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Polícia / Internacional

Brasileira Patrícia Lélis, integrante da milícia digital nas eleições está sendo procurada pelo FBI

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Ela fingia ser advogada de imigração nos EUA e deu um golpe de 700 mil dólares

Patrícia Lélis, uma das integrantes da milícia digital lulista durante as eleições, é procurada nos EUA por fraude, entre outros crimes. Ela tem um longo histórico criminal no Brasil, e agora também nos Estados Unidos.

Foi indiciada em uma corte federal dos EUA e está sendo procurada pelo FBI. Se comprovado o golpe e ela for condenada, pode pegar 20 anos de cadeia.

Em publicação no X (Twitter), ela diz que “roubou” informações para se proteger e que não se encontra mais nos EUA, mas em local desconhecido. Ainda segundo a mensagem dela, a esquerdista que tentou dar golpe em Eduardo Bolsonaro antes das eleições de 2018 diz que recebeu “asilo político” no país onde se encontra.

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* Revista Exílio | Terça Livre 

* Foto: Reprodução

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INTERNACIONAL

Sem Brasil, países sul-americanos anunciam parceria para frear avanço do crime organizado

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em

Por Isabella de Paula*

Os governos do Chile, Argentina, Peru, Bolívia e Equador assinaram um compromisso nesta quinta-feira (28) para desenvolver um plano para aumentar a coordenação regional no combate ao crime organizado transnacional e ao narcotráfico.

“Vamos enfrentar o crime juntos. Queremos trazer segurança e tranquilidade aos nossos concidadãos. Hoje, nasce o Compromisso de Santiago”, anunciou o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Pérez Mackenna, que presidiu uma reunião que reuniu homólogos dos cinco países.

Dada a natureza transfronteiriça do crime, acrescentou, “os esforços nacionais são insuficientes e devem ser complementados por maior cooperação política, coordenação técnica e compartilhamento de informações”. O Brasil não integrou a reunião.

Os países envolvidos na iniciativa se comprometeram a desenvolver um plano de ação conjunto, que inclui “ações concretas e resultados mensuráveis ​​e verificáveis”, e a se reunirem novamente em 180 dias em Buenos Aires para avaliar o progresso.

Entre as medidas em consideração estão a coordenação de fronteiras, a cooperação institucional, o compartilhamento de informações, o rastreamento de fluxos financeiros ilícitos e o fortalecimento dos mecanismos regionais de resposta.

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  • Gazeta do Povo – Conteúdo
  • Foto destaque: Crédito – Javier Torres / Agência EFE

 

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