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Nova Orla da Grande São Pedro está com 50% das obras concluídas

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Vitória – ES

Para marcar a execução de 50% das obras de reurbanização da Orla da Grande São Pedro (Fase 1A), foi realizada uma visita técnica ao canteiro de obras, na manhã desta segunda-feira (14), e o prefeito Lorenzo Pazolini acompanhou a concretagem de mais um trecho do novo deque.  

Visita Técnica às obras da Orla Noroeste

O investimento para a requalificação da Orla Noroeste é de R$ 96.033.385,96, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e contempla a reurbanização da orla dos bairros São Pedro e Ilha das Caieiras, totalizando 1,16 km.

Nesse trecho, serão construídos estacionamento, passeio contínuo com calçada, ciclovia, deques, arquibancadas alagáveis, rampas, cinco atracadouros e feito paisagismo.

A área será beneficiada, ainda, com a construção do Centro de Pescado; um anexo para o Museu do Pescador, na praça do Caboré; queimadores de mariscos; área de manutenção de barcos; praça da quadra; e Rua Viva, implantada na Rua Felicidade Correa dos Santos.

O objetivo é recuperar a região com a requalificação de espaços públicos, por meio do desenho urbano da orla com calçadas, ciclovias, píeres, atracadouros, jardins, mobiliário urbano, implantação e reforma de equipamentos públicos, bem como de ações de melhoria da mobilidade urbana da região e o fomento das atividades econômicas.

Visita Técnica às obras da Orla Noroeste

2ª Etapa

Na última sexta-feira (11), foi publicado o edital para contratação de empresa ou consórcio para elaboração de projetos e execução de obras da 2ª etapa do Projeto de Reurbanização da Orla da Grande São Pedro, que contempla a reurbanização das orlas de quatro bairros: Santo André; Redenção; Nova Palestina e Resistência, totalizando 4,04 quilômetros.

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O orçamento é de no máximo R$ R$ 110.784.586,55, com 28 meses de obras na modalidade de contratação integrada, e recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“Em um futuro próximo, vamos sair da praça Dom João Batista, na Ilha das Caieiras até Resistência, caminhando pela orla, passando por Santo André, Redenção e Nova Palestina. Apreciando as belezas da Grande São Pedro. Na última sexta-feira, lançamos o edital da segunda etapa da obra. Hoje, estamos aqui acompanhando a conclusão de 50% das intervenções dessa primeira etapa”, disse o prefeito Lorenzo Pazolini.

“A maioria dos capixabas não conhece o mais belo pôr do sol do Brasil, temos ainda culinária, gastronomia, arte e história. Com essas intervenções vamos potencializar tudo isso trazendo infraestrutura para os moradores e turistas, transformando essa região em um ponto turístico, com restaurante, museu, centro de pescado, queimadores de siris, praças, parques infantis, passarelas, ciclovia, estacionamentos, píeres, flutuantes e deque”, anunciou o prefeito.

Andamento das obras

No trecho de São Pedro até a Ilha das Caieiras, o antigo deque foi demolido e as fundações estão quase concluídas. Das 670 estacas previstas de serem cravadas na maré, 574 já foram executadas. Sobre as estacas 40% das lajes que formam o deque já estão concretadas. Estão em andamento ainda a pavimentação, drenagem, esgotamento sanitário, o Museu do Pescador, o centro de pescado, o queimador de mariscos e a Rua Viva.

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O Projeto Orla da Grande São Pedro foi lançado em 2013, e para a sua elaboração, a PMV realizou um Concurso Público Nacional de Estudos Preliminares. Em 2015, os projetos foram elaborados. Dez anos após o lançamento as obras iniciaram.

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* PMV- Conteúdo Marcus Monteiro / Fotos: Elizabeth Nader

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CIDADES

Vitória regulamenta circulação de ciclomotores, bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade

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Por Gislaine de Assis Santos* / Vitória – ES

A Prefeitura de Vitória publicou, nesta sexta-feira (10), novo decreto que estabelece regras específicas para a circulação de equipamentos de mobilidade individual, bicicletas (incluindo as elétricas) e ciclomotores e autopropelidos em todo o município. O objetivo é organizar mais o uso do espaço urbano, aumentar a segurança viária e promover a convivência harmoniosa entre diferentes modais de transporte e pedestres.

Com base nas atribuições previstas na Lei Orgânica do Município, o decreto define conceitos, delimita áreas de circulação e fixa normas específicas conforme o tipo de veículo e a velocidade recomendada nas vias.

O texto estabelece critérios técnicos para cada categoria. São considerados ciclomotores os veículos de duas ou três rodas com motor de até 50 cilindradas ou potência elétrica máxima de 4 kW, com velocidade limitada a 50 km/h.

Já as bicicletas elétricas devem possuir pedal assistido, potência de até 1000 W e velocidade máxima de 32 km/h, sem acelerador manual.

“O decreto também regulamenta os chamados equipamentos autopropelidos, como patinetes elétricos, hoverboards e monociclos, que podem atingir até 32 km/h e possuem limites de tamanho e potência”, destacou o secretário de Transportes, Trânsito Infraestrutura Urbana de Vitória, Alex Mariano.

Regras

As normas variam de acordo com a velocidade máxima permitida nas vias:
• Acima de 60 km/h: fica proibida a circulação de todos os modais: ciclomotores, bicicletas, bicicletas elétricas e autopropelidos.
• Até 60 km/h: ciclomotores podem circular no bordo direito da pista. Bicicletas e autopropelidos ficam proibidos, exceto quando houver infraestrutura cicloviária.
• Até 40 km/h: ciclomotores seguem no bordo direito da via. Bicicletas, elétricas e autopropelidos devem usar ciclovias ou ciclofaixas; na ausência, podem circular também pelo bordo direito.

O decreto reforça que a sinalização existente nas vias deve sempre ser respeitada, prevalecendo sobre as regras gerais.

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Uso da infraestrutura cicloviária

Ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas passam a ser destinadas exclusivamente a bicicletas, bicicletas elétricas e equipamentos autopropelidos, sendo proibida a circulação de ciclomotores nesses espaços. A velocidade máxima nesses locais será de 32 km/h, salvo indicação diferente por sinalização no trecho.

O transporte de passageiros em bicicletas elétricas será permitido apenas quando houver assento adequado. Já os equipamentos autopropelidos não poderão transportar passageiros, salvo em caso de exceções previstas pelo fabricante.

Circulação em calçadas e áreas de pedestres

A circulação desses modais em calçadas, parques e áreas destinadas a pedestres está proibida. A exceção ocorre quando houver sinalização autorizando, com limite de velocidade de 6 km/h.

Equipamentos autopropelidos utilizados por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida estão autorizados a circular nesses espaços, independentemente de sinalização, obedecendo os limites de velocidade no trecho.

Segurança e exigências legais

O uso de capacete de segurança passa a ser obrigatório para condutores e passageiros. No caso de ciclomotores, o capacete deve obedecer, especificamente, as nomas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Além disso, a condução de ciclomotores exige habilitação na categoria “A” ou Autorização para Condução de Ciclomotores (ACC).

O decreto da Prefeitura de Vitória institui a política preventiva de acidentes e conflitos no trânsito, mediante ações educativas, por parte de quem comercializa veículos e equipamentos de mobilidade tratados no decreto.

A política preventiva consiste na divulgação de material educativo, destinado ao uso correto, consciente e seguro do equipamento adquirido, com foco em preservação da vida e a integridade física de pedestres, condutores e passageiros dos veículos e equipamentos de mobilidade.

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Fiscalização e ações educativas

A implantação prática do decreto será acompanhada por ações educativas e de fiscalização integradas. Caberá aos órgãos municipais de trânsito e segurança: fiscalizar o cumprimento das regras; implantar e adequar a sinalização; promover campanhas educativas; adotar medidas para redução de riscos no trânsito e, ainda, editar normas complementares, quando necessário.

Nova política de mobilidade

O decreto também institui a Área de Circulação com Atenção e Mobilidade Amigável (A-CALMA), que prevê estudos e implantação de vias cada vez mais seguras e voltadas à convivência entre diferentes modais. O prazo para análise e execução das intervenções é de até 18 meses.

“Com a nova regulamentação, a Prefeitura de Vitória busca alinhar a cidade às diretrizes nacionais de mobilidade urbana, promovendo mais segurança, organização e incentivo ao uso de meios de transporte sustentáveis”, destaca Alex Mariano.

Segundo ele, o conceito de mobilidade é dinâmico e em constante evolução, exigindo adaptações e inovações para atender à necessidade crescente de Vitória. Além disso, a Prefeitura da capital tem investido em tecnologias inovadoras, como semáforos inteligentes e sistemas de gestão de tráfego com uso de Inteligência Artificial (I.A.), para melhorar a fluidez e a segurança do trânsito.

“A mobilidade urbana é um desafio constante, mas também uma oportunidade para criar cidades mais humanas e sustentáveis, boas para os moradores e turistas”, finalizou o gestor.

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  • Prefeitura de Vitória / Comunicação – Conteúdo
  • Foto Destaque: Crédito – André Sobral / PMV
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