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Brasil sai na frente, mas sofre apagão e perde pela primeira vez para o Japão

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Futebol Internacional

Seleção faz 2 a 0 no primeiro tempo com gols de Paulo Henrique e Martinelli, mas sofre virada em 25 minutos na etapa final

A seleção brasileira decepcionou no último amistoso na Ásia. Após abrir 2 a 0 no primeiro tempo, o Brasil abusou dos erros e cedeu a virada para o Japão por 3 a 2, nesta terça-feira (14), em Tóquio. Paulo Henrique e Gabriel Martinelli marcaram os gols brasileiros, enquanto Minamino, Nakamura e Ueda fizeram para os donos da casa.

Foi a primeira vitória do Japão sobre o Brasil na história. Após a sequência de amistosos na Ásia, a seleção brasileira volta a campo em novembro. A CBF tem um acordo para enfrentar Senegal, em Londres, na Inglaterra, e a Tunísia, em Paris, na França. A confirmação deve ocorrer nos próximos dias, após o fim da data Fifa de outubro.

Paulo Henrique marca, Brasil larga na frente e faz 2 a 0

Com muitas mudanças, o Brasil demorou a se encontrar em campo. Nos primeiros minutos, o Japão chegou com mais perigo pelo lado direito com Ueda, mas não criou nenhuma chance clara — apesar de uma jogada que Minamino não conseguiu completar na pequena área.

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Depois de um início com dificuldades, o Brasil conseguiu se encontrar. A marcação encaixou na frente e gerou problemas para os japoneses. Após boa jogada com Bruno Guimarães, aos 25 minutos, Lucas Paquetá serviu Paulo Henrique, do Vasco, que invadiu a área e abriu o placar.

Pouco depois, aos 31 minutos, Lucas Paquetá voltou a brilhar como garçom. O camisa 11 deu belo passe de “cavadinha” e encontrou Gabriel Martinelli, que invadiu a área e bateu cruzado para ampliar a vantagem da seleção brasileira em Tóquio.

Brasil sofre virada em 25 minutos e perde pela primeira vez para o Japão

Na etapa final, a seleção brasileira teve uma atuação irreconhecível. Logo aos seis minutos, Fabrício Bruno falhou na saída de bola e entregou a bola no pé de Minamino, que descontou. Pouco depois, o zagueiro do Cruzeiro desviou um chute de Nakamura contra a própria meta, aos 16, que igualou o placar.

Após o início ruim, o Brasil deu sinais de reação com gol anulado de Matheus Cunha. Mas foi ponto fora da curva. Quatro minutos depois, aos 25, o Japão aproveitou, mais uma vez, o apagão da seleção brasileira, e virou. Após cruzamento de Ito, Ueda desviou sozinho na pequena área e fez 3 a 2 para os japoneses.

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Depois de sofrer a virada, Carlo Ancelotti colocou Estêvão e Richarlison como uma última cartada na busca pelo empate. Mas não surtiu efeito. O Brasil não conseguiu construir nenhuma jogada e foi pouco efetivo com a bola no pé, e acabou perdendo para o Japão pela primeira vez na história.

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* Informações de O Dia – Conteúdo

* Foto/Destaque: Crédito –  Yuichi Yamazaki / AFP / Gabriel Martinelli faz um dos gols do Brasil

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Futebol Internacional

Entenda o motivo emocionante por trás dos cabelos longos do jogador campeão do mundo, Cucurella

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Marc Cucurella usa o visual marcante desde a juventude, tradição mantida agora na seleção e na rotina com a família

Além do desempenho em campo, o lateral Marc Cucurella chamou a atenção durante a Copa do Mundo por um traço que já se tornou sua assinatura: os longos cachos.

O visual do camisa 24 da seleção espanhola, porém, não é apenas uma questão de estilo. Segundo o próprio jogador, o cabelo facilita que seu filho mais velho, Mateo, que é autista, consiga identificá-lo em campo durante as partidas.

Craques - O mundo conhece Marc Cucurella pelo seu cabelo comprido e pelas suas batalhas pela ala. Poucos conhecem a sua batalha mais importante, aquela que trava longe das câmaras. Quando o

Na infância, ainda nas categorias de base, o lateral decidiu deixar o cabelo crescer para que sua mãe pudesse identificá-lo com facilidade durante as partidas. Segundo o The Times of India, o costume permaneceu ao longo da carreira e ganhou um novo significado depois que ele se tornou pai.

O homem é MUITO amado! 😍 A esposa de Cucurella fez essa linda declaração de amor no dia do aniversário do lateral. E ainda há quem diga que não se pode ter

Cucurella e a esposa, Claudia Rodríguez, têm três filhos: Mateo, de 7 anos, Río, de 3, e Bella, de 2. Ainda pequeno, o primogênito apresentou atraso na fala e dificuldade de contato visual. Após uma série de consultas e avaliações, recebeu o diagnóstico de autismo.

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Desde então, o jogador passou a buscar informações sobre o transtorno e a conversar com especialistas para compreender melhor as necessidades do filho, que é não verbal. O cabelo comprido, que já fazia parte de sua identidade nos gramados, também passou a ajudá-lo a ser reconhecido por Mateo durante os jogos.

Além dos longos cabelos, imita um pinguim quando marca um gol, como forma de homenagear o filho que o reconhece em campo por essas atitudes.

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  • Da Redação / Com informações do jornal espanhol El País
  • Foto destaque: Reprodução / Instagram do jogador

 

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