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Produção capixaba concorre a prêmios no maior festival de webséries do mundo

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Dirigido por Thais Helena Leite, a websérie Raros concorre em sete categorias do Rio Webfest 2025, duas delas com votação popular pela internet

A websérie Raros, dirigida pela cineasta Thais Helena Leite, é destaque no Rio Webfest 2025, o maior e mais inclusivo festival de webséries do mundo. Produzida no Espírito Santo, a obra foi selecionada para a 11ª edição do evento com um conjunto expressivo de indicações e disputa também o voto popular em duas categorias. A exibição oficial de Raros acontece na sexta-feira, 28 de novembro, às 15h, no Cinema Rio Web Fest – Galeria Par.

Entre os reconhecimentos obtidos, Raros concorre à votação popular nas categorias Melhor Série/Vídeo e Melhor Personalidade, para Alice Leite Bragança, personagem de um dos capítulos. O público pode votar por meio do link: https://riowebfest.net/en/popular-vote-2/.

Além disso, concorre aos prêmios do Júri Técnico como Melhor Websérie Educacional, Melhor Websérie de Diversidade e Melhor Trilha Sonora, assinada pelo músico Leo de Paula. A série também foi indicada ao prêmio de Melhor Performance de Não-Ficção, com a jovem Alice Leite Bragança, de 11 anos, neta da diretora e uma das personagens centrais da produção. Outra indicação de grande relevância é o Prêmio de Acessibilidade, decorrente de um desdobramento direto da websérie: inspirada pela obra, a professora Claudia Vieira, junto a alunos do curso de Libras da Ufes, desenvolveu um glossário médico em Libras em parceria com o HUCAM e a Santa Casa de Misericórdia de Vitória, destinado a ampliar o atendimento de pessoas surdas na área da saúde. 

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O Rio Webfest, que chega à sua 11ª edição entre 28 de novembro e 1º de dezembro, reúne mais de 300 produções de 40 países em uma programação que inclui exibições, painéis, oficinas, rodadas de negócios e cerimônia de gala, consolidando o Brasil como um dos principais polos internacionais do audiovisual digital. A programação acontece na Cidade das Artes Bibi Ferreira, com entrada gratuita.

A websérie Raros foi realizada com recursos do Funcultura, por meio da Secretaria da Cultura do Espírito Santo (Secult-ES), e da Lei Paulo Gustavo, do Ministério da Cultura, e está disponível no canal oficial: www.youtube.com/@raroswebserie

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  • Fonte: Os realizadores e Produtores – Conteúdo
  • Foto/Destaque: Divulgação
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“Chefão” da GloboNews deixa a emissora por causa do PowerPoint do Master

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Rio de Janeiro – RJ

A crise de credibilidade que abalou as estruturas da GloboNews recentemente acaba de cobrar o seu preço mais alto no andar de cima. Carlos Jardim, o “todo-poderoso” que chefiava a redação do canal de notícias há 13 anos, teve sua saída oficializada nesta sexta-feira (8). O estopim para a queda do executivo foi o vexame de contornos revoltantes protagonizado pelo programa Estúdio i, que levou ao ar um PowerPoint com informações grosseiramente erradas, ferindo os princípios básicos do jornalismo e colocando a emissora em uma posição indefensável. A peça era um claro ataque injustificado ao governo federal, ao presidente Lula e ao PT.

O anúncio foi feito por Ricardo Villela, diretor-geral de Jornalismo da Globo, por meio de um extenso comunicado interno. Embora o texto tente dar um tom de “ciclo encerrado”, o cronograma não deixa dúvidas: Jardim sinalizou seu desejo de sair em março, exatamente no auge da repercussão negativa do episódio que muitos profissionais da casa classificaram como uma “manobra vergonhosa” e um “atentado à apuração”.

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O PowerPoint polêmico

O episódio que selou o destino de Jardim ocorreu quando o canal exibiu uma série de gráficos e informações via PowerPoint que continham dados falsos e “erros de apuração” que viralizaram negativamente nas redes sociais. Neles, a emissora colocava o escândalo do Banco Master “na conta” do atual governo federal, do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, quando notoriamente o colossal caso de fraudes está totalmente atrelado à extrema direita bolsonarista e ao Centrão. Na ocasião, a GloboNews foi acusada de abandonar o rigor jornalístico para sustentar narrativas frágeis, o que gerou uma crise institucional sem precedentes.

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Como número dois na hierarquia da GloboNews, abaixo apenas do diretor-geral Miguel Athayde, Jardim era o responsável direto pelo que ia ao ar. A exposição de um conteúdo “totalmente falso”, como descreveram críticos e telespectadores, minou sua sustentação no cargo.

A “aposentadoria” e a sucessão

Com 41 anos de carreira e passagens por cargos de destaque desde 1997, incluindo a criação do programa Encontro com Fátima Bernardes, Carlos Jardim agora diz que vai trocar as notícias pelas artes. O jornalista pretende se dedicar ao teatro e ao cinema; ele já possui uma peça autoral em cartaz no Rio de Janeiro.

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Para o seu lugar, a Globo já definiu um nome da casa: Denise Lacerda assumirá o comando da Redação a partir de junho. Atualmente coordenadora do canal em Brasília, Denise tem um currículo sólido, com passagens pelo Jornal NacionalJornal Hoje Bom Dia Brasil. Sua missão imediata será dupla: reconstruir a credibilidade da GloboNews perante o público e, principalmente, pacificar uma Redação que clamava por mudanças há mais de uma década.


*Matéria reproduzida do Uol – conteúdo

*Foto destaque: Reprodução | Redes Sociais

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