Polícia em Ação
Corpo é encontrado boiando na Praia de Camburi
POLÌCIA
Vitória / ES
A Polícia Científica foi acionada para deslocar uma equipe até a Praia de Camburi, no trecho do bairro de Jardim Camburi, em Vitória, porque um corpo foi encontrado boiando naquela praia. O fato aconteceu nesta segunda-feira (8). O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização do exame cadavérico, com a finalidade de determinar a causa da morte.

Praia de Camburi, trecho do bairro Jardim Camburi / Foto: Thiago Soares – Folha Vitória
A Polícia Científica informou que o prazo para emissão do laudo pericial é de 10 dias, podendo ser prorrogado a requerimento dos peritos. Mas, caso haja necessidade de exames toxicológicos, este período pode ser prolongado.
“Em situações que requerem exames laboratoriais, o processo pode levar mais tempo, especialmente quando são necessários exames de DNA (até 30 dias), exames toxicológicos amplos e exames histopatológicos, um procedimento laboratorial que envolve a análise microscópica de tecidos biológicos (entre 60 a 90 dias)”, informou a Polícia Científica.
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* Fonte: Polícia Científica
* Foto/Destaque: Reprodução da Morar.
POLÌCIA
Polícia Federal investiga desvio de recursos públicos no ES e na BA
Operação Nêmesis 15 cumpre mandados de busca e apreensão; esquema envolvia direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. Daniel da Açaí foi prefeito de São Mateus entre 2017 e 2024 e seria um dos envolvidos em esquema de fraudes em licitação
São Mateus – ES
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Nêmesis, para desarticular um esquema de corrupção e de desvio de recursos em contratos da administração municipal.
Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Mateus/ES, de Linhares/ES, de Valença/BA e de Teixeira de Freitas/BA. A Justiça também determinou o sequestro de imóveis e o bloqueio de até R$ 1,2 milhão nas contas dos 15 investigados. Os mandados foram expedidos pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo.

A investigação aponta que o grupo utilizava irregularmente atas de registro de preços de outros órgãos para burlar licitações. Com a atuação coordenada entre agentes públicos e empresários, havia o direcionamento de contratações e o superfaturamento de serviços para o posterior pagamento de propina.
Durante as diligências de hoje, os policiais apreenderam, aproximadamente, R$ 2 milhões em cheques, R$ 86 mil em espécie e três veículos. Para dissimular a origem ilícita dos valores e as movimentações financeiras atípicas, o grupo utilizava pessoas interpostas e empresas de fachada.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de fraude em licitação, de corrupção ativa e passiva e de lavagem de capitais.
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- Polícia Federal / Comunicação Social ES – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – PF / Comunicação
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