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Reprovação

Alunos de Colégio estadual reclamam e sofrem com calor e ar condicionados que não funcionam

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Vitória / ES

É fato.

Alunos da Escola Estadual de Ensino Médio Professor Renato Pacheco, localizado no bairro de Jardim Camburi, em Vitória, estão revoltados com a situação em que são obrigados a assistirem aulas em salas e ambientes sem climatização, apesar do forte calor que tem feito na capital e em todo o Estado.

Os aparelhos de ar-condicionado do colégio foram instalados no final de 2024 e não estão funcionando. Segundo os alunos, alguns ventiladores instalados também não funcionam, o que cria um ambiente difícil para que consigam assistir as aulas com temperaturas a quase 40 graus. Muitas vezes são obrigados a ficar fora das salas por não suportarem o forte calor.

Eles já estão instalados desde o final do ano passado, mas não funcionam. E está fazendo muito calor. Alguns ventiladores, inclusive, não estão funcionando, só tem quatro ventiladores para 40 alunos. É um calor insuportável. O ano passado foi todo assim. Voltamos às aulas neste ano com a expectativa de estarem funcionando, mas não estão”, reclamou um dos alunos.

De acordo com a mãe de um aluno apenas na sala do diretor há equipamentos de refrigeração funcionando, além de auditórios e laboratórios, mas não nas salas de aula onde ficam os alunos. Há alunas levando leques para dentro das salas, rememorando um tempo que não cabe nas escolas. “Nas escolas da Prefeitura de Vitória isso não acontece”, disse um aluno que tem irmão que estuda na rede de ensino público da municipalidade.

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Visita do vereador e deputado

A situação a que estão submetidos os alunos da Escola Professor Renato Pacheco, extrapolou os muros do estabelecimento educacional, chegando ao conhecimento de políticos como o deputado estadual e vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, Fabrício Gandini (PSD) e do vereador Bruno Malias (PSB), que foi presidente da Associação Comunitário de Jardim Camburi e é morador do bairro.

Gandini e Malias estiveram visitando a escola para tomar conhecimento da situação, conversar com alunos e a direção da escola.

O deputado é autor da lei que obriga o Estado a manter as salas de aula em temperaturas adequadas nas salas de aula das escolas públicas.

Para que os equipamentos de ar condicionado possam funcionar é necessária a intervenção da EDP, que garantiu executar obras nesse sentido o mais rápido possível.

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 * Da Redação

  • Foto/Destaque: Thiago Soares / Folha Vitória

 

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“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada

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Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas

Por Laura Mel* / Vitória – ES

Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).

O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.

“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.

Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.

Apartamento não tinha seguro

Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.

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Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.

De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.

“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.

Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.

Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel

O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.

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De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.

Como ajudar

Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.

 A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.

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  • Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record, 
  • Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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