Esse é o Cara!
Esse é o Cara! / Iberê Arruda
GERAL
Para quem mora no bairro Jardim Camburi, na capital capixaba, conhece Iberê Arruda. Seja pela sua atuação junto à comunidade, nos conselhos municipais e na elaboração de projetos e iniciativas sempre voltadas para facilitar a vida do cidadão que vive no bairro mais populoso de Vitória.

Tem problema, tem demanda? Procure o Iberê, que ele vai buscar a informação e acionar a Acjac para que o seu presidente, Bruno Malias e seus colaboradores – como ele próprio – vão procurar atender aos moradores. E mais, vai levar a demanda ao representante político da região. Mesmo quando sofre retaliação sabe-se lá porque. Iberê é Coordenador Geral da Acjac e sabe que todo o sucesso desse trabalho está diretamente relacionado ao trabalho em equipe e que é suporte importantíssimo.
Iberê Arruda é natural da capital paulista, mas foi criado no eixo Rio-São Paulo. Em 1980 formou-se em Educação Física pela Faculdade de Santos e posteriormente em Pedagogia para Excepcional, na Faculdade do Carmo.
Ao vir para Vitória, logo se disponibilizou para o serviço voluntário comunitário. Essa consciência da importância do voluntariado e do serviço em prol da comunidade o levou a fazer parte da Associação Comunitária de Jardim Camburi (Acjac). Ali vem desenvolvendo todo o seu potencial a serviço do bairro e seus moradores, no atendimento as demandas. Claro que tudo é levado ao conhecimento dos membros da entidade para eu juntos, em consenso, o presidente Bruno Malias direciona, em conjunto com seus pares as soluções.

Aposentado, facilitou, de certa maneira, sua dedicação ao trabalho voluntário. Todo trabalho bem feito e de comprovado valor, acaba sendo reconhecido. Foi homenageado com alguns títulos importantes como “Amigo do Primeiro Batalhão”; “Amigo da 12ª Cia Independente da Polícia Militar” e “Primeiro Membro Voluntário da Patrulha da Alegria”.
Recentemente Iberê foi acometido por um problema de saúde. Alguns dias no hospital e logo estava à frente dos afazeres de voluntário que trouxe para si. Teimosia? Não se sabe. Mas, os que o conhece, acreditam que é “vocação no servir”. Logo foi visto com seu chapéu de feltro, estiloso, na labuta do dia-a-dia. Está em vários conselhos da comunidade de Jardim Camburi, escolinhas de futebol e, recentemente, teve a grande sacada de trazer para a Acjac a ideia do Projeto EcoBike, já implantado e merecendo elogios dos moradores aos membros da associação.
Ir à Roma sem ver o Papa, ir a região serrana capixaba sem degustar os melhores vinhos do País e ter em sua varanda de casa, em Jardim Camburi, o pó preto é ponto fora da curva. Morar em Jardim Camburi e não conhecer Iberê Arruda, é denunciar não ser morador do bairro. É “estrangeiro”.
Esse é o Cara da nossa coluna de hoje. Merecidamente. Iberêêêê!!!
• Com informações da Acjac / Foto: Divulgação
GERAL
“Virou tudo cinza”: incêndio em apartamento de Jardim Camburi deixa aposentado sem nada
Chamas e fumaça acabaram com o imóvel onde o aposentado Deilson Beltrame vivia há mais de quatro décadas
Por Laura Mel* / Vitória – ES
Depois de mais de quatro décadas vivendo no mesmo endereço, o aposentado Deilson Beltrame agora tenta recomeçar do zero. O apartamento onde morava, em Jardim Camburi, Vitória, foi destruído por um incêndio, na noite desta quarta-feira (15).
O morador contou que perdeu tudo, incluindo móveis, roupas e pertences do neto e da filha que moravam com ele, mas que não estavam em casa quando o fogo começou.
“Começou em cima do colchão, em um carregador de celular. Eu esqueci ele conectado à tomada. Estava sem o celular, mas estava conectado. Aí não sobrou nada”, disse Deilson Beltrame.
Além dos prejuízos materiais, ele também perdeu objetos pessoais que guardava da esposa, que morreu há um ano.
Apartamento não tinha seguro
Sem seguro para cobrir os danos internos, o morador terá que arcar sozinho com os custos da reconstrução. Deilson optou por não acionar a perícia do Corpo de Bombeiros para formalizar a causa do incêndio.
Segundo ele, a decisão foi tomada diante da burocracia exigida para tentar acionar o seguro do condomínio, que não cobre danos internos ao imóvel. “Se eu for fazer por seguro, é uma amolação tremenda. São três orçamentos para cada tipo de trabalho”, afirmou.
De acordo com Deilson, a cobertura disponível no prédio se restringe a áreas comuns e não contempla perdas dentro dos apartamentos, o que o deixa responsável por todos os custos da reforma. O prejuízo estimado é de R$ 100 mil.
“Eu vou ter que trocar o piso todo, reformar o teto, que caiu. Acabou ventilador, ar-condicionado, cama, colchão, guarda-roupa… virou tudo cinza”.
Na noite do incêndio, o aposentado foi acolhido por vizinhos. A filha e o neto também precisaram buscar abrigo em casas de conhecidos. Apesar da destruição, ele destaca que conseguiu sair a tempo com a cachorrinha de estimação.
Incêndio destruiu quartos e danificou restante do imóvel
O incêndio atingiu o apartamento que fica no terceiro andar de um condomínio e mobilizou o Corpo de Bombeiros. Imagens registradas no momento mostram uma grande quantidade de fogo e fumaça preta saindo pela janela. A rua precisou ser interditada durante o atendimento da ocorrência.
De acordo com os bombeiros, o fogo se espalhou rapidamente e destruiu quase todo o imóvel. Apenas a cozinha não foi atingida diretamente pelas chamas, mas ficou comprometida pela fumaça. O teto sofreu danos, com queda de gesso e reboco.
Como ajudar
Sem chave Pix, Deilson disponibilizou um telefone para quem quiser e puder contribuir com doações ou qualquer tipo de ajuda: (27) 99957-0202.
A família precisa de móveis, roupas e apoio para a reconstrução do imóvel.
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- Folha Vitória – Conteúdo / Com informações da repórter Alessandra Ximenes, da TV Vitória/Record,
- Foto Destaque; Crédito – TV Vitória / Record
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