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Evento / Tradição

Neste sábado (10) acontece em Santa Teresa a XIII Subida ao Morro de São Brás

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EVENTOS

Santa Teresa / ES

Tudo começou há 13 anos quando Zeca Bulian, com seu espírito de amor ao próximo e de solidariedade, decidiu fazer uma promessa pela saúde do seu cunhado Lúcio Gonring que foi vereador, mas quando adoeceu já não estava mais na vereança.  Ele estava desenganado pelos médicos que já haviam decretado o seu estado como irreversível. 

Mas, para quem tem fé, acredita na misericórdia do Senhor e sabe que para Deus nada é impossível, a saúde de Lúcio foi restaurada como um verdadeiro milagre.

Diante dessa benção, desse milagre, Zeca cumpre a promessa de todos os anos subir o Morro de São Brás. No primeiro ano sete pessoas subiram contigo. Mas, a cada ano, mais pessoas sobem o Morro, em solidariedade e por seus próprios propósitos.

A vereadora Almery Lopes, mais conhecida no meio da política como Dra. Mel, é uma dessas pessoas que colabora e está presente nesse evento de solidariedade e fé cristã. Ela informa que lá no Morro de São Brás as pessoas fazem um lanche compartilhado e depois se reúnem para um almoço de confraternização, após a descida.

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Pela importância desse evento e pela sua finalidade, tornou-se uma tradição e, a cada ano, o número de participantes da subida ao Morro de São Brás aumenta consideravelmente, como foi ano passado que mais de 150 pessoas participaram. É uma caminhada de fé e confraternização com amigos! “A subida não é fácil, mas desfrutamos de belas paisagens em meio à natureza”, afirma Dra. Mel.

Neste ano já está em sua 13ª edição. Todos estão convidados a participarem.

O ponto de encontro será na Igrejinha do IFES, a partir das 6 horas do dia 10, sábado. Após a descida haverá a confraternização, a partir das 12 horas no Centro de Convivência do IFES. Já estão confirmadas as atrações como Cor do Samba e Tatyana Arantes. O convite individual é de R$ 50,00.

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* Da Redação / Com informações dos organizadores do evento

* Foto/Banner: Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

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EVENTOS

Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão com autonomia e oportunidades

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Data chama atenção para desafios no mercado de trabalho e destaca iniciativas que promovem protagonismo no Espírito Santo

Por Camilla Gumieiro* / Vitória – ES

Todos os dias, Erick Luiz da Silva acorda cedo, se prepara e segue para o trabalho como auxiliar administrativo no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. Erick tem Síndrome de Down e construiu um caminho marcado por conquistas, desafios e, principalmente, oportunidades.

Desde pequeno, ele sempre quis participar de tudo. Esteve na escola regular, fez teatro, conviveu com os colegas e nunca aceitou ser colocado à parte. Com o apoio da família, seguiu em busca de inclusão e autonomia.

Para a mãe, Érika Soares da Silva, o protagonismo do filho sempre foi construído com incentivo e confiança. “Ele nunca fez nada por obrigação. Tudo que ele faz é porque quer provar, para ele mesmo e para os outros, que é capaz. Erick sempre quis estar junto, participar de tudo, nunca aceitou ser tratado de forma diferente.”

Com o mesmo entusiasmo de sempre, o jovem, que está com 27 anos, concluiu o ensino médio, fez o Enem e buscou qualificação profissional. Hoje, no mercado de trabalho, mostra, na prática, que inclusão não é sobre limitação. É sobre oportunidade.

Um cenário que ainda precisa avançar

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No Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, histórias como a de Erik ainda estão longe de ser a realidade da maioria. No Brasil, apenas 5,3% das pessoas com Síndrome de Down estão no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.

A data nos convida à reflexão sobre a necessidade de ampliar oportunidades e garantir a participação plena dessas pessoas na sociedade. Para o diretor social da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson Gaburo, o principal desafio está na efetivação dessas oportunidades:

“A inclusão no mercado de trabalho não pode se limitar ao cumprimento de cotas. Ela começa no acesso à educação de qualidade e se concretiza quando existem oportunidades reais, com respeito, autonomia e valorização das potencialidades de cada pessoa. Mas também passa por uma mudança de mentalidade das empresas, que precisam enxergar essas pessoas para além do diagnóstico e reconhecer seu potencial”.

Inclusão que se constrói no dia a dia

Embora o Brasil tenha avançado com marcos importantes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), ainda há um longo caminho para transformar direitos em prática.

No Espírito Santo, iniciativas vêm fortalecendo esse caminho. As Apaes e sua coirmã Vitória Down atendem, juntas, mais de 10 mil pessoas com deficiência em todo o estado, atuando nas áreas de educação, saúde e assistência social.

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Programas como o Emprego Apoiado contribuem diretamente para a inserção profissional, oferecendo suporte técnico às empresas, adaptação de funções e acompanhamento contínuo dos profissionais e suas famílias, criando condições reais para que mais histórias como a de Erik se tornem possíveis.

Mais do que celebrar a data, o Dia Internacional da Síndrome de Down reforça a necessidade de construir uma sociedade onde inclusão seja regra e não exceção.

Evento da Vitória Down reforça a importância da convivência e da inclusão

Como parte das ações que marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down, a coirmã Vitória Down promove, no dia 21 de março, uma manhã especial de integração na Praça dos Namorados, em Vitória.

A proposta é sair da rotina, fortalecer vínculos e proporcionar um momento leve ao lado de quem faz parte dessa caminhada. O encontro contará com atividades de convivência, troca de experiências e momentos de descontração para famílias e participantes. A programação acontece a partir das 8h, na Praça dos Namorados (atrás do Bob’s), e é aberta à comunidade.

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  • Pauta 6 Comunicação – Conteúdo
  • Foto Destaque: Divulgação / Feapaes-ES

 

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