Luto Real
Rainha Elizabeth II morre aos 96 anos de idade
INTERNACIONAL
Monarca foi a mais longeva da história do grupo de países, visitou mais de cem países e participou de mais de 21 mil cerimônias
A rainha Elizabeth II morreu nesta quinta-feira (8), aos 96 anos, em seu castelo em Balmoral, na Escócia, onde passava férias desde julho. Ela ocupou o trono por mais de 70 anos e foi a monarca mais longeva da história do Reino Unido.
“A rainha faleceu pacificamente em Balmoral esta tarde. O rei e a rainha consorte permanecerão em Balmoral esta noite e retornarão a Londres amanhã”, informou o Palácio de Buckingham em comunicado.
A informação também foi divulgada nos perfil nas redes sociais da família real:
Assim que um comunicado do Palácio de Buckingham informou que Elizabeth estava sob supervisão médica e que seu estado preocupava, os membros da família real começaram a viajar para a Escócia.
Um dos últimos compromisso oficiais de Elizabeth 2ª foi na última terça-feira (6), quando nomeou a nova primeira-ministra Liz Truss. Ela chegou a posar para foto com a nova mandatária. Na quarta-feira (7), dia da Independência do Brasil, a monarca mandou uma mensagem aos brasileiros.
Em fevereiro deste ano, a rainha pegou Covid-19, mas apresentou apenas sintomas leves de um resfriado e não teve grandes complicações.
Em junho, foi celebrado o jubileu de platina da rainha Elizabeth 2ª, que comemorou os 70 anos no trono britânico. Ela superou o recorde anterior pertencia à sua tataravó, a rainha Vitoria, que reinou durante 63 anos, 7 meses e 2 dias (de 20 de junho de 1837 até sua morte, em 22 de janeiro de 1901). Aos 96 anos, Elizabeth 2ª era a monarca reinante mais velha do mundo.
Trajetória até o trono britânico
Elizabeth não estava na linha sucessória da família real britânica desde que nasceu. Sua vida mudou em 11 de dezembro de 1936, quando tinha 10 anos, e seu pai George 6º chega ao trono após seu tio Eduardo 8º renunciar para se casar com Wallis Simpson, que era americana e tinha se divorciado.
Em 20 de novembro de 1947, já como uma herdeira da coroa, Elizabeth se casa com o príncipe Philip da Grécia e Dinamarca, seu primo de terceiro grau. O casal teve quatro filhos: o mais velho e herdeiro do trono é o príncipe Charles, que nasceu em 1948. A única filha, Anne, nasceu em 1950, seguida de Andrew, em 1960, e Edward, em 1964.
Em 6 de fevereiro de 1952, quando estava no Quênia com Philip, representando o pai, que estava doente. Durante essa viagem oficial a mais um país da Commonwealth, Elizabeth foi informada sobre a morte do rei e que se tornaria rainha com apenas 25 anos.
Em 2 de junho de 1953, após o período de luto, Elizabeth é coroada rainha. Pela primeira vez, a cerimônia de coroação na abadia de Westminster, que era restrita para poucas pessoas, foi transmitida ao vivo no rádio e na televisão. Esse momento é considerado um marco para a abertura da Família Real britânica para o mundo.
INTERNACIONAL
Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado
Por Isabella de Paula*
Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.
“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.
Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.
Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.
Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.
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- Gazeta do Povo – Conteúdo
- Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE
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