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Campeonato Brasileiro

Sobrou emoção! Atlético vence o São Paulo e segue sonhando com o título

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Esportes / Futebol

Belo Horizonte

Era uma verdadeira decisão para o postulante ao título Atlético Mineiro.

Que levou a melhor sobre o São Paulo neste sábado (2) graças a dupla Hulk e Paulinho.

Antes de a bola rolar, o zagueiro Réver foi alvo de homenagens pelo provável último jogo na condição de atleta profissional.

Dividindo o posto de maior campeão da história do clube com o ex-goleiro João Leite, iniciou entre os 11 graças as ausência de Jemerson e Lemos.

Coube ao São Paulo ter a melhor chance do primeiro tempo.

Luciano fez Everson trabalhar e, na sobra, Erison acertou a trave.

O Atlético trabalhou mais pela direita. Mas sem encontrar soluções e, como consequência, não acertou o gol rival.

Sobraram faltas e paralisações – que contribuíram para um acréscimo de nove minutos.

Segundo tempo

O cenário para o Galo não era nada animador, já que o São Paulo era melhor.

Com direito a chance inacreditavelmente desperdiçada por Luciano.

Eis que, logo no minuto seguinte, Hulk fez a Massa explodir na primeira finalização que acertou o gol de Rafael (32′).

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Dorival fez apostas. E William Gomes acertou o travessão (35′). Pouco depois, Juan foi derrubado na área por Mariano.

Pênalti marcado após intervenção do árbitro de vídeo. E convertido por Luciano (45′).

Mas o Galo tinha Hulk. E contava com o até então discreto Paulinho.

E o camisa 10 decidiu ao fazer seu 19º gol transbordando frieza na conclusão.

O alívio atleticano só veio após Everson evitar o gol de Michel Araújo.

Galo foi aos 66 pontos. Se igualou ao Palmeiras, que tem saldo superior (30 contra 23) e ainda atuará.

Pode se garantir na fase de grupos da Libertadores caso o Grêmio seja derrotado.

Já o São Paulo segue com 50. É o décimo.

A rodada final será na quarta (6).

O Atlético visitará o ameaçado Bahia.

E o Tricolor receberá o Flamengo, outros postulante ao título.

37ª rodada

2/12 – Sábado

  • Corinthians 1 x 2 Internacional – Neo Química Arena
  • Atlético 2 x 1 São Paulo – Mineirão

3/12 – Domingo

  • 16h – Flamengo x Cuiabá – Maracanã
  • 16h – Palmeiras x Fluminense – Allianz Parque
  • 18h30 – Botafogo x Cruzeiro – Nilton Santos
  • 18h30 – Red Bull Bragantino x Coritiba – Nabi Abi Chedid
  • 18h30 – Grêmio x Vasco – Arena do Grêmio
  • 18h30 – Athletico x Santos – Ligga Arena
  • 18h30 – Fortaleza x Goiás – Arena Castelão
  • 18h30 – América x Bahia – Arena Independência
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* Informações do Lance / Fotos/Crédito: Fábio Barros – Agência F8 / Gazeta Press

 

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Esportes / Futebol

Espanha bate a Argentina na prorrogação e vence a Copa do Mundo pela segunda vez

Publicados

em

Por André Costa*

Depois de 16 anos, a Espanha pode libertar o grito de “é campeão” da garganta novamente! Neste domingo, a Fúria levou a melhor sobre a Argentina na grande final da Copa do Mundo de 2026, por 1 a 0, e faturou o título mundial pela segunda vez em sua história. O gol da vitória espanhola foi marcado por Ferrán Torres, já no segundo tempo da prorrogação do jogo disputado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi marcada por um amplo domínio espanhol. A Fúria martelou a Argentina durante toda a partida e aproveitou a expulsão de Enzo Fernández no fim do tempo regulamentar para enfim colocar a bola no fundo das redes. Foram 19 chutes até a finalização de Ferrán Torres que furou o gol de Dibu Martínez.

Roteiro repetido

O roteiro do bicampeonato mundial da Espanha faz jus ao primeiro título do país, conquistado em 2010. Naquele ano, o gol da vitória espanhola na final contra a Holanda, por 1 a 0, também foi marcado na prorrogação. O herói daquela vez também foi um jogador do Barcelona: Andrés Iniesta.

Adeus discreto de Messi

Já a provável despedida de Lionel Messi da Copa do Mundo teve sabor amargo. Preso na marcação espanhola, o astro teve atuação discreta na final e acabou amargando o vice, além de não conseguir superar Kylian Mbappé como o maior artilheiro da história da competição. O craque parou nos 21 gols, contra 22 do francês.

Com a derrota, a Argentina perdeu a chance de conquistar o seu quarto título mundial. Além disso, os sul-americanos, que ergueram a taça em 1978, 1986 e 2022, não conseguiram igualar Itália (1934 e 1938) e Brasil (1958 e 1962) como os únicos bicampeões consecutivos do torneio.

Como foi o jogo?

O início da grande final foi eletrizante. Logo aos quatro minutos, Lamine Yamal tabelou com Dani Olmo na entrada da área e chutou rasteiro com a perna esquerda. A bola desviou em Lisandro Martínez, mas Dibu Martínez reagiu rapidamente e fez boa defesa.

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A Argentina respondeu no minuto seguinte. Julián Álvarez roubou a bola no meio de campo e lançou para Messi nas costas da marcação da Espanha. Porém, o goleiro Unai Simón se antecipou e saiu do gol para fazer o corte.

Depois, o jogo ficou morno. Com o controle da posse de bola, os espanhóis só voltaram a chegar ao ataque aos 37 minutos. Após boa jogada coletiva, Oyarzabal recebeu na entrada da área e bateu rasteiro, mas parou em Dibu Martínez. Já aos 42, foi a vez de Cucurella arriscar de longe e levar perigo.

Os argentinos, por sua vez, produziram muito pouco. Os atuais campeões demonstraram dificuldade de escapar da pressão espanhola e terminaram a primeira etapa sem nenhuma finalização a gol.

Segundo tempo

A Espanha continuou tomando a iniciativa após o intervalo. Com menos de um minuto no segundo tempo, Baena costurou pelo lado esquerdo, ajeitou para o meio e bateu colocado, mas Dibu Martínez agarrou. O goleiro da Argentina precisou trabalhar novamente aos 18, em chute de Dani Olmo de fora da área, e aos 21, em cabeceio de Ferrán Torres.

A Fúria incomodou mais uma vez aos 31 minutos. Pedri carregou a bola por dentro após boa troca de passes e mandou em cima de Dibu Martínez. Na sequência, Cubarsí soltou uma pancada de fora da área e parou em mais uma defesa do goleiro argentino. Pressão total da Espanha!

A partida ficou ainda mais complicada para a Argentina após a expulsão de Enzo Fernández. Aos 47 minutos, o jogador cometeu falta dura em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e deixou a equipe com um a menos. A Espanha teve a chance de garantir a vitória aos 52, em cobrança de falta de Lamine Yamal, mas Dibu Martínez espalmou e levou o duelo para a prorrogação.

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Prorrogação

O cenário foi o mesmo no primeiro tempo da prorrogação. Com somente dois minutos, Pedri cruzou na medida para Nico Williams, que desviou de cabeça e parou em uma defesaça de Dibu Martínez. A Espanha chegou a abrir o placar com Nico Williams, aos cinco minutos, mas o tento foi anulado por uma falta de Merino em Otamendi.

Nas cordas, a Argentina tinha enorme dificuldade para ultrapassar a linha do meio-campo. Enquanto isso, os espanhóis desperdiçaram mais uma oportunidade aos 12 minutos. Nico Williams dominou pelo lado esquerdo e cruzou para Merino, que cabeceou para o chão e viu a bola raspar a trave.

Segundo tempo

Como diz o ditado, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E o gol da Espanha enfim saiu no primeiro minuto do segundo tempo da prorrogação. Pedro Porro conduziu pelo lado direito e cruzou na segunda trave, para Nico Williams, que ajeitou de cabeça para o meio da área. Ferrán Torres chegou fuzilando com a perna esquerda e colocou os espanhóis em vantagem.

A Fúria chegou a ampliar o marcador aos sete minutos, mais uma vez por meio de Ferrán Torres. No entanto, o gol acabou sendo invalidado por impedimento.

A Argentina não se entregou e quase empatou aos 14 minutos. Messi tocou para Simeone, que avançou pelo lado direito e cruzou rasteiro. Tagliafico chegou para empurrar para o fundo das redes, mas a zaga espanhola afastou na hora H. Logo na sequência, Messi cobrou escanteio e viu a bola sobrar com Simeone, que mandou por cima do gol de Unai Simón.

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*Gazeta Esportiva – Conteúdo

*Foto destaque: Crédito – Odd Anderson / AFP

 

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