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Ataque ao STF

Bombas são desativadas na manhã desta quinta-feira na Praça dos Três Poderes

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BRASIL

Trânsito na Esplanada dos Ministérios segue interditado na manhã desta quinta-feira (14)

Brasília / DF

Por Raphaela Peixoto*

O Bope da Polícia Militar do Distrito Federal continua desativando artefatos explosivos na praça dos Três Poderes na manhã desta quinta-feira (14/11). Entre às 5h30 e às 8h três bombas foram desativadas.

Conforme nota da corporação, os artefatos estão sendo desativando um a um e é necessária uma ação muito criteriosa na preservação dos vestígios, para que a investigação tenha materiais em busca de outros possíveis autores.

Uma ampla varredura está sendo realizada desde as primeiras explosões para identificar se existem outros artefatos no local.

Esplanada fechada

A Esplanada dos Ministérios segue fechada na manhã desta quinta-feira (14/11) após a explosão de bombas na Praça dos Três Poderes na noite de quarta-feira (13/11. Um homem morreu em frente ao STF. Ele foi identificado como Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, natural de Santa Catarina.

Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, o corpo do homem que morreu na explosão ainda está no local.

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O Expediente foi suspenso no Supremo Tribunal Federal e no Congresso Nacional.

O trânsito de veículos está autorizado até a Alameda das Bandeiras, mas não é permitido descer até a praça dos Três Poderes. A passagem de pedestres está liberada apenas pelo lado do Ministério da Justiça.

Entenda o caso

Ao menos duas explosões foram ouvidas na noite desta quarta-feira (13/11) na Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios, centro de Brasília. Uma delas se deu em frente à estátua da Justiça, no Supremo Tribunal Federal. O local foi interditado pela Polícia Militar e pela segurança do STF. 

Ministros em segurança

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou, em nota, que a Corte foi evacuada logo que foram ouvidas as explosões ocorridas na noite desta quarta-feira (13/11) na Praça dos Três Poderes. Conforme informou o STF, os ministros foram retirados do prédio em segurança.

“Ao final da sessão do STF desta quarta-feira (13), dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança. Os servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela. Mais informações sobre as investigações devem aguardar o desenrolar dos fatos. A Segurança do STF colabora com as autoridades policiais do DF”, afirma a nota.

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PCDF faz perícia

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou que a perícia foi acionada à Praça dos Três Poderes. “A Polícia Civil do Distrito Federal informa que policiais da 5ª Delegacia de Polícia estão no local onde ocorreu a explosão de um artefato em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite desta quarta-feira (13). A PCDF já deu início às primeiras providências investigativas e a perícia foi acionada ao local”, diz nota enviada a imprensa.


  • Correio Braziliense
  • Foto / Destaque: Ed Alves / CB / D.A.Press
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BRASIL

Flávio Bolsonaro pede ao STF suspeição de Moraes no caso Master

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Na petição, os advogados do presidenciável apontam uma possível relação entre Moraes e Vorcaro, e citam supostas trocas de mensagens entre os dois e o contrato firmado pelo Master com a esposa do ministro

Por Agência Estado | Brasília – DF

Na petição, os advogados de Flávio apontam uma possível relação entre Moraes e Vorcaro. Eles citam supostas trocas de mensagens entre os dois e o contrato firmado pelo Master com a esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes. Segundo documentos fiscais enviados à CPI do Crime Organizado, do Senado, o escritório de Viviane recebeu R$ 80,2 milhões do banco para prestar serviços jurídicos.

O pedido de Flávio foi feito após Moraes solicitar um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a inclusão de Flávio no inquérito que mira seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo é réu por suposta coação no curso do processo e obstrução à Justiça no julgamento da trama golpista, no qual seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi condenado.

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O despacho de Moraes atendeu a um pedido do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Ele pediu a investigação de Flávio após o site The Intercept Brasil revelar que o senador pediu a Vorcaro R$ 134 milhões para bancar o filme Dark Horse, inspirado na trajetória do pai. Cerca de R$ 61 milhões foram pagos e enviados a um fundo ligado a Eduardo nos EUA. A suspeita é que o dinheiro tenha sido usado para bancar a atuação do ex-deputado contra autoridades brasileiras.

“Esses dois dados objetivos nos permitem dizer, sempre com o máximo respeito, que sua Excelência não teria a imparcialidade necessária para processar e julgar o requerimento enviado pelo Deputado Federal Lindbergh Farias, mormente porque tal requerimento envolve não só o Banco Master, mas também Daniel Vorcaro”, diz a petição.

Flávio também requer que a solicitação de Lindbergh seja retirada do inquérito relatado por Moraes e protocolada em uma nova ação, a ser distribuída “por prevenção” ao ministro André Mendonça, indicado ao STF por Bolsonaro.

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  • Foto destaque: Crédito – Geraldo Magela / Agência Senado
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