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Câmara e Prefeitura de Santa Leopoldina liberam abono de Natal para seus servidores municipais

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Como reconhecimento do empenho dos seus servidores, a Câmara Municipal de Santa Leopoldina aprovou projeto que disponibiliza um abono de R$ 1.000,00. O presidente do Legislativo, Sergio Lago (PDT) disse que os servidores daquela Casa de Leis são merecedores, bem como os da Prefeitura, que também vão receber o abono de mesmo valor.

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O prefeito Romero Luiz Endringer (Foto 1), disse que todos são merecedores, principalmente numa situação de muito sofrimento e dor por que passam todos os munícipes que vivenciaram a tragédia, causada pelas chuvas atingiram o município. Destacou que todos se empenharam no socorro às vítimas, incluindo vereadores e a própria Câmara, que não mediu esforços nessa empreitada de socorro e solidariedade.

O presidente da Câmara, Sergio Lago (Foto 2), afirmou que o valor do abono foi o que se pode oferecer, mas

sabe que “todos merecem muito mais”. Lembrou que esse dinheiro extra pode contribuir no aquecimento das vendas do comércio local.

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Gleidson Rodrigues, presidente da CDL, acredita que com esse abono vai ajudar o comércio da cidade que necessita de ações dos poderes constituídos no sentido de fortalecer o comércio de Santa Leopoldina, que ainda sofre com as consequências do assalto recente a três unidades bancárias, que limitou saques de retirada em seus caixas eletrônicos o que prejudicou a movimentação de recursos pelas pessoas e estabelecimentos comerciais, isso sem contar com os estragos causados pelas chuvas.

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  • Fotos: Equipe Pauta 1                                                                                                                                                                                                                                                                                                
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Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1

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Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais

Brasília – DF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.

A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.

O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria. 

De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário. 

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Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticoscomerciários, atletasaeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.

Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.

Veja o que prevê o projeto de lei: 

    • Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
    • Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
    • Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
    • Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
    • Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
    • Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
  • Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
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  • Informações da Presidência da República
  • *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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