Evento Sócio Educativo
Projeto Guardiões da Floresta da Suzano leva educação ambiental a 120 crianças de Nova Almeida, na Serra (ES)
EVENTOS
Atividades lúdicas, plantio de árvore e distribuição de brindes marcaram a passagem do projeto pela Escola Municipal de Ensino Fundamental Leonor Miguel Feu Rosa
Por Vítor De Vincentis*
Com o objetivo de despertar a consciência ambiental nas novas gerações, a Suzano realizou mais uma etapa do projeto Guardiões da Floresta, desta vez na Escola Municipal de Ensino Fundamental Leonor Miguel Feu Rosa, localizada no distrito de Nova Almeida, em Serra (ES). A ação contou com a participação ativa das equipes de Inteligência Patrimonial de Aracruz e Mucuri da empresa, que é a maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto.
Durante a visita, cerca de 120 crianças, com idades entre 9 e 11 anos, participaram de dinâmicas educativas planejadas para alertar sobre a importância da preservação dos recursos naturais. As atividades foram lúdicas, interativas e integraram jogos, brincadeiras e conversas bem-humoradas sobre sustentabilidade.
Um dos pontos altos da programação foi o plantio simbólico de um ipê-amarelo no pátio da escola, marcando o compromisso coletivo com o cuidado à natureza. A árvore, que agora faz parte do cotidiano escolar, será cuidada pelos próprios estudantes, que se comprometeram a regá-la, protegê-la e acompanhar seu crescimento como símbolo da transformação que desejam ver no mundo.
“Utilizamos metodologias interativas, como jogos e atividades práticas, para promover a conscientização sobre a preservação do meio ambiente e a adoção de hábitos sustentáveis. Durante as atividades, os alunos foram incentivados a se tornarem agentes multiplicadores, levando o conhecimento adquirido para suas famílias e comunidades. Nos próximos dias, vamos expandir para mais nove escolas situadas próximas às áreas de atuação da Suzano, entre Aracruz e Mucuri”, destaca Elian Correia, Supervisor de Inteligência Patrimonial da Suzano.
O projeto Guardiões da Floresta
O projeto Guardiões da Floresta é uma iniciativa da área de Inteligência Patrimonial da Suzano, criada para promover a educação ambiental em escolas e comunidades rurais. Com ações que se estendem por diversos estados brasileiros, como Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Maranhão e Mato Grosso do Sul, a iniciativa já impactou mais de 28 mil pessoas só em 2024.
Nas escolas, o foco é a abordagem preventiva e educativa para ensinar sobre sustentabilidade, preservação ambiental e combate a crimes ambientais. As crianças são estimuladas a levar os conhecimentos adquiridos para suas casas, ampliando o impacto das ações. Além das atividades em sala de aula, o projeto também promove a Copa Guardiões da Floresta, torneio esportivo entre escolas rurais, que une esporte, cidadania e consciência ecológica. Em 2024, o evento reuniu 12 equipes de escolas da Bahia e do Espírito Santo.
A comunidade também pode contribuir ativamente com o projeto por meio do canal gratuito de denúncias, por meio do número 0800 203 0000 (telefone e whatsapp), disponível para o registro de crimes ambientais como desmatamento, queimadas, caça ilegal e pesca predatória.
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* Pauta6 Comunicação – Conteúdo
* Fotos: Divulgação / Suzano/ Pauta6 Comunicação
EVENTOS
Dia da Síndrome de Down reforça a importância da inclusão com autonomia e oportunidades
Data chama atenção para desafios no mercado de trabalho e destaca iniciativas que promovem protagonismo no Espírito Santo
Por Camilla Gumieiro* / Vitória – ES
Todos os dias, Erick Luiz da Silva acorda cedo, se prepara e segue para o trabalho como auxiliar administrativo no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra. Erick tem Síndrome de Down e construiu um caminho marcado por conquistas, desafios e, principalmente, oportunidades.
Desde pequeno, ele sempre quis participar de tudo. Esteve na escola regular, fez teatro, conviveu com os colegas e nunca aceitou ser colocado à parte. Com o apoio da família, seguiu em busca de inclusão e autonomia.
Para a mãe, Érika Soares da Silva, o protagonismo do filho sempre foi construído com incentivo e confiança. “Ele nunca fez nada por obrigação. Tudo que ele faz é porque quer provar, para ele mesmo e para os outros, que é capaz. Erick sempre quis estar junto, participar de tudo, nunca aceitou ser tratado de forma diferente.”

Com o mesmo entusiasmo de sempre, o jovem, que está com 27 anos, concluiu o ensino médio, fez o Enem e buscou qualificação profissional. Hoje, no mercado de trabalho, mostra, na prática, que inclusão não é sobre limitação. É sobre oportunidade.
Um cenário que ainda precisa avançar
No Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, histórias como a de Erik ainda estão longe de ser a realidade da maioria. No Brasil, apenas 5,3% das pessoas com Síndrome de Down estão no mercado de trabalho, segundo dados do IBGE.
A data nos convida à reflexão sobre a necessidade de ampliar oportunidades e garantir a participação plena dessas pessoas na sociedade. Para o diretor social da Federação das Apaes do Espírito Santo (Feapaes-ES), Vanderson Gaburo, o principal desafio está na efetivação dessas oportunidades:
“A inclusão no mercado de trabalho não pode se limitar ao cumprimento de cotas. Ela começa no acesso à educação de qualidade e se concretiza quando existem oportunidades reais, com respeito, autonomia e valorização das potencialidades de cada pessoa. Mas também passa por uma mudança de mentalidade das empresas, que precisam enxergar essas pessoas para além do diagnóstico e reconhecer seu potencial”.
Inclusão que se constrói no dia a dia
Embora o Brasil tenha avançado com marcos importantes, como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), ainda há um longo caminho para transformar direitos em prática.
No Espírito Santo, iniciativas vêm fortalecendo esse caminho. As Apaes e sua coirmã Vitória Down atendem, juntas, mais de 10 mil pessoas com deficiência em todo o estado, atuando nas áreas de educação, saúde e assistência social.
Programas como o Emprego Apoiado contribuem diretamente para a inserção profissional, oferecendo suporte técnico às empresas, adaptação de funções e acompanhamento contínuo dos profissionais e suas famílias, criando condições reais para que mais histórias como a de Erik se tornem possíveis.
Mais do que celebrar a data, o Dia Internacional da Síndrome de Down reforça a necessidade de construir uma sociedade onde inclusão seja regra e não exceção.
Evento da Vitória Down reforça a importância da convivência e da inclusão
Como parte das ações que marcam o Dia Internacional da Síndrome de Down, a coirmã Vitória Down promove, no dia 21 de março, uma manhã especial de integração na Praça dos Namorados, em Vitória.
A proposta é sair da rotina, fortalecer vínculos e proporcionar um momento leve ao lado de quem faz parte dessa caminhada. O encontro contará com atividades de convivência, troca de experiências e momentos de descontração para famílias e participantes. A programação acontece a partir das 8h, na Praça dos Namorados (atrás do Bob’s), e é aberta à comunidade.
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- Pauta 6 Comunicação – Conteúdo
- Foto Destaque: Divulgação / Feapaes-ES
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