Entretenimento
Silvio Santos demite Benja e apresentador do programa esportivo Arena SBT
ENTRETENIMENTO
Benjamin Back comandava o Arena SBT desde setembro de 2020 e corte nesta 5ª foi justificada por alto salário, apurou o portal Notícias da TV
Após dois anos e meio, o apresentador Benjamin Back, o Benja, foi demitido do quadro de funcionários do SBT. A notícia causou grande repercussão na manhã desta quinta-feira (20). O jornalista, que antes trabalhou nos canais Fox Sports, hoje go grupo Disney, estava desde setembro de 2020 no comando do debate esportivo Arena SBT, que vai ao ar às segundas-feiras.
“Não entendi muito bem”, disse Benja por telefone ao portal Notícias da TV horas após receber a notícia de seu desligamento da emissora de Silvio Santos. A assessoria de imprensa do SBT justificou o corte como uma reestruturação de custos na empresa. Segundo informações, o Arena SBT continuará na grade de programação, porém com outro apresentador. Será Téo José, conforme informações de Flávio Ricco, do UOL.
A tendência é que seja alguém que já faça parte do setor de Esportes do SBT. Os comentaristas Maurício “Mano” Borges, Emerson Sheik e Cicinho têm contrato com a emissora, porém nos bastidores já se fala em saída de mais nomes após Benja.
Mano, por exemplo, é parceiro de longa data de Benja e pode deixar o quadro nos próximos dias. O Notícias da TV apurou que a real razão para o SBT desligar o apresentador foi seu alto salário. O Arena SBT dependia das vendas comerciais das transmissões de eventos esportivos, como Champions League e Copa Sul-Americana.
“Não entendi muito bem. O meu programa, o Arena, estava com os breaks vendidos, indo bem. E teve o piloto que gravei que ficou superlegal, quem viu diz isso. Mas faz parte, vida que segue. Estou com os meus projetos digitais, meu programa na hora do almoço que vai muito bem. É seguir em frente”, desabafou Benja à reportagem.
• Informações Notícias da TV
• Foto: Reprodução – SBT
ENTRETENIMENTO
“Chefão” da GloboNews deixa a emissora por causa do PowerPoint do Master
Rio de Janeiro – RJ
A crise de credibilidade que abalou as estruturas da GloboNews recentemente acaba de cobrar o seu preço mais alto no andar de cima. Carlos Jardim, o “todo-poderoso” que chefiava a redação do canal de notícias há 13 anos, teve sua saída oficializada nesta sexta-feira (8). O estopim para a queda do executivo foi o vexame de contornos revoltantes protagonizado pelo programa Estúdio i, que levou ao ar um PowerPoint com informações grosseiramente erradas, ferindo os princípios básicos do jornalismo e colocando a emissora em uma posição indefensável. A peça era um claro ataque injustificado ao governo federal, ao presidente Lula e ao PT.
O anúncio foi feito por Ricardo Villela, diretor-geral de Jornalismo da Globo, por meio de um extenso comunicado interno. Embora o texto tente dar um tom de “ciclo encerrado”, o cronograma não deixa dúvidas: Jardim sinalizou seu desejo de sair em março, exatamente no auge da repercussão negativa do episódio que muitos profissionais da casa classificaram como uma “manobra vergonhosa” e um “atentado à apuração”.
O PowerPoint polêmico
O episódio que selou o destino de Jardim ocorreu quando o canal exibiu uma série de gráficos e informações via PowerPoint que continham dados falsos e “erros de apuração” que viralizaram negativamente nas redes sociais. Neles, a emissora colocava o escândalo do Banco Master “na conta” do atual governo federal, do presidente Lula e do Partido dos Trabalhadores, quando notoriamente o colossal caso de fraudes está totalmente atrelado à extrema direita bolsonarista e ao Centrão. Na ocasião, a GloboNews foi acusada de abandonar o rigor jornalístico para sustentar narrativas frágeis, o que gerou uma crise institucional sem precedentes.
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Como número dois na hierarquia da GloboNews, abaixo apenas do diretor-geral Miguel Athayde, Jardim era o responsável direto pelo que ia ao ar. A exposição de um conteúdo “totalmente falso”, como descreveram críticos e telespectadores, minou sua sustentação no cargo.
A “aposentadoria” e a sucessão
Com 41 anos de carreira e passagens por cargos de destaque desde 1997, incluindo a criação do programa Encontro com Fátima Bernardes, Carlos Jardim agora diz que vai trocar as notícias pelas artes. O jornalista pretende se dedicar ao teatro e ao cinema; ele já possui uma peça autoral em cartaz no Rio de Janeiro.
Para o seu lugar, a Globo já definiu um nome da casa: Denise Lacerda assumirá o comando da Redação a partir de junho. Atualmente coordenadora do canal em Brasília, Denise tem um currículo sólido, com passagens pelo Jornal Nacional, Jornal Hoje e Bom Dia Brasil. Sua missão imediata será dupla: reconstruir a credibilidade da GloboNews perante o público e, principalmente, pacificar uma Redação que clamava por mudanças há mais de uma década.
*Matéria reproduzida do Uol – conteúdo
*Foto destaque: Reprodução | Redes Sociais
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