Segurança
Criminosos são alvos de operação integrada no Norte do ES
POLÌCIA
O objetivo da Operação Áquila é coibir, principalmente, os crimes de tráfico de drogas e homicídios em Jaguaré e foi desencadeada pelas Polícia Civil e Militar
A Polícia Civil e a Polícia Militar realizam, na manhã desta sexta-feira (31), uma operação para cumprimento de 12 mandados de prisão e dois de busca e apreensão, no município de Jaguaré, na região Norte do Espírito Santo. A bandidagem tem estado presente na região.

O objetivo da Operação Áquila, que conta também com apoio do helicóptero do Notaer, é coibir, principalmente, os crimes de tráfico de drogas e homicídios na região.
Um homem suspeito de cometer duas tentativas de homicídios e um duplo homicídio, utilizando uniforme parecido com a farda da Polícia Civil, foi preso pelos policiais. Além disso, um adolescente também foi apreendido.
O delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, e o superintendente de Polícia Regional Norte da Polícia Civil, delegado Fabrício Dutra, além do capitão Lee, da Polícia Militar, participam da operação.
• Informações Polícia Civil / Foto; Divulgação
POLÌCIA
Prefeito e ex-prefeito são presos durante operação da PF em Pedro Canário
Operação investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em crimes de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro
A Polícia Federal prendeu, na manhã da terça-feira (26), o prefeito e o ex-prefeito de Pedro Canário. Os mandados expedidos contra Kleilson Rezende (PSB) e Bruno Araújo (PDT), foram cumpridos.
As prisões são o principal desdobramento da Operação Eco da Fraude II, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos ligados à realização do evento “XXXIV Forró da Tábua Lascada”.
Também são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Justiça também determinou o afastamento cautelar do prefeito e de um servidor municipal, além de autorizar outras medidas investigativas e bloqueios patrimoniais.
Segundo as investigações da PF, conduzidas pela delegacia de São Mateus, há indícios de uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos e empresários. O esquema funcionava a partir da manipulação de processos licitatórios e do superfaturamento de contratos públicos, gerando o pagamento de vantagens indevidas.

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário / Foto: ES Brasil
Para mascarar o caminho do dinheiro desviado, o grupo contava com um sistema de lavagem de capitais. A PF identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados e a utilização de contas de terceiros — além de operadores financeiros — para fazer o dinheiro circular em espécie, ocultando a origem ilícita dos recursos.
As medidas cumpridas nesta terça-feira visam a aprofundar a coleta de provas, identificar outros possíveis envolvidos, paralisar as atividades do grupo criminoso e garantir o ressarcimento aos cofres públicos.
Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.
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- Fontes: A Gazeta e Polícia Federal
- Foto destaque: Reprodução / AG
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