Polícia
Apreendido mais de 10 Kg de cocaína pela PRF; a droga tinha como destino o bairro de Jardim Camburi
POLÌCIA
Vitória / ES
A droga vinha de Belo Horizonte e foi encontrada em fundo falso do veículo
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta terça-feira (06), 10,5 quilos de pasta base de cocaína, em Viana. A droga estava escondida em um fundo falso do carro. O condutor do veículo, que estava sozinho, foi levado para a delegacia.
Segundo a PRF, o material veio da cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e seria entregue em um endereço na Praia de Camburi, no município de Vitória. Entretanto, o motorista foi parado na altura do quilômetro 22 da BR-262.
Ainda de acordo com a PRF, após a ordem de parada, durante a fiscalização, foi verificado que havia uma protuberância na parte superior do porta-malas. Analisando pelo lado de dentro, foi encontrado um compartimento com as 10 barras.
Após a ação, o condutor, com o seu carro e o entorpecente, foram encaminhados à delegacia.
• Informações PRF / FV / Foto: Divulgação – PRF
POLÌCIA
Prefeito e ex-prefeito são presos durante operação da PF em Pedro Canário
Operação investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em crimes de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro
A Polícia Federal prendeu, na manhã da terça-feira (26), o prefeito e o ex-prefeito de Pedro Canário. Os mandados expedidos contra Kleilson Rezende (PSB) e Bruno Araújo (PDT), foram cumpridos.
As prisões são o principal desdobramento da Operação Eco da Fraude II, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos ligados à realização do evento “XXXIV Forró da Tábua Lascada”.
Também são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Justiça também determinou o afastamento cautelar do prefeito e de um servidor municipal, além de autorizar outras medidas investigativas e bloqueios patrimoniais.
Segundo as investigações da PF, conduzidas pela delegacia de São Mateus, há indícios de uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos e empresários. O esquema funcionava a partir da manipulação de processos licitatórios e do superfaturamento de contratos públicos, gerando o pagamento de vantagens indevidas.

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário / Foto: ES Brasil
Para mascarar o caminho do dinheiro desviado, o grupo contava com um sistema de lavagem de capitais. A PF identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados e a utilização de contas de terceiros — além de operadores financeiros — para fazer o dinheiro circular em espécie, ocultando a origem ilícita dos recursos.
As medidas cumpridas nesta terça-feira visam a aprofundar a coleta de provas, identificar outros possíveis envolvidos, paralisar as atividades do grupo criminoso e garantir o ressarcimento aos cofres públicos.
Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.
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- Fontes: A Gazeta e Polícia Federal
- Foto destaque: Reprodução / AG
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