Política
Casagrande é eleito primeiro presidente do Consórcio Brasil Verde
POLÍTICA & GOVERNO
O governador do Estado, Renato Casagrande, foi eleito, por aclamação, no início da noite desta segunda-feira (13), como presidente do Consórcio Brasil Verde, durante a primeira Assembleia Geral do Consórcio Interestadual sobre o Clima, dando início às atividades institucionais do maior consórcio para assuntos climáticos do hemisfério sul. O grupo é formado por 21 estados brasileiros signatários, sendo que 11 deles já ratificaram o Protocolo de Intenções por meio de leis aprovadas em suas respectivas Assembleias Legislativas – incluindo o Espírito Santo.
“Essa foi a primeira reunião dos membros do Consórcio e agora vamos fazer sua formalização. Para que a gente possa incentivar e apoiar todos os estados na construção dos seus programas de mudanças climáticas e planos de neutralidade de carbono. São ações que os entes subnacionais vêm adotando com mais intensidade e de forma articulada visando dar sua contribuição para que o Brasil alcance as metas acordadas nas conferências internacionais. E também para que a gente participe do debate sobre esse tema tanto dentro quanto fora do País”, disse Casagrande.
Durante a assembleia, realizada por videoconferência, foram definidos os governadores coordenadores de cada bioma: Ratinho Júnior (Paraná) do bioma Mata Atlântica; Tarcísio de Freitas (São Paulo), bioma Cerrado; João Azevedo (Paraíba), bioma Caatinga; Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul); Gladson Cameli (Acre), bioma Amazônia; e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), bioma Pampa.
Os governadores presentes destacaram a importância do Consórcio na alavancagem mútua entre os estados subnacionais para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, na garantia de proteção e conservação dos biomas brasileiros, e também em ações de valorização da biodiversidade e no desenvolvimento da economia verde. Também foram unânimes em defender o combate ao desmatamento ilegal, a promoção de práticas sustentáveis na agricultura e no fortalecimento de políticas públicas para a preservação ambiental.
Entre as principais metas do Consórcio estão a de obter recursos financeiros externos, na formalização de parcerias e na troca de experiência através do compartilhamento de boas práticas. Além de promover ações coordenadas entre os estados subnacionais, governos, empresas e sociedade civil para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e alcançar as metas do Acordo de Paris.
Dos 21 Estados que compõem o Consórcio Brasil Verde, onze já ratificaram o Protocolo de Intenções, com a aprovação das respectivas Assembleias Legislativas, são eles: Acre, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Sergipe.
Ao final do encontro, foram aprovados o primeiro estatuto e o contrato de rateio dos consorciados, definindo assim as diretrizes econômicas, financeiras e institucionais do Consórcio.
O ex-secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Fabrício Machado, foi eleito secretário executivo do Consórcio. Ele destacou que, dentre as ações prioritárias do grupo, estão a busca de investimentos para projetos e empreendimentos que promovam as energias renováveis, obras de adaptação e monitoramento de desastres naturais, além de iniciativas que visem à proteção e recuperação de ecossistemas naturais, à promoção da agricultura sustentável e ao desenvolvimento de políticas públicas para incentivar a adoção de práticas mais inovadoras e sustentáveis.
“É emergencial encontrar soluções ao avanço dos efeitos das mudanças climáticas no mundo, e o Consórcio será este braço imprescindível dos estados subnacionais para unir investimentos estrangeiros com ideias e projetos que possam estimular a mitigação e a adaptação os efeitos climáticos no Brasil, o que vai refletir em todo o mundo. O país precisava assumir esse protagonismo deste enfrentamento porque somos uma potência de conhecimento e de oportunidades”, ponderou Machado.
Sobre o Consórcio
Atualmente são 21 Estados Subnacionais signatários: Acre, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
• Informações: Assessoria de Comunicação do Governo – Giovani Pagotto
• Foto: Divulgação – Secom
POLÍTICA & GOVERNO
Lula envia ao Congresso projeto de lei pelo fim da escala 6×1
Proposta prevê também redução de jornada a 40 horas semanais
Brasília – DF
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional, na noite desta terça-feira (14), o projeto de lei que prevê o fim com a escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6×1), e reduz a jornada de trabalho para, no máximo, 40 horas semanais.
A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial. Segundo o texto, a proposta é reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial.
A escala passaria a ser de cinco dias trabalhados para dois dias de descanso.
O presidente Lula, em postagem nas redes sociais, salientou que a proposta seguiu com “urgência constitucional, o que faz com que o Legislativo tenha 45 dias para a deliberação da matéria.
De acordo com Lula, o envio da proposta tem relação com a dignidade das famílias brasileiras, “de quem constrói o Brasil todos os dias”. O presidente ressaltou que a jornada menor não prevê qualquer redução no salário.
Conforme o governo, a proposta abrange também trabalhadores domésticos, comerciários, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela Consolidação das Leis do Trabalho.
Ainda de acordo com o Executivo, a proposta tem aplicação geral. “O limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados”, informa.
Veja o que prevê o projeto de lei:
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- Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
- Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
- Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
- Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
- Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
- Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
- Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana
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- Informações da Presidência da República
- *Foto destaque: Crédito – Marcelo Camargo / Agência Brasil
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