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Evento em Vitória

VII Fórum de Segurança – Prevenção e Combate ao Furto e Roubo de Cargas

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EVENTOS

Por Ana Carolina Passos* – Vitória / ES

No dia 25 de setembro, transportadores, autoridades e representantes de entidades sindicais da Região Sudeste, e de forças policiais vão estar juntos no VII Fórum de Segurança: Prevenção e Combate ao Furto e Roubo de Cargas. O evento será realizado no Hotel Ilha do Boi, em Vitória, das 8h às 12h30, e se propõe a atualizar números, causas, consequências e ações de enfrentamento a este crime que causou R$ 1,2 bilhão de prejuízo em 2024, com mais de 10 mil casos registrados, e que cresceu quase 25% somente no primeiro semestre de 2025.

Apesar da Região Sudeste continuar liderando o ranking de ocorrências, respondendo por cerca de 83% do total de prejuízos do País,  o Espírito Santo pode ser considerado um “oásis”, uma vez que registrou apenas 41 casos até agosto. Mas isso não é motivo pra deixar “correr solto”, como garante o presidente do Transcares, Luiz Alberto Teixeira.

“O roubo e o furto de cargas representam um sério desafio à segurança pública, com impactos diretos na economia, na segurança viária e na segurança patrimonial das empresas. Não podemos deixar de discutir o assunto com seriedade e transparência de dados”, argumenta ele.

A programação do evento inclui discussão de medidas práticas para o combate ao crime, apresentação de tecnologias de proteção, cases de sucesso e ações integradas para a prevenção e redução de furtos e roubos de cargas.

O Estado capixaba continua vivendo uma situação diferenciada dos vizinhos de
Região Sudeste, com apenas 68 casos registrados ano passado e 41 até
agosto. Mas dois pontos chamam a atenção e serão debatidos: os furtos e
roubos têm acontecido em transporte local, ou seja, o foco tem sido o
e-commerce, e embora o número de furtos tenha caído, o de saques
aumentou.

Furtos e roubos de cargas no ES: números continuam baixos, mas há
preocupação com e-commerce e saques

Crime que resultou num prejuízo estimado em R$ 1,2 bilhão, com 10.478
casos registrados em todo o Brasil, o furto e o roubo de cargas voltará
a ficar na mira do Espírito Santo durante o VII Fórum de Segurança –
Prevenção e Combate ao Furto e Roubo de Cargas, quinta-feira, 25 de
setembro, das 8 às 12 horas, no Hotel Ilha do Boi, em Vitória. O Estado
capixaba continua vivendo uma situação diferenciada dos vizinhos de
Região Sudeste, com apenas 68 casos registrados ano passado e 41 até
agosto. Mas dois pontos chamam a atenção e serão debatidos: os furtos e
roubos têm acontecido em transporte local, ou seja, o foco tem sido o
e-commerce, e embora o número de furtos tenha caído, o de saques
aumentou.

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Superintendente do Transcares e um dos palestrantes, Mario Natali
explica o crescimento do roubo de cargas nas cidades.

“O e-commerce teve seu boom na pandemia e é uma realidade, as pessoas se
habituaram a comprar pela internet. O resultado disso é o aumento do
fluxo de mercadorias circulando, principalmente em veículos menores, com
entregas mais pulverizadas e em horários variados. O outro lado desta
mesma moeda nos apresenta alguns pontos de vulnerabilidade. Com o maior
volume de cargas em circulação, dispersão de rotas e pontos de entrega
fica mais difícil o planejamento da segurança; veículos menos robustos
são mais fáceis de serem abordados; e as mercadorias (eletrônicos,
roupas, perfumes) são um atrativo à parte devido ao alto valor e fácil
revenda”,
enumerou ele, que vai mostrar, em sua apresentação, as ações

de integração no combate ao roubo de cargas no Estado.

O aumento dos saques de cargas, por sua vez, é consequência de uma
mudança na prática do crime, segundo o delegado de Roubo de Cargas do
Estado, Christian Carvalho Waichert. Se até ano passado o que mais
acontecia eram os furtos durante a madrugada, os principais casos deste
ano foram saque após acidente com carga.

“Reduzimos em 18,6% a quantidade de furtos – são 35 este ano contra 44
do ano passado. Mas notamos essa migração do furto para saque, com a
Região Sul puxando pra cima as ocorrências. Fizemos operações locais e
observamos que se trata de um crime de ocasião, noticiado por grupos de
whatsApp e que gera uma enorme mobilização. E ainda sobre o tema,
importante lembrar que na divisa do Estado com o Rio acontece muito
saque. Ou seja, estamos tratando de um crime que transcende o limite do
Estado”.

Região Sudeste reunida

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Como o Sudeste continua liderando o ranking de casos, respondendo por
83,6% dos crimes em 2024, o fórum capixaba vai reunir representantes de
entidades de São Paulo, Rio e Minas. Estarão aqui o vice-presidente de
Transporte e Segurança da NTC&Logística (Associação Nacional do
Transporte de Cargas e Logística), Roberto Mira, o diretor de Segurança
do Sindicarga (Sindicato do Rio), Marcelo Turbo, e o assessor de
Segurança Fetcemg (Federação do Transporte de Cargas de Minas), Ivanildo
dos Santos.


E para divulgar e debater números e ações em curso no Espírito Santo,
além de Mario Natali e Christian Carvalho Waichert presença do
tenente-coronel Johnny Jihei Tanaka, da Diretoria de Inteligência
Polícia Militar, e o inspetor Thiago Rangel, da seção de Operações da
Polícia Rodoviária Federal.

As vagas são limitadas e mais informações podem ser obtidas no telefone (27) 3246-5303.

O Fórum Segurança: Prevenção e Combate ao Roubo de Cargas é uma realização do Transcares e conta com o apoio institucional da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), por meio do Grupo de Trabalho voltado ao estudo e ao enfrentamento do roubo de cargas, da Fetransportes e da Fecomércio.

Serviço:
VII Fórum de Segurança – Prevenção e Combate ao Furto e Roubo de Cargas
Dia: Quinta-feira, 25 de setembro
Horário: Das 8 às 12 horas
Local: Hotel Ilha do Boi, Vitória

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* Transcares / Assessoria de Comunicação – Conteúdo

* Foto/Destaque: Reprodução ilustrativa / Transcares

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EVENTOS

Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão com autonomia e oportunidades

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Data chama atenção para desafios no mercado de trabalho e destaca iniciativas que promovem protagonismo no Espírito Santo

Por Camilla Gumieiro* / Vitória – ES

Todos os dias, Erick Luiz da Silva acorda cedo, se prepara e segue para o trabalho como auxiliar administrativo no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. Erick tem Síndrome de Down e construiu um caminho marcado por conquistas, desafios e, principalmente, oportunidades.

Desde pequeno, ele sempre quis participar de tudo. Esteve na escola regular, fez teatro, conviveu com os colegas e nunca aceitou ser colocado à parte. Com o apoio da família, seguiu em busca de inclusão e autonomia.

Para a mãe, Érika Soares da Silva, o protagonismo do filho sempre foi construído com incentivo e confiança. “Ele nunca fez nada por obrigação. Tudo que ele faz é porque quer provar, para ele mesmo e para os outros, que é capaz. Erick sempre quis estar junto, participar de tudo, nunca aceitou ser tratado de forma diferente.”

Com o mesmo entusiasmo de sempre, o jovem, que está com 27 anos, concluiu o ensino médio, fez o Enem e buscou qualificação profissional. Hoje, no mercado de trabalho, mostra, na prática, que inclusão não é sobre limitação. É sobre oportunidade.

Um cenário que ainda precisa avançar

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No Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, histórias como a de Erik ainda estão longe de ser a realidade da maioria. No Brasil, apenas 5,3% das pessoas com Síndrome de Down estão no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.

A data nos convida à reflexão sobre a necessidade de ampliar oportunidades e garantir a participação plena dessas pessoas na sociedade. Para o diretor social da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson Gaburo, o principal desafio está na efetivação dessas oportunidades:

“A inclusão no mercado de trabalho não pode se limitar ao cumprimento de cotas. Ela começa no acesso à educação de qualidade e se concretiza quando existem oportunidades reais, com respeito, autonomia e valorização das potencialidades de cada pessoa. Mas também passa por uma mudança de mentalidade das empresas, que precisam enxergar essas pessoas para além do diagnóstico e reconhecer seu potencial”.

Inclusão que se constrói no dia a dia

Embora o Brasil tenha avançado com marcos importantes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), ainda há um longo caminho para transformar direitos em prática.

No Espírito Santo, iniciativas vêm fortalecendo esse caminho. As Apaes e sua coirmã Vitória Down atendem, juntas, mais de 10 mil pessoas com deficiência em todo o estado, atuando nas áreas de educação, saúde e assistência social.

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Programas como o Emprego Apoiado contribuem diretamente para a inserção profissional, oferecendo suporte técnico às empresas, adaptação de funções e acompanhamento contínuo dos profissionais e suas famílias, criando condições reais para que mais histórias como a de Erik se tornem possíveis.

Mais do que celebrar a data, o Dia Internacional da Síndrome de Down reforça a necessidade de construir uma sociedade onde inclusão seja regra e não exceção.

Evento da Vitória Down reforça a importância da convivência e da inclusão

Como parte das ações que marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down, a coirmã Vitória Down promove, no dia 21 de março, uma manhã especial de integração na Praça dos Namorados, em Vitória.

A proposta é sair da rotina, fortalecer vínculos e proporcionar um momento leve ao lado de quem faz parte dessa caminhada. O encontro contará com atividades de convivência, troca de experiências e momentos de descontração para famílias e participantes. A programação acontece a partir das 8h, na Praça dos Namorados (atrás do Bob’s), e é aberta à comunidade.

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  • Pauta 6 Comunicação – Conteúdo
  • Foto Destaque: Divulgação / Feapaes-ES

 

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