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Governo encerra programa de escola cívico-militar criado por Bolsonaro

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A decisão dos Ministérios da Educação e da Defesa deve ser implementada até o fim do ano letivo, de forma cuidadosa para não prejudicar o ensino dos estudantes

O governo federal decidiu encerrar o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares criado pela gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão deve ser implementada até o fim do ano letivo. O fato de ter sido uma iniciativa aprovada pelos pais que colocaram seus filhos nessas escolas, não sensibilizou o atual governo e, pelo que se pode deduzir é pelo fato de ter sido criada pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi tomada em conjunto pelos Ministérios da Educação e da Defesa. Um documento obtido pelo Estadão aponta que haverá uma desmobilização do pessoal das Forças Armadas dos colégios.

As escolas não devem ser fechadas, mas reintegradas à rede regular de ensino até o fim deste ano letivo. O Ministério da Educação pede que a transição seja feita de forma cuidadosa para não comprometer a rotina escolar dos estudantes. 

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Ainda segundo as informações divulgadas pela imprensa nacional, um ofício foi encaminhado aos secretários estaduais de Educação na última segunda-feira (10). 

Procurada a Secretaria de Educação do Espírito Santo para saber se já recebeu o documento e quais as medidas serão adotadas a partir da decisão do governo federal, ainda não se posicionou.

* Com informações do Governo Federal – MEC – Foto: Reprodução

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Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1

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Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais

Brasília – DF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.

A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.

O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria. 

De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário. 

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Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticoscomerciários, atletasaeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.

Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.

Veja o que prevê o projeto de lei: 

    • Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
    • Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
    • Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
    • Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
    • Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
    • Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
  • Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
  • —————————————————————————–
  • Informações da Presidência da República
  • *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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