A queda do Ditador
EUA invade a Venezuela e captura o ditador Maduro esposa
INTERNACIONAL
Em pronunciamento do presidente Trump, Maduro está preso a bordo de navio americano Iwo Jima
Os Estados Unidos invadiu a Venezuela na madrugada deste sábado em operação considerada perfeito em sua organização e eficiência, levando a captura do ditador Nicolás Maduro e sua esposa Cília Flores. Em coletiva nesta manhã, em sua mansão na Flórida, Trump disse que Maduro e mulher estão em navio americano a caminho de Nova York.

A ação americana teve imediata repercussão no mundo e vários governantes se pronunciaram sobre essa operação. No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aliado e amigo do governante venezuelano condenou os Estados Unidos, que na sua avaliação promoveu atentado à soberania da Venezuela. Pediu ação iediata da Organização das Nações Unidas (ONU).
O presidente da Argentina Javier Milei, aliado do presidente Donald Trump, comemorou a captura do ditador Maduro. “Viva a Liberdade!”, disse Milei.
Enquanto os políticos de esquerda do Brasil condenavam Trump, a oposição comemorou a sua ação.
Lula, que estava no Rio de Janeiro aproveitando os dias de festividades do final e início do ano, retornou a Brasília. Convocou uma reunião pela manhã e já está programada uma outra para o final desta tarde de sábado.
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*Da Redação / Com informações de agências
*Foto/Destacada: Reprodução
INTERNACIONAL
Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado
Por Isabella de Paula*
Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.
“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.
Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.
Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.
Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.
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- Gazeta do Povo – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE
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