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Campeonato Brasileiro / Série A

Vasco bate Santos de virada e estreia com vitória no Brasileirão 2025

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Esportes / Futebol

De volta à elite, Peixe sai na frente do placar, mas não resiste a pressão na etapa final e sofre virada do Cruz-Maltino

Rio de Janeiro / RJ

O Vasco estreou com vitória de virada no Brasileirão 2025. Em uma partida equilibrada, o Cruz-Maltino saiu atrás no placar com gol de Barreal e conseguiu reverter na etapa final com Nuno Moreira e Vegetti (foto) para vencer o Santos por 2 a 1, neste domingo (30), em São Januário, pela 1ª rodada da competição.

Vegetti - Matheus Lima/Vasco

Com a vitória, o Vasco começa o Brasileirão 2025 somando os seus primeiros três pontos. Já o Santos, que está de volta a elite do futebol brasileiro, estreia com derrota. O Cruz-Maltino volta a campo na quarta-feira (2), às 19h (de Brasília), contra o Melgar, no Peru, pela 1ª rodada da fase de grupos da Sul-Americana.

Vasco sai atrás e busca virada em São Januário

O Vasco não teve vida fácil no primeiro tempo contra o Santos. O Cruz-Maltino começou levando perigo em finalização de Philippe Coutinho, mas Gabriel Brazão defendeu. O Peixe respondeu pouco depois em chute cruzado de Gabriel Bontempo, que tentou encontrar Guilherme na segunda trave e não conseguiu.

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Dono da casa, o Vasco tinha mais a bola, mas tinha dificuldade de encontrar espaços. O Santos, por outro lado, tentava pressionar a saída vascaína, e foi assim que Paulo Henrique entregou o ouro. Após o lateral errar na saída de bola, Tiquinho Soares encontrou Barreal, que entrou livre e bateu de cobertura.

Após sofrer o gol, o Vasco sentiu a pressão das arquibancadas. O time teve uma oportunidade com Nuno Moreira, que tentou devolver de cobertura, mas errou. Fora isso, a cada erro vascaíno aumentava a pressão aumentava, o que contribuiu para o time não conseguir reagir antes do intervalo.

Já a etapa começou com um panorama diferente. O Vasco adotou uma postura mais agressiva e logo chegou ao empate. Antes, Hugo Moura perdeu uma chance livre no meio da área. Depois, após cruzamento de Piton, Vegetti ajeitou de cabeça para a primeira trave e encontrou Nuno Moreira, que empatou o jogo.

Após o empate, o jogo ficou lá e cá. O Santos assustou em finalização de Guilherme, mas Léo Jardim salvou. Gabriel Brazão também apareceu e fez a melhor defesa do jogo após cabeçada de Vegetti. Porém, o goleiro santista não conseguiu evitar o gol quando Payet cruzou na medida para o argentino cabecear livre.

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Outros resultados do Brasileirão Série A

Cruzeiro 2 x 1 Mirassol

Flamengo 1 x 1 Internacional

São Paulo 0 x 0 Sport Recife

Fortaleza 2 x 0 Fluminense

Bahia 1 x 1 Corinthians

Palmeiras 0 x 0 Botafogo

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* Informações de O Dia

* Fotos: Matheus Lima / Vasco

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

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em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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