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O PIX vai continuar gratuito para o cidadão comum?

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Brasil / Economia

Veja o comunicado oficial do Banco Central e o que muda em 2024

O Pix se estabeleceu como um dos métodos de pagamento preferidos no Brasil, ganhando popularidade por sua eficiência, facilidade de uso e custo zero. Contudo, em 2023, surgiram questionamentos sobre possíveis cobranças do Banco Central por transações via Pix. Segundo a Febraban, em 2022, o Pix superou outros métodos em popularidade devido à sua conveniência e capacidade de realizar transferências instantâneas a qualquer momento. A ausência de taxas para indivíduos também contribuiu para sua aceitação massiva.

Apesar de geralmente gratuito para pessoas físicas, o Pix pode incluir tarifas em certas circunstâncias, conforme as diretrizes do Banco Central. Isso inclui recebimento de fundos para compras e envio de recursos para saque ou troco após a oitava transação mensal. Importante notar que as políticas de tarifação podem variar entre instituições financeiras.

O Banco Central, contudo, reafirmou repetidamente que o Pix permanecerá livre de custos para indivíduos, exceto nas situações especificadas. Portanto, não há necessidade de preocupação com taxas adicionais para a maioria dos usuários. O Pix apresenta vantagens significativas, como transferências instantâneas, disponibilidade contínua e gratuidade para a maior parte das transações entre pessoas, além de permitir pagamentos de contas, compras e mais.

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A especulação sobre taxas futuras do Pix não altera o fato de que ele continua sendo uma opção gratuita e vantajosa para a maioria dos brasileiros. É crucial, no entanto, que os usuários verifiquem as políticas específicas de seus bancos quanto a possíveis taxas. O Pix representa um avanço significativo nas transações financeiras, oferecendo agilidade e comodidade sem custos adicionais.

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* Com informações Banco Central – TL / Foto: Reprodução – Internet

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Brasil / Economia

Senado aprova o fim da escala 6×1

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Apenas Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contra a proposta; placar foi 75×1

Brasília (DF)

O Senado aprovou na noite desta quarta-feira, 14, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 e estabelece uma carga horária semanal máxima de 40 horas (PEC 221/2019). Foram 75 votos a favor, incluindo o do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), que votou a distância, e apenas um contrário — do senador e ex-vice-presidente da República no governo Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Já foi iniciada a fase de votação da proposta em segundo turno, após ter sido aprovado um requerimento para instituir um calendário especial para votação da PEC. Com isso, a matéria não precisará passar por três sessões de discussão após a análise em primeiro turno, dispensando o interstício — o intervalo de cinco dias entre um turno e outro. Com isso, será garantida a finalização da votação da

O texto aprovado pelos senadores não altera o que foi aprovado pela Câmara em maio deste ano. A PEC reduz a jornada máxima de 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial e com dois dias de folga, não necessariamente consecutivos, além de uma transição gradual de 14 meses após a promulgação.

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Antes da votação, o relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), leu parecer em que rejeitou uma emenda apresentada pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). O texto previa que jornadas especiais de trabalho já fixadas em lei e que são iguais ou inferiores a 40 horas semanais não seriam reduzidas proporcionalmente após a promulgação da emenda constitucional.

Segundo Aziz, ao rejeitar a emenda, o objetivo era que a PEC não retornasse à Câmara. Por sua vez, Oriovisto disse ter “sensibilidade política” e, para evitar que a votação se estendesse, decidiu retirar o destaque para que sua emenda fosse analisada separadamente.

A aprovação vem 11 dias antes do segundo turno da eleição presidencial e representa uma vitória para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sob temor de impacto eleitoral, o adversário do petista na disputa, senador Flávio Bolsonaro (PL), e parlamentares da oposição, incluindo o próprio PL, também seguraram suas críticas e decidiram, de última hora, votar favoravelmente à proposta.

‘Não falei que ia dar certo?’

Em conversa com Alcolumbre, após a aprovação em primeiro turno da PEC, o líder do PT na Casa, Camilo Santana (CE), atribuiu ao senador amapaense o resultado.

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“Parabéns, presidente. Você é o grande responsável por isso aqui”, disse o petista. Sorrindo e sem perceber que seu microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: “Não falei que ia dar certo?”. O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado.

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  • Matéria do Estadão – Conteúdo
  • Destaque: Crédito – TV / Senado
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