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Evento / Feira de Empreendedores

Feira Promo Show Jardim Camburi começa nesta quinta-feira (8) e vai até domingo (11)

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Economia

Feira de empreendedores começa na quinta e vai até domingo, com liquidação de roupas e acessórios. O consumidor terá direito a shows musicais, espaço kids, estacionamento, praça de alimentação e segurança. A entrada é franca.

Se você quer comprar um presente com desconto de até 80% para o papai, num verdadeiro shopping a céu aberto, com direito a shows musicais, espaço kids, estacionamento, praça de alimentação e segurança, deve ficar atento. É que vem aí, de quinta (8) a domingo (11), a primeira Promo Show Jardim Camburi, feira que contará com a participação de cerca de 50 lojistas.

Bruno Malias, da ACJC, com os empreendedores de Jardim Camburi

Lá, o consumidor poderá adquirir roupas de moda praia masculinas e femininas, além de infantis, acessórios como bolsas e calçados, artesanato, óticas, cafés especiais, dentre outros, a preços de liquidação que cabem em qualquer bolso. E o melhor: o ingresso na feira é gratuito. Ou seja, a entrada é franca.

A maior feira de empreendedores de Jardim Camburi já começou a ser montada no estacionamento da Faculdade Estácio de Sá, próximo à praça Nilze Mendes, e vai funcionar em horários alternados. Na quinta e sexta, ocorrerá das 18h às 22h. No sábado, das 16h às 23h, e no domingo, das 10 às 18h.

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“A ideia é valorizarmos os lojistas do bairro, que se destaca pelo forte comércio de rua. Jardim Camburi é o maior bairro do Estado e os empreendedores, assim como os moradores, merecem um evento deste porte”, declarou um dos idealizadores da feira, Bruno Malias, que também preside a Associação Comunitária do bairro.

O evento contará com uma emenda parlamentar do deputado estadual Fabrício Gandini (PSD), que é morador de Jardim Camburi, e também terá o patrocínio da Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan), com o apoio da Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC), da Faculdade Estácio de Sá, da Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes) e do governo do Estado. A realização é da Associação Espírito-Santense de Esportes, Cultura e Turismo (Aesect).

“A ideia é levarmos as famílias à feira, para valorizar o comércio do bairro, que irá expor muitas roupas em promoção. Lá terá lugar para as crianças brincarem, entretenimento com shows e uma praça de alimentação com chope gelado e muita comida. Será imperdível”, garantiu Malias.

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Segundo o líder comunitário, a ACJAC visitou mais de 400 lojistas do bairro, de onde saiu a proposta de realizar a feira, como forma de valorização do comércio local e estímulo a novos negócios. A partir daí, foi aberto um edital de inscrição por parte da Aderes, que selecionou os expositores.

“Tem uma estrutura incrível sendo montada, com toldo e lona. Os estandes vão ficar prontos e o lojista só precisará entrar com a sua mercadoria para vender. Não precisará pagar para participar. A ideia é que seja promocional mesmo, com promoções para atrair o público e as pessoas conheçam o potencial das nossas lojas”, declarou.

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Bolsa térmica 21 L. De R$ 369,99 por R$ 199,99

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Kit garrafa térmica. De R$ 179,99 por R$ 100

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Camisa do Flamengo. De R$ 130 por R$ 79,99

 

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Kit churrasco. De R$ 319,99 por R$ 100

 

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  • Da Redação / Com informações dos organizadores
  • Fotos: Divulgação / Arine Duarte / ACJAC

 

 

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Nascida com investimento de R$ 360, Borana quer faturar R$ 32 milhões em 2026

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Marca beachwear de São Mateus ganhou mercado externo, cinco lojas físicas e 150 funcionários partindo de um investimento inicial de R$ 360

Por João Flávio Figueiredo* | Vitória – ES

A marca de beachwear Borana, fundada em São Mateus, no norte do Espírito Santo, projeta faturamento superior a R$ 32 milhões em 2026. No ano passado, a empresa registrou R$ 28 milhões em receita com uma produção anual em torno de 360 mil peças. A marca conta com uma fábrica, cinco lojas físicas no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo e emprega 150 pessoas.

O número é resultado de uma jornada forjada na escassez, com capital próprio e sem investidor externo. Em 2010, a família começou a produzir biquínis sob medida para a filha, que estudava em Vitória. 

Empresário Jorge Aguiar recebeu a medalha Mérito Empreendedor, honraria da Findes / Foto: Divulgação

“O produto circulou entre amigas, os pedidos cresceram e, em seis meses, a marca começou a receber um volume relevante de encomendas. Eu tocava flauta na noite para fazer renda e juntei R$ 360 para comprar alguns metros de tecido”, lembra Jorge Aguiar, sócio-fundador da Borana.

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A empresa tocada pela família Aguiar. O criativo fica a cargo de Patiara, filha do casal Inânia, esposa de Jorge, cuida da produção. Moreno, o filho, completa o quadro societário.

O salto de visibilidade veio em 2016, quando a Borana foi selecionada para participar de um desfile do São Paulo Fashion Week. A marca ganhou o desfile solo na semana de moda de Macau e ganhou popularidade ao ter uma peça usada pela cantora Anitta em 2020.

Hoje, 70% da produção é realizada na fábrica própria em São Mateus, que emprega 108 funcionários. Os 30% restantes são distribuídos por uma rede de aproximadamente 50 costureiras independentes que trabalham de casa, concentradas principalmente na Grande Vitória.

No exterior, a Borana exporta para a Europa, Estados Unidos, América Latina e Ásia. O mercado externo representa, na média, 10% do faturamento, mas Aguiar considera a presença internacional estratégica para o posicionamento da marca no Brasil. 

“Quando você fala que está exportando para esses países, valoriza o produto internamente”, afirmou. “Mas sempre valorizamos a nossa origem em vez de buscar as tendências estrangeiras. Tornamos o produto local uma referência no Brasil e no mundo”.

Para sustentar o crescimento, a Borana fez recentemente um investimento de R$ 1,3 milhão em uma sala de corte automatizada. A aquisição busca aumentar a velocidade e a precisão do processo de corte, que antes era feito manualmente. 

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O próximo passo em análise é a adoção de um modelo de franquias, embora Aguiar considere que a empresa ainda precisa aumentar a produtividade para adotar esse modelo.

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  • O autor assina a coluna Folha Business – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Borana
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