Polícia / Internacional
Brasileira Patrícia Lélis, integrante da milícia digital nas eleições está sendo procurada pelo FBI
INTERNACIONAL
Ela fingia ser advogada de imigração nos EUA e deu um golpe de 700 mil dólares
Patrícia Lélis, uma das integrantes da milícia digital lulista durante as eleições, é procurada nos EUA por fraude, entre outros crimes. Ela tem um longo histórico criminal no Brasil, e agora também nos Estados Unidos.
Foi indiciada em uma corte federal dos EUA e está sendo procurada pelo FBI. Se comprovado o golpe e ela for condenada, pode pegar 20 anos de cadeia.
Em publicação no X (Twitter), ela diz que “roubou” informações para se proteger e que não se encontra mais nos EUA, mas em local desconhecido. Ainda segundo a mensagem dela, a esquerdista que tentou dar golpe em Eduardo Bolsonaro antes das eleições de 2018 diz que recebeu “asilo político” no país onde se encontra.
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* Revista Exílio | Terça Livre
* Foto: Reprodução
INTERNACIONAL
Apresentadora egípcia Sarah Khalifa é condenada à morte; entenda o motivo
Sarah Khalifa nega as acusações e pretende recorrer; autoridades dizem ter apreendido mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas
Sarah Khalifa, apresentadora egípicia de 39 anos, e outras 11 pessoas foram condenadas a morte por enforcamento por um tribunal do Cairo, no Egito, por envolvimento na fabricação e no tráfico de drogas sintéticas. A decisão foi divulgada neste sábado, 5, pela imprensa estatal egípcia.
Conhecida pelo programa de televisão Missão Impossível, sobre segurança e criminalidade, Khalifa foi condenada por formação de uma organização criminosa especializada na aquisição de materiais usados na fabricação de drogas para posterior comercialização. Ela também foi acusada de posse e porte de armas de fogo e munições sem licença.
Segundo o jornal estatal Al-Ahram, as autoridades apreenderam mais de 750 quilos de drogas e matérias-primas utilizadas na produção de entorpecentes.

Dois apartamentos que funcionariam como laboratórios também foram encontrados, além de armas e munições sem licença.
De acordo com o Akhbar el-Yom, os materiais usados na fabricação das drogas eram importados do exterior.
A sentença foi emitida após o tribunal consultar o Grande Mufti do Egito, autoridade responsável por emitir pareceres religiosos em casos de pena de morte. A consulta é exigida pela legislação egípcia antes da confirmação de sentenças capitais.
Khalifa nega as acusações e pode recorrer da decisão. Segundo a imprensa local, seu advogado já anunciou que pretende apresentar uma apelação.
Durante um depoimento ao tribunal, em setembro de 2025, a apresentadora afirmou que nunca havia visto drogas antes de ser fotografada com entorpecentes dentro das instalações das autoridades de combate ao narcotráfico.
A acusação teria se baseado em 20 depoimentos de testemunhas e em provas eletrônicas, incluindo conversas gravadas e vídeos.
Além das condenações relacionadas ao tráfico de drogas, Khalifa e outros envolvidos receberam cinco anos de prisão em um processo separado, que trata do sequestro e da agressão de um jovem.
O tribunal absolveu sete dos acusados e condenou outros nove à prisão perpétua, segundo a BBC.
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- Matéria do Estadão – Conteúdo
- Foto destaque: Reprodução / Redes Sociais
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