Brasil / Eleições
TSE divulga limite de gastos para campanhas de prefeito e vereador por município
Política / Eleições
As quantias estabelecidas pela Corte Eleitoral deverão ser seguidas pelos partidos e coligações durante as eleições de outubro
Brasília / DF
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta quinta-feira (18), o limite de gastos para as campanhas de prefeito e vereador em cada um dos 5.569 municípios do País. As quantias estabelecidas pela Corte Eleitoral deverão ser seguidas pelos partidos e coligações durante as eleições de outubro.
Em São Paulo, que possui o maior eleitorado do País, os partidos poderão gastar até R$ 67.276.114,60 na campanha de prefeito em primeiro turno. Em eventual segundo turno, a quantia permitida é de R$ 26.910.445,80. A candidatura de vereador, por sua vez, poderá receber até R$ 4.773.280,39.
No Rio de Janeiro, que possui o segundo maior número de eleitores, as candidaturas para o cargo majoritário poderão receber até R$ 29.231.712,71 no primeiro turno e R$ 11.752.685,09 no segundo. Campanhas para vereador têm o limite de gastos de R$ 2.071.008,63.
Os menores municípios do País em população possuem um limite de R$ 159.850,76 para as campanhas majoritárias e R$ 15.985,08 para as candidaturas legislativas.
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* Informações de agências / TSE
* Foto: Reprodução / Redes Sociais
Política / Eleições
Pazolini registra menor rejeição entre todos os nomes testados para o Governo do Estado
Líder em todas as simulações para o Governo do Estado, Lorenzo Pazolini também registra a menor rejeição
Por Eduarda Oliveira* | Vitória (ES)
Entre os principais nomes testados para a disputa ao Governo do Espírito Santo, o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com a menor rejeição do levantamento realizado pelo Instituto Perfil para o ES Hoje publicado nesta terça (16). Os dados indicam que, além de liderar as intenções de voto em todos os cenários testados, Pazolini apresenta atualmente a menor resistência junto ao eleitorado capixaba.
Segundo a pesquisa, apenas 5,44% dos entrevistados afirmaram que não votariam em Pazolini, índice significativamente inferior ao dos demais pré-candidatos avaliados. O governador Ricardo Ferraço (MDB) registra 10,22% de rejeição, enquanto o deputado federal Helder Salomão (PT) aparece com 15,89%. O maior índice é do senador Magno Malta (PL), que alcança 36,67%, liderando a rejeição entre todos os nomes pesquisados.
Nesse contexto, o resultado obtido por Pazolini ganha relevância por colocá-lo em posição diferenciada em relação aos demais concorrentes. Enquanto o ex-prefeito registra rejeição de apenas 5,44%, o índice de Ricardo Ferraço praticamente dobra. O levantamento mostra ainda que a rejeição de Magno Malta supera, sozinha, a soma das rejeições de Ricardo Ferraço e Lorenzo Pazolini. O dado evidencia as dificuldades que candidaturas com elevada resistência popular costumam enfrentar ao longo da campanha eleitoral.
Na análise política, a rejeição é considerada um dos indicadores mais relevantes de uma disputa eleitoral, especialmente em cenários polarizados. Isso porque candidatos com baixa rejeição tendem a possuir maior potencial de crescimento durante a campanha, uma vez que encontram menos resistência entre os eleitores ainda indecisos.
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Liderança
A baixa rejeição de Pazolini acompanha outro resultado positivo apontado pela pesquisa. Nos dois cenários estimulados para o Governo do Estado, ele aparece na liderança das intenções de voto. No primeiro cenário, registra 37,78%. No segundo, alcança 35%.
Os números fazem parte da oitava rodada da pesquisa ES Hoje/Instituto Perfil para as eleições de 2026 e ajudam a revelar um dos principais ativos eleitorais do ex-prefeito da capital: sua ampla aceitação junto aos eleitores.
Realizada entre os dias 10 e 13 de junho, a pesquisa ouviu 1.800 eleitores em 50 municípios capixabas. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A combinação entre liderança nas intenções de voto e menor índice de rejeição reforça a posição de Lorenzo Pazolini como um dos principais protagonistas da disputa pelo Palácio Anchieta em 2026 e demonstra que, neste momento, é o nome que enfrenta a menor resistência entre os eleitores do Espírito Santo.
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- ES Hoje – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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