Editorial
Ano Novo, práticas velhas?
OPINIÃO
É justamente o que não se espera. O cidadão deseja mudança na maneira de tratar a coisa pública brasileira por parte dos seus governantes. Isso não só no que diz respeito a administração, mas também da maneira de se fazer política.
O que temos visto é ações de cunho perseguidor ao adversário, mordaça nos veículos e pessoas que pensam diferente do governo por hora instalado em Brasília, e não é só por parte do Executivo, mas pela Alta Corte.
A impressão que o governo do presidente Lula tem passado para a sociedade é de ineficiência, ausência de projetos relevantes e estruturantes para o País. Muita confusão, muito falatório, muita despesa exagerada, suspeição de ações não republicanas.
O que se espera, no raiar de um novo ano, algo de grandeza para o Brasil e sua população. O presidente precisa trabalhar e deixar de emitir conceitos e opiniões daquilo que não domina. Em vez de jogar para a plateia, deve jogar para tornar a partida de excelência e fazer gol de placa. Por enquanto só tem feito, quase sempre, gol contra.
Mas, ainda resta um fio de esperança de que o Brasil saia dessa enrascada em que se meteu.
Boas Novas para todos nós, inclusive para os nossos governantes.
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* O Editor
OPINIÃO
Bloco de Notas – Dezembro / 1ª edição

Por Paulo Roberto Borges
Lei inútil
No Brasil, infelizmente, tem leis que pegam e outras que passam batidas. A lei eleitoral é polêmica, pois pega para uns e não para outros. Nesses meses, longe do período oficial para se começar a pedir voto, deixa a dúvida. Aliás, não precisaríamos ter Justiça Eleitoral. Poderia ser um simples departamento no judiciário.
É comum assistir eventos políticos que mais parecem campanha fora do tempo estipulado por lei. As vendas nos olhos da tal justiça eleitoral poderiam ser retiradas para que enxergue o que todos vêem e ela não.
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Pesquisa politica
No município de São Mateus foi feita uma pesquisa para saber em quem o eleitor local votaria para deputado estadual. O cenário diante dos nomes colocados, foi devastador para quase todos, exceto para o ex-pefeito Daniel Santana, que pontuou a pesquisa. Logo depois vem o nome do radialista Carlinhos Lyrio que disputa todas as eleições sem sucesso. Depois que se elegeu deputado e cumpriu seus quatro anos, nunca mais venceu. Foi bem votado em quase todas, mas não se elegeu. Na última, para prefeito, era festejada como certa a sua vitória, mas algo aconteceu que perdeu por pouco.
Com relação ao ex-prefeito Daniel, conhecido por Daniel da Açaí, vale registrar que cumpriu dois mandatos e não se sabe qual benfeitoria importante fez pela população, exceto festas de arromba no Balneário de Guriri e a peso de ouro em suas contratações. Ele é empresário de entretenimento.
Em tempo: Esteve preso pela Polícia Federal, mas foi solto pela Justiça e reassumiu o mandato até o fim. Continua solto e é candidatíssimo a deputado estadual.Vai entender!
Uma sentença, um prêmio.
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Faísca Parlamentar
O vereador Léo Monjardim (Novo) subiu à tribuna da Câmara, na sessão de quarta-feira (3) e soltou os cachorros para cima do ex-deputado federal, Carlos Manato(sem partido). Monjardim, que é líder do prefeito Pazolini e pré-candidato ao Senado, soube que Manato questionou a sua pré-candidatura alegando que ele é quem deveria disputar uma das vagas ao Senado como representante da direita capixaba. Teria dito que Monjardim não tem voto suficiente para se eleger.
Léo Monjardim não deixou barato e disparou a sua metralhadora pontuando todos os vacilos de Manato, quando candidato ao governo, dizendo ser desqualificado, despreparado e o desafiou para um debate sobre qualquer assunto. Disse que Manato não pensa no Estado, na cidade e nem na população. Pensa se eleger para abrigar a família sob o manto de um mandato e que só aparece para a política em época de eleição.
Monjardim disse que vai disputar o pleito para o Senado e que para a outra vaga dará seu voto para Maguinha Malta (PL). Para muitos, o partido Novo está muito bem representado para as eleições de 2026.
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Finalmente!
Acabou a “operação iô-iô”. O prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo definiu sua nova casa política, o PSDB, para participar do pleito – dizem as boas e más línguas – ao governo.
Já esteve de braços dados com o governador Renato Casagrande (PSB), dando a impressão que poderia se filiar ao seu partido e até “cavar” espaço ao lado (ou na frente), do vice-governador Ricardo Ferraço (MDB), que é “oficialmente” o pré-candidato de Casagrande ao governo. Arnaldinho ficou nesse sobe e desce, realizando várias articulações para obter um lugar ao sol na seara do governador. Teria criado confusão no antigo partido, Podemos, e depois no União Brasil, além de trazer constrangimentos à base aliada ao Palácio Anchieta.
Arnaldinho é pré-candidato supostamente na disputa do Anchieta, mas para algumas lideranças políticas ouvidas, sua intenção pode ser compor na chapa com o Ricardo Ferraço. No novo partido, PSDB, acredita ser uma possível realidade, mas já chegou chegando e protagonizando um incêndio na nova casa, para desespero dos membros qua lá estavam fazia muito tempo. Tem alguns até históricos. Ele entrou por uma porta e muitos estão saindo por outra.
Com o aval do “padrinho” Aécio Neves, presidente da legenda em nível nacional, que desapareceu no vendaval que o arrastou para seu lugar de mero coadjuvante na Câmara dos Deputados, Arnaldinho está “nesse” PSDB, É fato.
Vamos aguardar os desdobramentos dessa situação nos próximos capítulos. Enquanto os bombeiros não chegam, o “incêndio” continua…
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Blindagem e Hipocrisia
O PT e seus aliados na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), em seus dicursos, falam estar querendo apurar a roubalheira ocorrida no INSS. Esse desejo fica no discurso, porque na prática blindam todos aqueles convocados a depor e que possam falar mais do que devem, com reprovação dos requerimentos. Na última sessão da CPMI neste ano (continua em fevereiro), o PT e os aliados do governo Lula, reprovaram a convocação de representantes de bancos, do presidente da AGU (Messias) e o Lulinha, filho do presidente da República. Frei chico também foi blindado. Mas, aprovaram a convocação do governador de Minas Gerais, Zema.
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Livro e Polêmica
Já está disponível o livro do escritor e jornalista Maciel de Aguiar – “Matou um Negro Ladrão”. O lançamento aconteceu dia 26 de novembro, em Vitória e já está virando motivo de muita conversa. No lançamento foi “anotada” a ausência de muitos daqueles que deveriam lá estar. No meu caso, tenho duas justificativas. Primeiro não tenho preconceito em divulgar fatos, principalmente aqueles dos quais sou testemunha e, segundo por não estar na capital no dia do lançamento. Sou admirador das obras do amigo, o renomado escritor e jornalista, Maciel de Aguiar.
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Pode Isso, Arnaldo?!

Não, não pode.
Um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), viajar em jatinho particular para assistir uma final de Libertadores da América entre Palmeiras e Flamengo, acompanhado de um advogado do Banco Master, protagonista de um dos maiores escândalos financeiros. E, na véspera, o ministro determinar sigilo sobre o caso.
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RESUMÂO
Incompetência? – As estatais obtiveram lucro no período em que o Jair Bolsonaro era o presidente do Brasil. O governo petista do presidente Lula entrou e as estatais voltaram a dar prejuízo. O rombo nos Correios é o símbolo da incapacidade ou … de gestão do atual governo. /// Fato – O escritor e jornalista Maciel de Aguiar, em seu recente livro lançado mês passado, relata um fato acontecido em São Mateus, quando um reitor da Ceunes-Ufes, matou um jovem negro de 16 anos que se ateveu a subir em uma mangueira e “roubar” uma manga. Na ocasião foi dito que a arma havia sido comprada recentemente e essa fora a primeira vez usada pelo seu proprietário. /// Guriri – Muitos prefeitos passaram e o Balneário de Guriri, em São Mateus, tem sofrido durante todos esses anos, com alagamentos e abandono. Guriri costumava ser lembrado apenas nas festas de final de ano e no carnaval. Agora, com a nova gestão, o balneário mateense passou a ser olhado com mais atenção e responsabilidade. Marcus Batista (Podemos), o prefeito, tem realizado com a sua equipe, várias intervenções naquilo que compete ao poder público municipal. /// Perseguição? – Fato é que o ex-presidente Jair Bolsonaro sofre de perseguição cujo objetivo é não permitir que disputa a próxima eleição. Sem motivo para estar preso e condenado como foi, fica claro o medo que a esquerda e o poder atual tem medo da sua capacidade político-eleitoral. /// Estranho – Filipe Martins, um inocente preso e condenado. /// Papo furado – Golpe não houve. É ficção. Ponto final.
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