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Internacional / Repatriados

Grupo de brasileiros é autorizado a sair de Gaza; governo prepara operação de retorno

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De acordo com o Itamaraty, o grupo já está no posto da fronteira de Rafah desde as 7h, no horário local (2h horário de Brasília)

O grupo de brasileiros e familiares que aguardava liberação para deixar a Faixa de Gaza pela fronteira com o Egito recebeu, nesta sexta-feira (10/11), autorização de deixar o local para serem repatriados ao Brasil.

A saída é uma conquista, não tão unânime da diplomática para o Brasil, que tenta retirar os brasileiros desde o início do conflito entre Israel e o grupo radical Hamas, em 7 de outubro, quando os extremistas atacaram o território israelense e deixaram 1,4 mil mortos. A contraofensiva de Israel já deixou mais de 10,8 mil mortos, após ser atacado covardemente pelo grupo terrorista Hamas.

De acordo com o Itamaraty, o grupo já está no posto da fronteira de Rafah desde as 2h da manhã (horário de Brasília; 7h da manhã horário local). Os brasileiros e familiares esperam a “chamada para os trâmites necessários para a entrada no Egito e posterior repatriação para o Brasil”.

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Ainda segundo a pasta, a inclusão dos brasileiros na lista desta sexta foi informada ao ministro Mauro Vieira na tarde de quinta (9/11), em um telefonema feito pelo chanceler de Israel, Eli Cohen.

A lista conta com 33 pessoas — mas, segundo a CNN, uma pessoa foi adicionada em nova lista. Além do Brasil, cidadãos dos Estados Unidos, Canadá, Romênia, Indonésia, Polônia, Rússia, Índia, Albânia, China, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Nova Zelândia e Malásia também sairão de Gaza.

Ao entrarem em território egípcio, os estrangeiros serão avaliados por socorristas, que esperam o grupo. Caso precisem de atendimento, um hospital de campanha foi construído perto do local.  

Chegada ao Brasil

Os brasileiros voltarão ao Brasil no avião presidencial, destinado a viagens do presidente da República. A aeronave aguarda a liberação do grupo no aeroporto de Cairo, no Egito, desde 18 de outubro.

A chegada no Brasil, prevista para domingo (12/11), será feita com o auxílio de ajuda médica, incluindo psicólogos e um posto de imunização. O grupo também vai receber abrigo, documentação e alimentação para os brasileiros. Aliás, uma atitude governamental muito comum, no que pese o interesse midiático dos governos. A expectativa é a de que os brasileiros sejam recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Brasília, coisa que ainda não o fez, inclusive a primeira-dama Janja que procura o protagonismo no governo, no que pese críticas dos próprios governistas.

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* Com informações do Correio Braziliense / Fotos/Crédito: AFP

 

 

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Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado

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Por Isabella de Paula*

Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.

“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.

Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.

Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis ​​e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.

Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.

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  • Gazeta do Povo – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE

 

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