Segurança
Governo Lula transfere Marcola do PCC para Brasília
SEGURANÇA
Brasília
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou que o traficante Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, foi transferido nesta 4ª feira (25) da penitenciária federal de Porto Velho para a penitenciária federal de Brasília. Marcola é apontado como um dos principais líderes da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

A operação de transferência foi coordenada pela Secretaria de Políticas Penais do Ministério da Justiça e realizada durante a tarde, sob forte esquema de segurança. O motivo da mudança de prisão, segundo revelou o próprio ministro, seria a existência de um suposto plano de fuga de Marcola da unidade.
“A transferência foi feita de um presídio federal para outro, exatamente visando prevenir um suposto plano de fuga ou resgate desse preso. Portanto, essa operação se fez necessária para garantir a segurança da sociedade”, afirmou Dino em uma entrevista a veículos da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Segundo ele, o preso já está na capital federal.
Marcola havia sido transferido para Rondônia em março de 2022. Ele havia saído exatamente da penitenciária federal em Brasília. Na época, a remoção foi um pedido do governador do DF Ibaneis Rocha, atualmente afastado do cargo por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), depois dos atos de vandalismo de 8 de Janeiro, na capital federal.
O líder do PCC já havia passado pela penitenciária federal de Porto Velho em 2019. Marcola acumula condenações que somam mais de 300 anos.
- Com informações da Agência Brasil – Foto: Reprodução
SEGURANÇA
Polícia do Senado apura suposto plano de atentado de Deolane contra Flávio Bolsonaro
Boletim de ocorrência foi registrado após declarações do funkeiro MC Misa em transmissão no TikTok e YouTube envolvendo a influenciadora
A Polícia Legislativa do Senado Federal abriu apuração preliminar para investigar uma suposta ameaça contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O caso veio à tona após declarações feitas pelo funkeiro MC Misa durante uma transmissão ao vivo exibida nas plataformas TikTok e YouTube.
Segundo informações registradas em boletim de ocorrência, o artista afirmou que a influenciadora digital Deolane Bezerra estaria envolvida em um suposto plano de atentado contra o parlamentar. As falas ocorreram durante entrevista ao canal “Frank Clips”, comandado por um influenciador que se apresenta nas redes como “ex-PCC” e que costuma comentar assuntos ligados ao crime organizado.
No trecho anexado ao pedido de investigação, MC Misa faz referência direta ao senador. “Inclusive, o atentado agora que o filho do Bolsonaro vai sofrer, que foi articulado com Marcelinho e com a Deolane, Deolane articulou um atentado agora pro filho do Bolsonaro. Então são situações que a gente, o mundo do funk, sabe tudo. A gente sabe o que tá acontecendo”, afirmou.
Durante a transmissão, o entrevistador pediu mais detalhes sobre a declaração e ressaltou que a responsabilidade pelas acusações era exclusivamente do entrevistado, não representando a posição do canal.
Na sequência, MC Misa declarou que o suposto atentado teria motivação política relacionada a uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro em uma futura disputa presidencial. “O que eu falo é que as pessoas que estão envolvidas nesse atentado não são nem criminosos. É político. Pessoas que têm ligação com a Deolane, e ela mapeia essa situação e ela faz acontecer. Porque sabem que se o Flávio Bolsonaro ganhar, vai afetar muito nos trâmites dela. Então daria pra acontecer, porém eu já tô falando agora, um atentado contra o Flávio Bolsonaro”, disse.
O boletim de ocorrência foi registrado na última quarta-feira (27) pela Coordenação de Polícia de Investigação e Judiciária do Senado. O documento foi protocolado pelo policial legislativo Bruno Ribeiro Fonseca, com base em informações produzidas pelo setor de inteligência da Polícia do Senado Federal.
No pedido, a corporação solicita uma “verificação preliminar da procedência de informações” divulgadas nos vídeos anexados ao processo. Caso sejam identificados indícios consistentes, poderá ser instaurado um inquérito para aprofundar as investigações.
A repercussão ocorre poucos dias após a prisão de Deolane Bezerra em uma operação conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo. A influenciadora, que reúne mais de 21 milhões de seguidores no Instagram, é investigada por suposta ligação com integrantes da facção criminosa PCC, incluindo familiares de Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como líder da organização criminosa.
Deolane nega envolvimento com atividades ilícitas e contesta as acusações.
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- Informações de Cartas de Notícias – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução
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