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Felipe Neto detona a Globo após canal demitir Lívia Torres

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Ele disse, em seu twiter, que a emissora da família Marinho tem mentalidade retrógrada

TV Globo decidiu nesta semana demitir a jornalista Lívia Torres após mais de 14 anos de trabalhos prestados ao canal. No entanto, a situação acabou não sendo bem vista pelo youtuber Felipe Neto, que por meio de suas redes sociais, comentou a situação, detonando a emissora da família Marinho.

Dessa forma, após a demissão de Lívia Torres vir à tona, Felipe Neto foi até o Twitter e desabafou sobre a situação, chamando o canal de ‘retrógado’. “O que a Rede Globo fez com a Lívia Torres é um retrato da mente retrógrada de uma emissora que ainda acha que pode ser dona das pessoas via contrato“, iniciou ele.

No entanto, Neto seguiu desabafando sobre o caso e afirmou: “Demitir alguém dps de 14 anos pq ela recebeu a oportunidade de apresentar um sorteio da CBF é surreal. A Globo segue com a filosofia de que “se trabalha aqui, nós somos donos”. Sim, isso é aceito em contrato, mas quem tem poder suficiente pra negar? Quase ninguém“, declarou ele.

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Por fim, Felipe ainda enfatizou: “Em outros países essa prática da Globo é absolutamente malvista e não é aceita por profissionais da área. Aqui, a Globo manda em tudo, faz o que quer e se não agir como um capacho de cabeça baixa, vai pro olho da rua“, publicou.

Sendo assim, nos comentários da publicação do youtuber, um internauta chegou a lembrar de uma das últimas reportagens de Lívia para à Globo, que foi durante o Numanice, para o Fantástico. “E a reportagem dela no Numanice da Ludmilla para o Fantástico foi maravilhosa. Que a @tvglobo repense sobre a demissão dessa profissional, que é uma excelente jornalista“, disse o rapaz. “Nossa, quanta injustiça com ela“, comentou outra. A Globo, por sua vez, não comentou sobre a publicação de Neto.

* Informações de agências / Foto: Divulgação

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“Chefão” da GloboNews deixa a emissora por causa do PowerPoint do Master

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Rio de Janeiro – RJ

A crise de credibilidade que abalou as estruturas da GloboNews recentemente acaba de cobrar o seu preço mais alto no andar de cima. Carlos Jardim, o “todo-poderoso” que chefiava a redação do canal de notícias há 13 anos, teve sua saída oficializada nesta sexta-feira (8). O estopim para a queda do executivo foi o vexame de contornos revoltantes protagonizado pelo programa Estúdio i, que levou ao ar um PowerPoint com informações grosseiramente erradas, ferindo os princípios básicos do jornalismo e colocando a emissora em uma posição indefensável. A peça era um claro ataque injustificado ao governo federal, ao presidente Lula e ao PT.

O anúncio foi feito por Ricardo Villela, diretor-geral de Jornalismo da Globo, por meio de um extenso comunicado interno. Embora o texto tente dar um tom de “ciclo encerrado”, o cronograma não deixa dúvidas: Jardim sinalizou seu desejo de sair em março, exatamente no auge da repercussão negativa do episódio que muitos profissionais da casa classificaram como uma “manobra vergonhosa” e um “atentado à apuração”.

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O PowerPoint polêmico

O episódio que selou o destino de Jardim ocorreu quando o canal exibiu uma série de gráficos e informações via PowerPoint que continham dados falsos e “erros de apuração” que viralizaram negativamente nas redes sociais. Neles, a emissora colocava o escândalo do Banco Master “na conta” do atual governo federal, do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, quando notoriamente o colossal caso de fraudes está totalmente atrelado à extrema direita bolsonarista e ao Centrão. Na ocasião, a GloboNews foi acusada de abandonar o rigor jornalístico para sustentar narrativas frágeis, o que gerou uma crise institucional sem precedentes.

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Como número dois na hierarquia da GloboNews, abaixo apenas do diretor-geral Miguel Athayde, Jardim era o responsável direto pelo que ia ao ar. A exposição de um conteúdo “totalmente falso”, como descreveram críticos e telespectadores, minou sua sustentação no cargo.

A “aposentadoria” e a sucessão

Com 41 anos de carreira e passagens por cargos de destaque desde 1997, incluindo a criação do programa Encontro com Fátima Bernardes, Carlos Jardim agora diz que vai trocar as notícias pelas artes. O jornalista pretende se dedicar ao teatro e ao cinema; ele já possui uma peça autoral em cartaz no Rio de Janeiro.

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Para o seu lugar, a Globo já definiu um nome da casa: Denise Lacerda assumirá o comando da Redação a partir de junho. Atualmente coordenadora do canal em Brasília, Denise tem um currículo sólido, com passagens pelo Jornal NacionalJornal Hoje Bom Dia Brasil. Sua missão imediata será dupla: reconstruir a credibilidade da GloboNews perante o público e, principalmente, pacificar uma Redação que clamava por mudanças há mais de uma década.


*Matéria reproduzida do Uol – conteúdo

*Foto destaque: Reprodução | Redes Sociais

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