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Conhecendo a História

O Dia das Mães e como tudo começou

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Curiosidade & Conhecimento

Todos os anos, no segundo domingo de maio, é celebrado o dia das mães em várias partes do mundo!

Basta entrarmos no mês de maio que as propagandas comerciais começam a falar de apenas um assunto: o Dia das Mães. A data é a segunda mais importante no Brasil em números de vendas, perdendo apenas para o Natal. Por isso, o Dia das Mães mobiliza todo o comércio. Mas, ao contrário do que possa parecer, o dia não surgiu com a intenção de ser uma data comercial, longe disso.

A celebração nasceu nos Estados Unidos, no início do século 20, através de uma insistente campanha feita por Anna Jarvis. Ela havia perdido sua mãe em 1905 e, três anos depois, realizou uma homenagem para ela, de forma ainda não oficial.

Foto feliz dia das mães. filha criança felicita mães e dá-lhe flores tulipas.

Desde então, Anna Jarvis passou a enviar cartas para congressistas americanos, governadores e celebridades pedindo a criação de um feriado em homenagem às mães, o “Dia das Mães”. A criação só foi feita em 1911.

A reviravolta na história é que Anna Jarvis não esperava que o dia seria tão abraçado por campanhas publicitárias e transformado em uma data comercial. Anos depois da criação da data comemorativa, a militante passou a pedir o fim dela, segundo o livro “Em Memória da Maternidade: Anna Jarvis e a Luta pelo Controle do Dia das Mães”, escrito pela historiadora Katharine Antolini.

Dia das Mães no Brasil

No Brasil, o Dia das Mães foi oficializado alguns anos mais tarde. Em 1932, o presidente Getúlio Vargas assinou o decreto que cria a data.

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O texto diz que o Dia das Mães foi estabelecido para que se comemore os “sentimentos e virtudes que o amor materno concorre para despertar e desenvolver no coração humano, contribuindo para seu aperfeiçoamento no sentido da bondade e da solidariedade humana”.

Foto uma menina abraça um buquê de flores com uma menina

Apesar da oficialização apenas na década de 30, há relatos de que a data já era celebrada antes disso. O primeiro registro da comemoração em solo brasileiro teria ocorrido em 1918, em Porto Alegre, por iniciativa da Associação Cristã de Moços do estado.

No Brasil, a data não é considerada feriado, assim como o Dia dos Pais, comemorado no segundo domingo de agosto.

Por que a data é comemorada no segundo domingo de maio?

O Brasil segue a mesma lógica dos Estados Unidos. A decisão teria a ver com a data da morte da mãe de Anna Jarvis, em 9 de maio. Assim, em 1914, o congresso americano estabeleceu que todo segundo domingo de maio seria comemorado o Dia das Mães no País. Apesar disso, a data costuma variar em outros países do mundo.

Dia das Mães no mundo

A história da criação do Dia das Mães não é a mesma a depender do País que a celebra. Separamos algumas nações que comemoram a data em um dia diferente do nosso e o motivo da escolha, confira:

Inglaterra: na antiga terra da Rainha, o Dia das Mães foi criado sob influência da igreja católica romana e do próprio Império Romano. Assim, a data é comemorada no último domingo da Quaresma. O dia também coincide com o festival de Hilária, que homenageia a deusa Cibele, a “Grande Mãe” segundo a tradição romana.

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Adorável jovem brincando com a mãe

França: as histórias sobre a criação do Dia das Mães no país divergem. Há relatos que colocam Napoleão Bonaparte, em 1806, como o primeiro a considerar a ideia para as mães francesas. Outros registros apontam que em 1918, os franceses da cidade de Lyon homenagearam as mães e esposas que perderam filhos e maridos na Primeira Guerra Mundial. O dia oficial foi criado somente em 1950 e estabeleceu o último domingo de maio para a celebração.

México: é um dos países que tem uma data fixa para celebrar o Dia das Mães. Todos os anos, a data é celebrada no dia 10 de maio. A data foi firmada após uma campanha feita pelo jornalista Rafael Alducin, em 1922, que pediu aos leitores do Diário Excelsior que votassem em uma data para comemorar o Dia das Mães.

Na Noruega, o Dia das Mães é o 2º domingo de fevereiro. Na África do Sul e em Portugal, o 1º domingo de maio. Na Argentina, é o 2º domingo de outubro. Na Espanha, o Dia das Mães é o dia 8 de dezembro.

 


  • Pesquisa Equipe Pauta1
  • Fotos: Divulgação – Premiun

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Curiosidade & Conhecimento

A história do Dia da Mentira: Como surgiu essa tradição?

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Desde brincadeiras inocentes até pegadinhas elaboradas, o dia 1º de abril é conhecido mundialmente como o Dia da Mentira.

Mas você já se perguntou de onde surgiu essa tradição? A origem da data remonta ao século XVI e está ligada a mudanças no calendário europeu.

A teoria mais aceita sobre o surgimento do Dia da Mentira remonta ao ano de 1582, quando o Papa Gregório XIII introduziu o calendário gregoriano, substituindo o antigo calendário juliano.

Antes da mudança, o Ano-Novo era comemorado entre 25 de março e 1º de abril. No entanto, com a reforma, a celebração oficial passou para o dia 1º de janeiro.

Na França, algumas pessoas resistiram à nova data e continuaram a celebrar o Ano-Novo na antiga tradição. Como forma de zombar desses “teimosos”, outros começaram a pregar peças e a espalhar boatos falsos

Assim, o 1º de abril passou a ser associado a enganos e brincadeiras, dando origem ao que conhecemos hoje como o Dia da Mentira.

Com o tempo, a prática se espalhou por outros países da Europa e, posteriormente, pelo mundo. Na Inglaterra, a tradição ganhou força no século XVIII, e os britânicos ajudaram a difundir a ideia para suas colônias. No Brasil, o costume chegou por meio dos portugueses e se consolidou no século XIX.

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Um dos registros mais antigos da celebração no país foi uma publicação do jornal “A Mentira”, em 1º de abril de 1828, anunciando falsamente a morte de Dom Pedro I. Quando desmentida, a notícia evidenciou a brincadeira, tornando-se um marco da data no Brasil.

O Dia da Mentira na atualidade

Atualmente, o Dia da Mentira é celebrado em diversos países, e a internet ampliou o alcance das pegadinhas. Grandes empresas e veículos de comunicação costumam lançar notícias falsas de forma bem-humorada, confundindo e divertindo o público.

No entanto, com o crescimento das fake news, especialistas alertam para a importância de distinguir brincadeiras inofensivas de informações enganosas que possam causar prejuízos.

Embora a data seja sinônimo de diversão para muitos, vale lembrar que o respeito e o bom senso devem prevalecer. Então, se for participar da tradição, escolha pegadinhas leves e inofensivas!

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  • Pesquisa Equipe Pauta1
  • Foto Destaque: Reprodução / Internet

 

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