Entretenimento / TV
Chris Flores fala sobre a dificuldade enfrentada ao ser criticada pela reportagem com a mãe de Larissa Manoela
ENTRETENIMENTO
Chris Flores, apresentadora do Fofocalizando, do SBT, teve seu nome envolvido no polêmico caso de Larissa Manoela, que vive um imbróglio com os pais no tocante a administração de seu patrimônio. Responsável por conduzir a reportagem com a mãe da atriz, Silvana Taques, a comunicadora foi alvo de muitas críticas nas redes sociais.

Na tarde desta terça-feira (22), Chris Flores dedicou uma parte de seu tempo no Fofocalizando para discorrer sobre esse período conturbado que vem enfrentando. Com os olhos cheios de lágrimas, ela fez um verdadeiro desabafo.
Chris Flores desabafa sobre período vivido e faz agradecimento
A jornalista revelou que sua intenção nunca foi repercussão, apenas realizar o seu trabalho. “Se eu não venho a público é porque não gosto desse tipo de exposição, não gosto de ganhar cartaz. Estou aqui para ser mensageira. Não quero ganhar dinheiro com isso, ainda mais uma notícia tão trágica. Não acho isso bacana”, confessou.
Aproveitando a oportunidade, Chris Flores também manifestou seu agradecimento a quem a tem defendido das críticas, em especial ao Ratinho, que dedicou uma parte de seu programa na noite da última segunda-feira (21) de forma espontânea para manifestar seu apoio à comunicadora. “Tenho tentado me manter firme. Eu não tenho nem palavras para agradecer [o Ratinho, que a elogiou no programa]. As pessoas têm direito a se manifestar. Nessas horas a gente descobre como as pessoas podem trazer essa luz. Quero agradecer quem me procurou, quem mandou recado”, seguiu com o desabafo.
Com os olhos cheios de lágrimas durante o sincero manifesto que fez ao vivo, na atração vespertina do SBT, Chris Flores contou que as pessoas têm o direito de manifestar a opinião delas e que, sua intenção, era deixar que as coisas acontecessem, sem manifestar nenhuma defesa, até o momento.
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* Foto: Reprodução SBT / Vídeo: Metrópolis
ENTRETENIMENTO
“Chefão” da GloboNews deixa a emissora por causa do PowerPoint do Master
Rio de Janeiro – RJ
A crise de credibilidade que abalou as estruturas da GloboNews recentemente acaba de cobrar o seu preço mais alto no andar de cima. Carlos Jardim, o “todo-poderoso” que chefiava a redação do canal de notícias há 13 anos, teve sua saída oficializada nesta sexta-feira (8). O estopim para a queda do executivo foi o vexame de contornos revoltantes protagonizado pelo programa Estúdio i, que levou ao ar um PowerPoint com informações grosseiramente erradas, ferindo os princípios básicos do jornalismo e colocando a emissora em uma posição indefensável. A peça era um claro ataque injustificado ao governo federal, ao presidente Lula e ao PT.
O anúncio foi feito por Ricardo Villela, diretor-geral de Jornalismo da Globo, por meio de um extenso comunicado interno. Embora o texto tente dar um tom de “ciclo encerrado”, o cronograma não deixa dúvidas: Jardim sinalizou seu desejo de sair em março, exatamente no auge da repercussão negativa do episódio que muitos profissionais da casa classificaram como uma “manobra vergonhosa” e um “atentado à apuração”.
O PowerPoint polêmico
O episódio que selou o destino de Jardim ocorreu quando o canal exibiu uma série de gráficos e informações via PowerPoint que continham dados falsos e “erros de apuração” que viralizaram negativamente nas redes sociais. Neles, a emissora colocava o escândalo do Banco Master “na conta” do atual governo federal, do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, quando notoriamente o colossal caso de fraudes está totalmente atrelado à extrema direita bolsonarista e ao Centrão. Na ocasião, a GloboNews foi acusada de abandonar o rigor jornalístico para sustentar narrativas frágeis, o que gerou uma crise institucional sem precedentes.
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Como número dois na hierarquia da GloboNews, abaixo apenas do diretor-geral Miguel Athayde, Jardim era o responsável direto pelo que ia ao ar. A exposição de um conteúdo “totalmente falso”, como descreveram críticos e telespectadores, minou sua sustentação no cargo.
A “aposentadoria” e a sucessão
Com 41 anos de carreira e passagens por cargos de destaque desde 1997, incluindo a criação do programa Encontro com Fátima Bernardes, Carlos Jardim agora diz que vai trocar as notícias pelas artes. O jornalista pretende se dedicar ao teatro e ao cinema; ele já possui uma peça autoral em cartaz no Rio de Janeiro.
Para o seu lugar, a Globo já definiu um nome da casa: Denise Lacerda assumirá o comando da Redação a partir de junho. Atualmente coordenadora do canal em Brasília, Denise tem um currículo sólido, com passagens pelo Jornal Nacional, Jornal Hoje e Bom Dia Brasil. Sua missão imediata será dupla: reconstruir a credibilidade da GloboNews perante o público e, principalmente, pacificar uma Redação que clamava por mudanças há mais de uma década.
*Matéria reproduzida do Uol – conteúdo
*Foto destaque: Reprodução | Redes Sociais
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