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Tragédia Familiar

Adolescente de 14 anos confessa ter matado os pais e irmão a tiros

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POLÌCIA

“Parricídio” chocou Itaperuna, ao noroeste do estado do Rio; corpos foram jogados em uma cisterna

Itaperuna/RJ

Moradores de Itaperuna, na região noroeste do estado do Rio de Janeiro, estão chocados com um caso de “parricídio” confessado pelo suspeito, um adolescente de 14 anos, na manhã desta quarta-feira (25). Ele confidenciou a um tio que matou os pais e um irmão de quatro anos de idade a tiros.

Caso foi registrado na 143ª Delegacia de Polícia, em Itaperuna: triplo homicídio e ocultação de cadáver.

O casal Antônio Carlos Teixeira (45 anos) e Inaila de Oliveira Teixeira (37), além da criança Antônio Filho, estavam desaparecidos desde sábado. Em Comendador Venâncio (distrito de Itaperuna) aonde residiam, moradores começaram a procurar, preocupados.

O adolescente chegou ir à delegacia com a avó, segunda-feira (23) registrar o desaparecimento e a polícia iniciou as investigações. No entanto, o suspeito não teria suportado o peso do ato e, segundo a polícia, acabou confidenciando a um tio que matou os pais e o irmão enquanto eles dormiam, na noite de sábado (21), e jogado os corpos em uma cisterna.

A polícia foi informada, esteve no local indicado, na casa da família, e constatou. Ainda não há detalhes sobre a motivação; no entanto, segundo o delegado titular da 143ª Delegacia de Polícia Civil de Itaperuna, Carlos Augusto Guimarães, o autor teria usado a arma (um revólver) do próprio pai, revoltado por ter sido proibido de viajar para encontrar-se com a namorada.

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As investigações estão em andamento; porém, a estratégia adotada pelo adolescente aponta para a hipótese de crime premeditado e não está descartada a possibilidade de o autor ter recebido ajuda. Um fato que chama a atenção é ele ter utilizado um produto no piso da residência, para facilitar arrastar os corpos.

Ainda sobre o depoimento na delegacia, a polícia investiga se o adolescente apreendido pela morte dos pais e do irmão de 3 anos cometeu os crimes para receber o fundo de garantia de R$ 33 mil em nome do pai. A suspeita surgiu após policiais identificarem uma pesquisa no celular do garoto de 14 anos, na qual ele questionava “como receber FGTS de falecido”. Em depoimento, no entanto, ele afirmou ter feito a consulta depois dos assassinatos, o que pode excluir a premeditação.

O peritos da Polícia Técnico-Científica foram ao local, isolaram a área e realizaram a perícia nos corpos. No entanto, ainda não está claro se as vítimas morreram logo após terem sido alvejadas. Quanto à motivação, há uma versão de que teria sido o pai proibir o relacionamento à distância do adolescente com uma jovem do Mato Grosso. O autor confesso foi apreendido pela polícia e o caso encaminhado à Vara da Infância e Juventude.

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* Informações de O Dia/Itaperuna – Conteúdo

* Fotos: Reprodução / Mídias Sociais

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POLÌCIA

Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA

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Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação

São Mateus – ES

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal. 

Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

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A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.

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Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.

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  • Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação

 

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