Morte e Tristeza
Familiares se despedem de pai e filho mortos em acidente de avião
GERAL
A cerimônia ocorre em Campo Grande, onde o menino de 11 anos morava com a mãe
O velório do pecuarista Garon Maia Filho e do filho Francisco Veronezi Maia, de 12 anos, ocorre na noite deste segunda-feira (31), em Campo Grande. Os dois morreram após um acidente de avião na região de Vilhena, em Rondônia.
Fechado para amigos e familiares, as pessoas aproveitam a última oportunidade para se despedirem do pai e filho. O velório ocorre no Cemitério Parque das Primaveras.
A cerimônia ocorre até a manhã desta terça-feira (1°), quando os corpos serão enterrados.
Francisco vivia em Campo Grande com a mãe. Ele estava passando as férias com o pai e voltaria para a Capital ainda no domingo (30).
Vídeo mostra filho no comando enquanto pai bebe cerveja
Um vídeo que circula nas redes sociais gravado dias antes do acidente mostra o fazendeiro Garon Maia Filho orientando o filho de 11 anos, Francisco Veronezi Maia, a pilotar uma aeronave enquanto ele bebia cerveja. O avião bimotor caiu neste sábado nas proximidades da cidade de Vilhena, em Rondônia, a poucos quilômetros do Mato Grosso. Pai e filho morreram na tragédia.
Nas imagens, que foram registradas num voo anterior ao do acidente, é possível ver que a criança usava chinelos. O vídeo foi publicado nas redes sociais de Garon, dias antes da queda.

“Vamos lá, seiscentos cavalos, pode empurrar. Seiscentão, Kikão, vai. Nossa Senhora. Não, mão na manete, mão na manete. Fica aí, olha a velocidade. Pode rodar. Roda, roda”, diz Garon ao filho, durante a decolagem. “Kikão, é sozinho mesmo, rapaz”, celebra ele, na sequência.
O pai pergunta ao filho se está tudo certo, e o menino responde que sim. “Meu piloto, boa”, elogia o pai, que depois filma a si mesmo dando goles numa garrafa de cerveja, já consumida pela metade e com outra entre as pernas. “Passageiro pode consumir uma né, Kiko?”, ressalta Garon, no vídeo.
Amigos do pecuarista dizem que ele estava pilotando a aeronave. A Força Aérea Brasileira (FAB) vai investigar o acidente.
Em nota, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) afirmou que investigadores do Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA VII), localizado em Manaus (AM), foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência. A equipe passou a coletar dados, preservar indícios e verificar danos causados ao bimotor e à região para subsidiar a apuração.
No domingo, depois do desaparecimento do avião, o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo acionou um grupo de busca e salvamento da FAB, que tem sede em Campo Grande (MS). A equipe sobrevoou por três horas o local onde foi emitido o último sinal pela aeronave que desapareceu dos radares. 
Segundo fontes do portal Rondônia Ao Vivo, o avião tinha como destino a Fazenda Jaqueline, que fica no Estado de Mato Grosso, mas a poucos quilômetros de Vilhena. O tempo de voo estimado até o destino era de 15 minutos, mas o bimotor sumiu dos radares cinco minutos após a decolagem. Os destroços da aeronave foram encontrados no domingo. Os corpos foram liberados pelo Instituto de Medicina Legal (IML) no mesmo dia e levados para Campo Grande (MS), onde serão sepultados.
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* Com informações de publicações de Campo Grande-MS
* Fotos: Reprodução Redes Sociais
GERAL
“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada
Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas
Por Laura Mel* / Vitória – ES
Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).
O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.
“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.
Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.
Apartamento não tinha seguro
Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.
Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.
De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.
“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.
Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.
Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel
O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.
De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.
Como ajudar
Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.
A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.
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- Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record,
- Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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