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Governo Lula transfere Marcola do PCC para Brasília

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SEGURANÇA

Brasília

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou que o traficante Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, foi transferido nesta 4ª feira (25) da penitenciária federal de Porto Velho para a penitenciária federal de Brasília. Marcola é apontado como um dos principais líderes da organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

A operação de transferência foi coordenada pela Secretaria de Políticas Penais do Ministério da Justiça e realizada durante a tarde, sob forte esquema de segurança. O motivo da mudança de prisão, segundo revelou o próprio ministro, seria a existência de um suposto plano de fuga de Marcola da unidade.

“A transferência foi feita de um presídio federal para outro, exatamente visando prevenir um suposto plano de fuga ou resgate desse preso. Portanto, essa operação se fez necessária para garantir a segurança da sociedade”, afirmou Dino em uma entrevista a veículos da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). Segundo ele, o preso já está na capital federal.

Marcola havia sido transferido para Rondônia em março de 2022. Ele havia saído exatamente da penitenciária federal em Brasília. Na época, a remoção foi um pedido do governador do DF Ibaneis Rocha, atualmente afastado do cargo por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), depois dos atos de vandalismo de 8 de Janeiro, na capital federal.

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O líder do PCC já havia passado pela penitenciária federal de Porto Velho em 2019. Marcola acumula condenações que somam mais de 300 anos.

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SEGURANÇA

Homem é preso por matar mulher e concretar corpo em loja na Zona Oeste do Rio

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Ele confessou o crime em depoimento; corpo de Karine Braz de Souza estava desaparecido desde o último mês de agosto

Rio de Janeiro / RJ

Alberto Santana Eugenio foi preso nesta sexta-feira (19) por ter matado a sua mulher, Karine Braz de Souza, e concretado o corpo dela no chão de uma loja em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Ela estava desaparecida desde o último mês de agosto.

O próprio criminoso fez o registro de ocorrência, alegando não saber o que tinha acontecido com Karine. No entanto, durante as investigações, os agentes perceberam diversas contradições nos depoimentos dele.

Além disso, vizinhos levantaram suspeita quando o viram movimentando uma grande lixeira lacrada. Em um novo depoimento, Alberto confessou que assassinou a vítima, transportou e esquartejou seu cadáver e depois, o ocultou no chão da loja, que havia alugado recentemente.

Então, os policiais compareceram ao local e, com o apoio do Corpo de Bombeiros, encontraram vestígios de sangue e os restos mortais de Karine.

Ainda conforme as investigações, a relação entre o criminoso e a mulher era conturbada há anos. Ele tem duas filhas com ela. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

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  • Informações do jornal O Dia – Conteúdo
  • Foto/Destaque: Reprodução / Portal Povo na Rua
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