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Espírito Santo mostra seu potencial com a expansão do Banestes no Estado de São Paulo

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O Banestes é a marca do Espírito Santo, um estado que virou exemplo de gestão, agora inaugurando uma agência em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, e com a inovação do lançamento do banco digital (Bizi), que deve revolucionar a experiência financeira dos servidores.

A solenidade de inauguração da agência do Banestes em solo paulista, contou com a presença do governador Renato Casagrande, do prefeito Edinho Araújo, de outras autoridades locais e os representantes do banco.

“É a primeira agência de varejo que estamos abrindo fora do Espírito Santo, um banco com quase 90 anos no nosso Estado, muito bem gerenciado e que começa a ofertar serviços de forma mais intensa em Rio Preto, que é uma cidade muito importante em São Paulo. Aproveitando o momento da abertura da agência, também lançamos nosso banco digital voltado para os servidores públicos de fora do Espírito Santo”, explicou o governador Renato Casagrande.

O crescimento do Banestes fora do Estado do Espírito Santo é resultado da expertise do banco em oferecer produtos e serviços voltados à modernização da Administração Pública. Em Rio Preto, a instituição financeira venceu o processo licitatório que definiu o agente arrecadador de impostos do município. A partir daí a parceria entre o banco e a administração municipal ficou mais sólida.

O presidente do Banestes, Amarildo Casagrande, também destacou a importância da expansão para Rio Preto, enfatizando o compromisso do banco em proporcionar mudanças positivas.

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“Desde a nossa primeira visita aqui, enxergamos um grande potencial na cidade que vem a casar com o espírito do Banestes, que é crescermos juntos. Vimos como uma oportunidade de expansão, para montar a primeira agência de varejo fora do estado Espírito Santo e trazer os mesmos serviços e produtos que oferecemos lá. O rio-pretense vai encontrar um atendimento personalizado no Banestes, uma experiência acolhedora diferente de todas as outras agências. O banco dos capixabas agora também é o banco dos rio-pretenses”, ressaltou Amarildo.

Já o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, expressou sua satisfação com a parceria entre o Banestes e a administração municipal. “Essa parceria vai favorecer acima de tudo a população de São José do Rio Preto. As vantagens únicas que o Banestes traz para os rio-pretenses certamente contribuirão para o desenvolvimento econômico e financeiro da nossa cidade”, afirmou o prefeito.

Bizi

O evento marcou também o lançamento do Bizi, o banco digital do Banestes, que visa proporcionar uma experiência inovadora. Inicialmente, o Bizi oferecerá o crédito consignado para servidores públicos municipais da ativa ou aposentados, com atendimento especializado e taxas atrativas a partir de 1,19% ao mês.

O Bizi estará disponível para Android e iOS, permitindo que os servidores de órgãos conveniados simulem e contratem o crédito consignado de forma ágil e segura. O aplicativo também oferecerá a captura de biometria facial para garantir a segurança dos usuários.

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Sobre o Banestes

O Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) completou 86 anos de existência em 15 de outubro passado. Controlado pelo Governo do Estado, é um banco múltiplo de sociedade anônima de capital aberto e de economia mista. Possui a maior rede bancária do Espírito Santo. É o único banco presente em todos os 78 municípios capixabas, com 824 pontos de atendimento. Com isso, mais de 1,4 milhão de clientes podem contar com o banco, seja fisicamente ou por meio de aplicativo. Possui três empresas controladas: Banestes Seguros, Banestes DTVM e Banestes Corretora.

O Banestes se destaca no cenário nacional com as melhores condições para crédito imobiliário do País. O crédito consignado também é uma das linhas propulsoras do negócio, com condições bastante competitivas: taxas a partir de 1,19% ao mês.

Nos últimos cinco anos, o número de acionistas do Banestes cresceu mais de 16 vezes. No fim de setembro passado, foram registrados mais de 43 mil acionistas na base. Desse total, 59% está presente no Sudeste, sendo 31% somente no Estado de São Paulo.

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* Com informações da Assessoria de Comunicação do Banestes – Jardel – Rafaella / Fotos: Xavier Neto – Banestes

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Nascida com investimento de R$ 360, Borana quer faturar R$ 32 milhões em 2026

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Marca beachwear de São Mateus ganhou mercado externo, cinco lojas físicas e 150 funcionários partindo de um investimento inicial de R$ 360

Por João Flávio Figueiredo* | Vitória – ES

A marca de beachwear Borana, fundada em São Mateus, no norte do Espírito Santo, projeta faturamento superior a R$ 32 milhões em 2026. No ano passado, a empresa registrou R$ 28 milhões em receita com uma produção anual em torno de 360 mil peças. A marca conta com uma fábrica, cinco lojas físicas no Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo e emprega 150 pessoas.

O número é resultado de uma jornada forjada na escassez, com capital próprio e sem investidor externo. Em 2010, a família começou a produzir biquínis sob medida para a filha, que estudava em Vitória. 

Empresário Jorge Aguiar recebeu a medalha Mérito Empreendedor, honraria da Findes / Foto: Divulgação

“O produto circulou entre amigas, os pedidos cresceram e, em seis meses, a marca começou a receber um volume relevante de encomendas. Eu tocava flauta na noite para fazer renda e juntei R$ 360 para comprar alguns metros de tecido”, lembra Jorge Aguiar, sócio-fundador da Borana.

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A empresa tocada pela família Aguiar. O criativo fica a cargo de Patiara, filha do casal Inânia, esposa de Jorge, cuida da produção. Moreno, o filho, completa o quadro societário.

O salto de visibilidade veio em 2016, quando a Borana foi selecionada para participar de um desfile do São Paulo Fashion Week. A marca ganhou o desfile solo na semana de moda de Macau e ganhou popularidade ao ter uma peça usada pela cantora Anitta em 2020.

Hoje, 70% da produção é realizada na fábrica própria em São Mateus, que emprega 108 funcionários. Os 30% restantes são distribuídos por uma rede de aproximadamente 50 costureiras independentes que trabalham de casa, concentradas principalmente na Grande Vitória.

No exterior, a Borana exporta para a Europa, Estados Unidos, América Latina e Ásia. O mercado externo representa, na média, 10% do faturamento, mas Aguiar considera a presença internacional estratégica para o posicionamento da marca no Brasil. 

“Quando você fala que está exportando para esses países, valoriza o produto internamente”, afirmou. “Mas sempre valorizamos a nossa origem em vez de buscar as tendências estrangeiras. Tornamos o produto local uma referência no Brasil e no mundo”.

Para sustentar o crescimento, a Borana fez recentemente um investimento de R$ 1,3 milhão em uma sala de corte automatizada. A aquisição busca aumentar a velocidade e a precisão do processo de corte, que antes era feito manualmente. 

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O próximo passo em análise é a adoção de um modelo de franquias, embora Aguiar considere que a empresa ainda precisa aumentar a produtividade para adotar esse modelo.

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  • O autor assina a coluna Folha Business – Conteúdo
  • Foto destaque: Divulgação / Borana
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