Entretenimento / TV
Felipe Simas explica motivo de ano nos Estados Unidos e fala de adaptação da família: ‘Apesar da dificuldade, valeu cada centavo’
ENTRETENIMENTO
Ator, que estará no ar em ‘Fuzuê’, conta ainda como se preparou financeiramente para ficar um ano com a família fora do Brasil
Falta pouquinho para ver Felipe Simas na TV novamente. O ator, de 30 anos, será o político Heitor de Fuzuê, a próxima novela das sete da TV Globo. E foi justamente por conta desse trabalho que ele retornou de uma temporada que passou ao lado da mulher, Mariana Uhlmann, e dos três filhos nos Estados Unidos. Ao EXTRA, o artista falou sobre a motivação:
“Quando terminaram as gravações de “As aventuras de José & Durval” (série baseada na biografia de Chitãozinho & Xororó, interpretados pelos irmãos Rodrigo e Felipe Simas respectivamente), fizemos nossas malas e fomos para os Estados Unidos. Foi o ano mais feliz que eu pude experimentar enquanto marido e pai. Abri mão de tudo que tirava meu tempo da minha família. A gente não sabia o que seria, percebemos quando chegamos. Nós achamos que estávamos nos mudando mesmo de país, mas, quando pisamos lá, nos olhamos e falamos: “Acho que é só uma temporada, viemos para estreitar algumas coisas, entender outras”.
Na própria infância, Felipe viveu 10 anos em Los Angeles ao lado dos pais, Ana Sang e Beto Simas, e dos irmãos, Rodrigo Simas e Bruno Gissoni. Estar nesse mesmo lugar agora com seus próprios filhos, Joaquim (9 anos), Maria (6 anos) e Vicente (3 anos), foi especial.
“Me reconectei com aquilo que vivi na minha infância, mas agora como pai. O meu pai tem uma academia de capoeira nos EUA e eu voltei a treinar, as crianças passaram muito tempo com ele… Foi uma experiência que dinheiro nenhum pode pagar. O que pudemos oferecer aos nossos filhos eles vão carregar para sempre”.
Falando em dinheiro, a experiência de tirar um ano sabático precisou ser bem pensada financeiramente. Felipe conta:
“Eu tive que dizer não para muitas coisas boas financeiramente, materialmente falando. É claro que, como pai e provedor da casa, essa questão pesou. Em algum momento, eu pensei: “Será que eu fiz a escolha certa?”. Joaquim saiu do Brasil com muito medo e até questionando nossa escolha de ir. No fim da viagem, ele nos questionou essa volta (o ator se emociona). Apesar da dificuldade, é uma comprovação de que foi a escolha acertada. Valeu cada centavo”.
A adaptação, ele lembra, foi difícil principalmente para o filho mais velho, Joaquim, na escola:
“Ele viveu algo incrível que foi a superação do maior desafio da vida dele até hoje: pisar numa escola em que não conhecia ninguém, sem falar a língua do país. Não tinha nem uma pequena base. Lembro de quando eu cheguei nos EUA quando criança e chorei no primeiro dia de aula, da sensação de chegar sem entender nada. Fiquei dois meses sem abrir a boca, a professora não sabia o tom da minha voz. Chamaram meus pais para contar, e os dois caíram em prantos. Mas meu filho enfrentou de uma forma gigante, foi emocionante ver a evolução dele”.
Com a volta para o Brasil e o pai entrando na rotina agitada de gravações, as crianças sentem falta da rotina com a família toda unida:
“Inconscientemente, eles sentem falta daquela rotina que era simples, não tinha grandes mudanças. Isso criava uma segurança para eles”.
Na trama, Felipe também encarnará um papai. Heitor, na história, tem o filho Bernardo (Theo Matos), e é casado com Preciosa (Marina Ruy Barbosa). Ele será um sujeito carismático e extrovertido, um deputado conhecido, que está sempre na mídia por suas ideias mirabolantes e projetos polêmicos. Manipula o que for preciso de acordo com seus interesses, de um jeito um tanto escancarado e quase fanfarrão. É capaz de falar as maiores barbaridades de forma natural. Tenta manobrar a iminente falência da família, administrando as dívidas com seus proventos e propinas.
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* Conteúdo Jornal Extra – Gabriela Medeiros
* Fotos: Instagram
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Viradouro é a escola campeã do carnaval do Rio de Janeiro
A Unidos do Viradouro é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2026. O resultado foi confirmado na tarde desta quarta-feira (18/2), após a apuração das notas do Grupo Especial da Cidade do Samba, situada na Gamboa, região portuária do Rio. A escola da Zona Sul de Niterói homenageou em vida um dos maiores nomes da folia carioca, o Mestre Ciça. Com o enredo Pra cima, Ciça!, relembrou os 50 anos de carnaval de Moacyr da Silva Pinto, de 69 anos.
Terceira escola a desfilar na última segunda-feira (16/2), a Viradouro teve apresentação composta por surpresas. Além de emocionar o público, levou muitos dos componentes às lágrimas. A conquista mais recente vem apenas dois anos da última. Em 2024, a vermelho e branco de Niterói venceu o terceiro título da própria história com um enredo sobre uma serpente mística.

Viradouro é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 / Foto: Setur
Como já esperado, a votação na corrida pela taça foi acirrada. O título da Viradouro veio com apenas um décimo de diferença. A escola de Niterói somou exatos 270 pontos. Em segundo, veio a 15 vezes campeã, Beija-Flor, com 269.9 pontos. Mesma pontuação da também tri-campeã Unidos de Vila Isabel. Em quarto, veio Salgueiro, com 269.7 pontos.
Maiores campeões do carnaval carioca, Mangueira (20 títulos) e Portela (22 títulos) foram 6ª e 10ª colocadas, respectivamente. Com 264.6 pontos, a rebaixada da vez foi a AcadÊmicos de Niterói. A escola que disputará a divisão de acesso em 2027 contou com enredo responsável por homenagear o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026.
Os jurados avaliaram nove quesitos para definir as colocações das 12 escolas na busca pelo posto de campeã. Eles foram, em ordem: Comissão de frente; Bateria; Mestre-Sala e Porta-Bandeira; Alegorias e Adereços; Harmonia; Fantasia; Enredo; Evolução; e Samba Enredo. O corpo de jurados contou com 54 integrantes votantes.
As seis agremiações mais bem colocadas voltarão à Marquês de Sapucaí neste sábado (21/2). O tradicional Desfile das Campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro colocará na avenida Mangueira as escolas em ordem crescente. Pimeiro, desfilará a sexta colocada, Mangueira. Em seguida, a quinta, Imperatriz, e assim por diante. A campeã, Unidos do Viradouro, encerrará o desfile, já na madrugada de domingo (22/2).
Veja a tabela do carnaval do Rio de Janeiro 2026:
1º lugar – Viradouro, 270.0 pontos (campeã)
2º lugar – Beija-Flor, 269.9 pontos
3º lugar – Vila Isabel, 269.9 pontos
4º lugar – Salgueiro, 269.7 pontos
5º lugar – Imperatriz, 269.4 pontos
6º lugar – Mangueira, 269.2 pontos
7º lugar – Unidos da Tijuca, 268.7 pontos
8º lugar – Grande Rio, 268.7 pontos
9º lugar – Tuiuti, 268.5 pontos
10º lugar – Portela, 267.9 pontos
11º lugar – Mocidade, 267.4 pontos
12º lugar – Acadêmicos de Niterói, 264.6 pontos (rebaixada)
- Informações de agências
- Foto Destaque: Crédito – Setur
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