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