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Polícia em Ação

Pai é preso por manter filha em cárcere privado, engravidá-la e cometer abusos por 6 anos

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POLÌCIA

Segundo a investigação, a jovem engravidou duas vezes do próprio pai e em uma das gestações, sofreu um aborto

Por Leiri Santana*

Um homem de 36 anos foi preso pela Polícia Civil do Espírito Santo, acusado de manter a própria filha em cárcere privado e submetê-la a abusos físicos, psicológicos e sexuais ao longo de seis anos.

Segundo a polícia, os crimes começaram quando a menina tinha 9 anos. Hoje, a vítima tem 15 anos. Nesse período, ela e o irmão, de 16 anos, viviam sob o controle do pai. Apenas a menina sofria os abusos sexuais.

As investigações apontam que, durante os seis anos de violência, a jovem engravidou duas vezes do próprio pai. Em uma das gestações, quando ela tinha 11 anos, ela sofreu um aborto. Na outra, foi obrigada a dar à luz dentro de casa, quando estavam na Bahia, já que o suspeito não permitiu que ela fosse levada ao hospital.

Mudanças de cidade para evitar denúncias

O homem não tinha residência fixa e costumava se mudar com frequência entre municípios do Sul da Bahia e do Espírito Santo, como Eunápolis, Linhares, Jaguaré e Vila Velha. A polícia explicou que o objetivo era evitar a prisão e essa estratégia permitiu que o crime continuasse por anos, já que vizinhos desconfiavam da situação e acionavam o Conselho Tutelar ou faziam denúncias às autoridades.

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A ação que levou à prisão foi realizada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), de Vitória, com apoio de equipes policiais de Linhares. O homem deve responder por cárcere privado, estupro de vulnerável e violência doméstica.

A adolescente e o irmão foram resgatados e estão sob os cuidados da rede de proteção à infância e do Conselho Tutelar.

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* Folha Vitória – Conteúdo

* Foto/Destaque: Divulgação / SESP

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POLÌCIA

Prefeito e ex-prefeito são presos durante operação da PF em Pedro Canário

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Operação investiga a atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em crimes de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro

A Polícia Federal prendeu, na manhã da terça-feira (26), o prefeito e o ex-prefeito de Pedro Canário. Os mandados expedidos contra Kleilson Rezende (PSB) e Bruno Araújo (PDT), foram cumpridos.

As prisões são o principal desdobramento da Operação Eco da Fraude II, que investiga um suposto esquema de corrupção e desvio de recursos públicos ligados à realização do evento “XXXIV Forró da Tábua Lascada”.

Também são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). A Justiça também determinou o afastamento cautelar do prefeito e de um servidor municipal, além de autorizar outras medidas investigativas e bloqueios patrimoniais.

Segundo as investigações da PF, conduzidas pela delegacia de São Mateus, há indícios de uma organização criminosa estruturada, formada por agentes públicos e empresários. O esquema funcionava a partir da manipulação de processos licitatórios e do superfaturamento de contratos públicos, gerando o pagamento de vantagens indevidas.

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário – ES Brasil

Lagoa Augusto Ruschi: o novo cartão-postal de Pedro Canário / Foto: ES Brasil

Para mascarar o caminho do dinheiro desviado, o grupo contava com um sistema de lavagem de capitais. A PF identificou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados e a utilização de contas de terceiros — além de operadores financeiros — para fazer o dinheiro circular em espécie, ocultando a origem ilícita dos recursos.

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As medidas cumpridas nesta terça-feira visam a aprofundar a coleta de provas, identificar outros possíveis envolvidos, paralisar as atividades do grupo criminoso e garantir o ressarcimento aos cofres públicos.

Os investigados podem responder, em tese, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, fraude em licitação, peculato-desvio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Caso sejam condenados, as penas somadas podem ultrapassar 30 anos de prisão.

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  • Fontes: A Gazeta e Polícia Federal
  • Foto destaque: Reprodução / AG
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