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Tragédia no Mar

Vítimas do Titan sentiram a morte? Especialista revela sensação dos tripulantes ao implodir o submarino

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INTERNACIONAL

De acordo com Aileen Maria Marty, ex-oficial da Marinha e professora de medicina de catástrofes da Universidade Internacional da Flórida, em uma entrevista à CNN, os passageiros do submersível Titan provavelmente não perceberam a implosão do veículo. A pressão em tal profundidade seria imensa, fazendo a implosão ocorrer numa fração de milissegundo.

A especialista salientou que o cérebro humano não conseguiria processar a situação tão rapidamente: “O veículo teria colapsado antes que as pessoas dentro dele percebessem que havia um problema”, disse ela. Durante uma implosão, um objeto desmorona subitamente se a pressão externa é maior do que a interna, um fenômeno que acontece de forma oposta a uma explosão. O menor defeito estrutural poderia desencadear tal catástrofe em tal profundidade. Assim, os ocupantes do Titan morreram sem nem saber que iriam morrer, nas palavras de Marty. “Essencialmente, dentre as várias maneiras possíveis de morrer, esta foi sem dor”.

Após dias de busca intensiva, a Guarda Costeira dos EUA anunciou na quinta-feira que fragmentos de destroços foram encontrados quase 500 metros à frente do naufrágio do Titanic, a uma profundidade de cerca de 3.800 metros. Estes pertenciam ao Titan, que desapareceu com cinco pessoas a bordo. A Guarda Costeira descreveu o incidente como uma “implosão catastrófica” que matou os passageiros do veículo.

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INTERNACIONAL

Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado

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Por Isabella de Paula*

Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.

“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.

Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.

Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis ​​e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.

Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.

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  • Gazeta do Povo – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE

 

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